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março 31, 2009
SÚPLICA - MIGUEL TORGA
Agora que o silêncio é um mar sem ondas,
E que nele posso navegar sem rumo,
Não respondas
Às urgentes perguntas
Que te fiz.
Deixa-me ser feliz
Assim,
Já tão longe de ti como de mim.
Perde-se a vida a desejá-la tanto.
Só soubemos sofrer, enquanto
O nosso amor
Durou.
Mas o tempo passou,
Há calmaria...
Não perturbes a paz que me foi dada.
Ouvir de novo a tua voz seria
Matar a sede com água salgada
Miguel Torga
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março 30, 2009
Vegas Robaina Petit Robustos Edição Regional
Pela primeira vez, desde que há cerca de meia dúzia de anos a Habanos S.A. cria edições regionais exclusivas, Portugal foi contemplado.

Trata-se de um petit robusto, que para além da habitual cinta da marca tem outra onde se lê "Exclusivo para Portugal"
A produção foi de apenas 600 caixas de 25 unidades cada.

Trata-se de um charuto com um formato adaptado aos tempos de hoje, que se fuma em cerca de três quartos de hora, tendo uma fortaleza média, pelo que seria recomendável a iniciantes, não fosse o seu preço de 8 euros por unidade...
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março 27, 2009
CUBA - Del lado de los disidentes
Via: Unión Liberal Cubana
Por Elías Amor Bravo, Valencia
Justo ahora cuando se cumplen seis años de la “Primavera negra” de La Habana, todo el mundo parece querer ofrecer al régimen castrista vías para el diálogo y el entendimiento.
Así, se ha podido observar cómo se suceden peticiones expresas al nuevo presidente de Estados Unidos para que suprima el embargo, la última procedente de Lula desde Brasil, que parece convertirse en un aliado de Obama en la Región, en tanto que diversos países de América Latina renuevan sus relaciones económicas y comerciales al más alto nivel con Cuba. Es el caso de Costa Rica, o de Panamá, que parecen haber descubierto motivos para cambiar el diseño de sus políticas con el régimen castrista. En las primeras semanas del año, la acumulación de visitas a la Isla por parte de mandatarios de diversos países del continente, Argentina, Ecuador, Chile, República Dominicana, y la gira de Raúl Castro a Rusia, Angola y Libia, confirmaron que el castrismo está “calentando motores” en su diplomacia con el objetivo de recuperar un espacio internacional desde el que poder conservar sus estructuras políticas intactas. Esta es la nueva estrategia del régimen y su responsable no es otro que Raúl Castro.
Sin embargo, los revolucionarios del siglo pasado mantienen en la cárcel a más de 200 personas, sin que se reduzca la represión que se ejerce sobre los que desarrollan actividades opositoras en la Isla. En los últimos días, varios grupos de exiliados en Miami y organizaciones internacionales que abogan por la defensa de los derechos humanos han realizado actos conmemorativos y de solidaridad por los presos de conciencia cubanos con ocasión del sexto aniversario de la Primavera Negra, la ola represiva que envió a prisión a 75 disidentes en el 2003. Esta es una magnífica iniciativa que merece todo nuestro respaldo.
Sin embargo, la solidaridad de los gobiernos, salvo contadas excepciones, deja mucho que desear. La atención de los grandes medios de comunicación social ha sido bastante escasa, y la opinión pública de la mayoría de países, inmersa en las secuelas de una grave crisis económica, ni siquiera se interesa por el drama en que viven día a día los cubanos. Esta es la realidad y frente a ella es preciso actuar.
El apoyo internacional a la Causa de los 75, a las organizaciones disidentes y opositores en la Isla, como el movimiento cívico de las Damas de Blanco es fundamental para que Cuba evolucione a la democracia y la libertad. No se puede aceptar que la mera firma de acuerdos económicos y comerciales con Raúl Castro vaya a servir para que los luchadores por la democracia en Cuba vean como se respetan sus derechos y su dignidad. Mientras que Estados Unidos suaviza las medidas para facilitar los viajes a Cuba de los exiliados, el envío de remesas a las familias en la Isla y la posibilidad de adquirir medicinas y alimentos con financiación, el régimen se enroca y ataca. Nada que agradecer a quiénes hacen todo lo posible por devolver a los dirigentes del castrismo a la realidad de estos tiempos que nos tocan vivir. Mientras tanto, los cubanos padecen una existencia miserable y se encuentran sometidos a un nivel de represión insostenible.
El ex presidente de gobierno español Aznar, en la presentación de un magnífico libro de Carlos Alberto Montaner en Madrid lo ha dicho con notable claridad: “Sin los disidentes, nada; con los disidentes, todo”.
Siempre, la disidencia interna en Cuba ha agradecido la solidaridad de los gobiernos que la apoyan y dan cobertura. Cualquier estímulo, gesto, apoyo, premio o iniciativa en favor de los oprimidos, recibe el agradecimiento de aquellos que luchan por la libertad en la Isla contra la asfixiante represión. El castrismo los vigila, reprime, sataniza y trata de aislar socialmente, pero en los últimos años las cosas van cambiando. La identificación con estos grupos de valientes que defienden los mismos valores en que creen las sociedades occidentales, debe trascender al ámbito político, para que los dirigentes castristas comprendan que no se les va a permitir mantener su opresión de forma continua. Las organizaciones del exilio y los partidos y asociaciones que simpatizan con nuestra causa deben mantener la actitud de reivindicación de las libertades y derechos para todos los cubanos. El 18 de marzo es una fecha magnífica para ello. Ahora más que nunca, para que finalmente Cuba sea democrática y libre.
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março 26, 2009
É HOJE!
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TUDO QUANTO PENSO - FERNANDO PESSOA
Tudo quanto penso,
Tudo quanto sou
É um deserto imenso
Onde nem eu estou.
Extensão parada
Sem nada a estar ali,
Areia peneirada
Vou dar-lhe a ferroada
Da vida que vivi.
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março 25, 2009
PND quer discutir prática democrática da Madeira em São Bento

O Partido da Nova Democracia pretende realizar em Lisboa uma conferência/debate subordinada ao tema “Madeira: Prática Democrática 35 anos após o 25 de Abril”. Baltasar Aguiar já endereçou uma carta a Jaime Gama a solicitar a cedência de um espaço no Palácio de São Bento, mas até ao momento ainda não recebeu qualquer resposta.
Com a devida vénia ao Diário Cidade
O Partido da Nova Democracia (PND ) está a desenvolver esforços no sentido de realizar em Lisboa uma conferência/debate subordinada ao tema “Madeira: Prática Democrática 35 anos após o 25 de Abril”, dirigida aos deputados de todos os partidos da Assembleia da República e da Assembleia Legislativa da Madeira, ex-líderes partidários e parlamentares regionais, jornalistas e madeirenses residentes no continente.
Nesta iniciativa irão ser abordados um conjunto de assuntos, designadamente: a prática democrática da Madeira nos últimos 30 anos; o estatuto da oposição na Madeira; a prática regimental no Parlamento regional; e o cumprimento dos princípios de isenção durante os períodos eleitorais.
A referida conferência/debate deverá contar com as intervenções de constitucionalistas e de reconhecidos juristas, especialistas em questões constitucionais e em direitos, liberdades e garantias.
O PND pretende que esta iniciativa tenha lugar no Palácio de São Bento (Lisboa), devendo a mesma decorrer entre os dias 24, 25 ou 26 de Abril. Para o efeito, o deputado único do PND , Baltasar Aguiar, endereçou uma carta, datada de 18 de Março de 2009, ao presidente da Assembleia da República a solicitar a cedência de um espaço no Palácio de São Bento. Na mesma carta, Baltazar Aguiar aproveitou para convidar Jaime Gama para presidir à cerimónia de abertura da conferência.
“Com esta iniciativa estamos, sem dúvida, a ‘encostar o dr. Jaime Gama à parede’.
Não pretendemos que ele mude mais uma vez de posição sobre a Madeira, simplesmente que ouça outras versões sobre a realidade madeirense e aceite a realização de um debate plural, elevado e participado na casa nacional da democracia – que é a Assembleia da República”, observou o deputado do PND .
Baltasar Aguiar referiu, igualmente, que esta conferência/debate tem como objectivo “responder proactivamente à proibição jardinista” de comemorar o 25 de Abril na Madeira”.
Até ao momento, Jaime Gama ainda não respondeu à referida carta. “Começo a temer que a resposta possa ser negativa, porque o senhor presidente da Assembleia da República veio à Madeira dizer, mais uma vez, que a Região era uma espécie de regime democrático consolidado, bem como veio fazer um ‘branqueamento’ do que se passa na Madeira e fazer um elogio público, sem nenhuma colagem da realidade, do regime regional”, frisou o deputado.
Contudo, e independentemente da resposta de Jaime Gama, o PND já está a trabalhar “no terreno” no sentido de realizar a iniciativa. “Eu (Baltasar Aguiar) e o Gil Canha fomos 3 dias a Lisboa para dar os primeiros passos de preparação da dita conferência e reunimos, entre outras personalidades, com o vice-presidente da Assembleia da República, Manuel Alegre, que se mostrou favorável à iniciativa”, realçou o deputado do PND , acrescentando que a oposição regional e diversos jornalistas também se mostraram receptivos à realização desta iniciativa.
J.T
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março 23, 2009
Saldanha ilustra com «Al Capone» corrupção nas câmaras municipais
Com a devida vénia ao Diário do Minho
Veio a Braga a convite dos dirigentes do Partido da Nova Democracia (PND) para falar de corrupção e apontar pistas de como poderá ser combatido o fenómeno. O mote para o convite, segundo as palavras dos próprios dirigentes do PND, foram as notícias desencadeadas pelo arquivamento da investigação que o Ministério Público promoveu ao presidente e a vários vereadores da Câmara Municipal de Braga.
Joaquim Martins Fernandes
Na hora de “atacar” o problema, Saldanha Sancheslançou mãos ao mítico caso de “Al Capone” para ilustrar como pode uma acção concertada entre a máquina fiscal e a justiça provar os casos de corrupção que acontecem pelo país, «nomeadamente nas câmaras municipais».
Fazendo questão de sublinhar que os cenários que descrevia «não se referiam concretamente ao presidente da Câmara Municipal de Braga», o fiscalista que mais se tem insurgido publicamente contra a corrupção precisou que, ao contrário do que acontece em sede de processo penal, «a justiça tributária inverte o ónus da prova», ao transferir para o contribuinte a responsabilidade de provar que não é criminosa, a origem de um enriquecimento não justificado nas declarações de rendimentos.
«Não falo do caso concreto do senhor Mesquita Machado, mas de um presidente de câmara em abstracto que declara ao Fisco um património que não foi herdado e que não tem justificação nos rendimentos declarados enquanto presidente de câmara. Do ponto de vista fiscal temos aqui um problema de justificação», sublinhou Saldanha Sanches, acrescentando que a questão revela-se «mais grave, se ao presidente da câmara forem confirmados movimentos bancários que não integraram as sucessivas declarações de rendimentos».
«Além do dever de explicar ao Fisco a origem da riqueza não justificada nos rendimentos conhecidos, esse presidente de câmara tem de responder pela prática de crime de evasão fiscal, por ter andado a esconder rendimentos que é legalmente obrigado a declarar», continuou Saldanha, advertindo sempre Sandanha Sanches afastou Mesquita da sua abordagem que não se referia ao caso específico de Mesquita.
O fiscalista recordou que foi o rigor da máquina fiscal norte-americana que acabou por ditar a prisão do mítico “Al Capone”, que geria uma verdadeira teia de corrupção que abrangia juízes, policiais e cidadãos de Chicago, mas
que acabou por ser detido e condenado a prisão efectiva, precisamente pelo crime de evasão fiscal. «É claro que isto exige que haja procuradores, juízes e fiscais das Finanças dispostos a fazer cumprir a lei», sentenciou o especialista em direito fiscal,perguntando se «em Portugal existem concelhos onde há uma amnistia fiscal generalizada».
Deixando no ar a ideia de que se referia a Braga, Saldanha Sanches enfatizou que «qualquer cidadão que tenha de prestar contas ao Fisco pode perguntar às Finanças porquê ele e não o senhor presidente da câmara». «O que justifica o segredo das finanças?», perguntou por sua vez o fiscalista, que não precisou se se referia ou não à prestação do Fisco na investigação ao autarca bracarense.
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SE FOSSE RESPONSÁVEL, SÉRIO E HONESTO....
....já se tinha ido embora do futebol, onde só tem feito asneiras!

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março 19, 2009
MISSÃO MINHO
Já está on-line o site do Movimento Missão Minho, com a seguinte declaração:
O Movimento MISSÃO MINHO está aberto a todos os cidadãos, que respeitem a nossa Carta de Princípios, seja qual for a sua filiação partidária. Compreendemos que quem esteja distante dos nossos valores não deseje acompanhar – nos, mas para nós mais importante do que o número de membros é a clareza dos ideais em que acreditamos e dos objectivos a que nos propomos.
O endereço do site é o seguinte:
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¿Por qué interesarse tanto por Cuba? La respuesta de Reporteros sin Fronteras

Via: Reporters Sans Frontières
dica do Jorge Ferreira
Es cierto que Cuba es una de nuestras prioridades. Simplemente porque en la isla no existe libertad de prensa. La información sigue siendo monopolio del Estado. Todo se encuentra sometido a autorización, desde la utilización de Internet hasta la posesión de un fax o un ordenador. En el país no existe ningún medio de comunicación independiente, con excepción de unos cuantos boletines publicados por la Iglesia católica. Algunos periodistas consiguen, en una semi-clandestinidad, hacer circular algunos boletines fotocopiados de menos de un millar de ejemplares, o poner en línea sus informaciones en sitios alojados en el extranjero.
Pero lo más grave es lo que sigue. Veintiún periodistas permanecen detenidos, en condiciones extremadamente difíciles. Detenidos en marzo de 2003, fueron condenados a penas muy graves que en algunos casos sobrepasan los 20 años de cárcel. Para ellos, son moneda corriente las privaciones de medicamentos o comida, la negativa al derecho de visita, las presiones de la administración penitenciaria y las amenazas de otros detenidos.
En Cuba también se vigila de cerca de la prensa extranjera. A finales de mayo de 2005 fueron expulsados dos periodistas polacos y uno italiano, que pretendían cubrir la Asamblea para la promoción de la Sociedad Civil en Cuba, una agrupación de asociaciones disidentes. Las autoridades explicaron que llevaban visados de turistas, en lugar de visados de prensa. Es cierto. Pero esos periodistas actuaron así porque sabían que nunca habrían conseguido visados profesionales para cubrir la reunión. Desde hace varios años, Reporteros sin Fronteras viene solicitando poder viajar oficialmente a Cuba. Seguimos esperando el visto bueno de La Habana.
¿Reporteros sin Fronteras da un trato particular a Cuba?
Cuba no es objeto de ningún trato especial por parte de Reporteros sin Fronteras. Nuestra organización denuncia las violaciones de la libertad de prensa en todo el mundo, sin consideraciones ideológicas o políticas. Los defensores de Fidel Castro gritan, alto y fuerte, que solo nos interesamos por Cuba. Es falso. Y unas cuantas cifras bastan para demostrarlo. En 2004, Reporteros sin Fronteras publicó 781 comunicados relativos a 118 países. 58 de esos comunicados se referían a China, 56 a Irak, 30 a Pakistán, 25 a Argelia, 25 a Costa de Marfil... y 18 a Cuba.
Desde el comienzo del año 2005 hemos escrito 13 comunicados sobre la situación de la libertad de prensa en Cuba. Pero también, por ejemplo, hemos redactado 12 sobre Perú y 11 sobre México. Y si recorremos los continentes, Reporteros sin Fronteras ha reaccionado este año en 38 ocasiones en relación con China, 30 con Nepal, 28 con Irán y 17 con Rusia.
¿De donde vienen los ataques?
Varias veces se ha acusado a Reporteros sin Fronteras de parcialidad en el caso cubano. Con frecuencia, los ataques proceden del diario oficial Granma, y son inmediatamente reproducidos en sitios de Internet o en foros de discusión.
Parece que un puñado de afanosos castristas tienen la misión de desacreditar nuestro trabajo, lanzando acusaciones calumniosas sin ningún fundamento. "Reporteros sin Fronteras está financiada por la CIA, ¡todos lo saben!". Esta frase aparece sistemáticamente en boca de esos fervientes defensores de la revolución cubana. "¡Todos los saben"...". El "se dice", el rumor y la mentira son las armas favoritas en estos ataques.
Impera la desinformación y la mala fe anima las plumas de los cruzados de la revolución castrista. Por ejemplo, en varios artículos se mencionaba que la actriz francesa Catherine Deneuve había cobrado 50.000 euros de Reporteros sin Fronteras, por asistir a una velada dedicada a la situación de la libertad de prensa en Cuba. Es cierto que Catherine Deneuve aceptó asistir al acontecimiento. Pero lo hizo gratuitamente. No recibió ni un céntimo de nuestra organización. En cambio, la actriz ha reconocido haber cobrado 50.000 euros por participar en la fiesta de lanzamiento del canal argelino de televisión Khalifa TV. Eso no tiene ninguna relación con Reporteros con Fronteras. Ni con Cuba.
¿Por qué estos ataques?
Cuba tiene muchos defensores en el mundo. Más que ningún otro Estado. Para mucha gente, la revolución cubana conserva un aspecto novelesco y afectivo, del que resulta difícil separarse. Los aficionados de Fidel Castro encuentran en él circunstancias atenuantes y dan muestras de una indulgencia cómplice. Para otros, que nunca han puesto los pies en la isla, Cuba simboliza la lucha contra el imperialismo norteamericano. Y por ello, el país tendría que estar exonerado de cualquier crítica. Mala suerte si las violaciones de los derechos humanos se silencian.
¿De donde procede el dinero de Reporteros sin Fronteras?
Nuestras cuentas son públicas y transparentes. Todos los años, las valida un comisario de cuentas y las ponemos en línea en nuestro sitio de Internet www.rsf.org. No recibimos dinero del Departamento de Estado norteamericano, ni de la CIA o de la cooperación norteamericana USAID. Las únicas subvenciones que recibimos, procedentes de Estados Unidos, son las de las fundaciones Center for a Free Cuba y National Endowment for Democracy (NED). La primera nos concedió, en 2004, una subvención de 50.000 dólares, lo que representa el 1,3% del presupuesto total de Reporteros sin Fronteras. La NED nos ha ayudado, por primera vez en 2005, con una subvención de 39.900 dólares. Esta suma representa igualmente el 1,3% del presupuesto previsto de la organización, y por tanto no tiene ninguna incidencia en nuestras tomas de posición. También es importante precisar que la suma concedida por la NED concierne a un proyecto destinado a "apoyar a los periodistas detenidos, encarcelados o amenazados en Africa". El proyecto se refiere a Africa y únicamente a Africa. No tiene nada que ver con Cuba. El dinero del Center for a free Cuba se utiliza para apoyar a las familias de los periodistas encarcelados en la isla, y para llevar a cabo proyectos destinados a conseguir su libertad lo antes posible.
Recibir dinero de fundaciones norteamericanas no nos ha impedido nunca denunciar las violaciones a la libertad de prensa en Estados Unidos. Así, en 2004, Reporteros sin Fronteras intervino una decena de veces para denunciar las exacciones cometidas por el ejército norteamericano contra periodistas en Irak. La organización publicó también un detallado informe sobre el disparo de un tanque norteamericano contra el Hotel Palestine que, en abril de 2003, costó a vida a dos periodistas. Desde el comienzo del año 2005 hemos publicado seis comunicados sobre las amenazas en los mismos Estados Unidos al secreto de las fuentes. Y aún muy recientemente, el 27 de junio de 2005, Reporteros sin Fronteras ha denunciado una decisión "retrógrada y liberticida" de la justicia norteamericana. Unos términos muy poco elogiosos de parte de unos periodistas que estarían "financiados por la administración norteamericana"...Y en nuestro sitio de Internet está disponible una página especial titulada "Estados Unidos: la justicia amenaza al secreto de las fuentes".
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março 18, 2009
O HERÓI ANÔNIMO - MIGUEL CARNEIRO
Quando a opressão
Clama por Justiça
Eu então me engolfo nessa Legião.
Defendendo em plagas distantes
A liberdade instalada em meu coração.
Eu já estou mutilado
Diante de tanta revolução
Não tenho mais uma perna
Não possuo nem mais uma mão.
Dentro de mim
Bate apenas o vento
De uma nova rebelião.
Miguel Carneiro (Brasil)
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março 15, 2009
Obama aides change their rhetoric on economy
Via AP
WASHINGTON (AP) — One of President Barack Obama's economic advisers said Sunday that the economy is fundamentally sound, a striking reversal from the Democrat's campaign rhetoric as his administration now guides the nation's financial health amid dire conditions.
Obama's Democratic allies pleaded for patience for an administration hitting the two-month mark this week, while Republicans said the White House's plans ignore small business and the immediate need to fix what ails the economy.
During the fall campaign, Obama mercilessly mocked his Republican opponent, Sen. John McCain, for declaring, "The fundamentals of our economy are strong." Obama's team painted the veteran senator as out of touch and failing to grasp the challenges facing the country.
On Sunday, economic adviser Christina Romer was asked during an appearance on NBC's "Meet the Press" if the fundamentals of the economy were sound. "Of course they are sound," she replied.
"The fundamentals are sound in the sense that the American workers are sound, we have a good capital stock, we have good technology," she said. "We know that — that temporarily we're in a mess, right? We've seen huge job loss, we've seen very large falls in GDP. So certainly in the short run we're in a — in a bad situation."
Just a week ago, White House Office of Management and Budget director Peter Orszag declared that "fundamentally, the economy is weak."
The seesaw message from the new administration drew sharp criticism from Senate Republican leader Mitch McConnell, who said Obama's team was exploiting the economic situation for political gain.
"They're taking advantage of a crisis in order to do things that had nothing to do with getting us into the crisis in the first place," McConnell said.
Democratic lawmakers, meanwhile, promoted a potential plan to help move so-called toxic assets off bank ledgers.
"And I think, as I said, they are well along in this," said Rep. Barney Frank, D-Mass. "If they wait a week or two more, no one ought to get all in a twitter about that. It's very important to do it right."
The president's team largely rejected suggestions that officials were considering taxing employees' health benefits. As a candidate Obama had called such a proposal a "multitrillion-dollar tax hike."
"I'm not leaving the door open," said Austan Goolsbee, staff director of the Council of Economic Advisers, responding to a report in Sunday's New York Times. "The president has laid out a series of clear principles on the health plan that we will do whatever it takes to get affordable quality coverage to all Americans."
Romer said she wouldn't take the idea off the table, but she added that Obama hasn't supported it. Larry Summers, the president's chief economic adviser, said it wasn't part of Obama's principles but left open the possibility of such a move from Congress, where Democrats control both chambers.
Republicans were not resigned to accept Democrats' plans. Rep. Eric Cantor, the GOP's No. 2 leader in the House, promised an alternative budget, in part to counter Democratic attacks that his party provided only "no" but not other ideas.
Cantor said Obama's plan ignored the needs of small businesses and the middle class and would pass along an extra $800 in taxes to each American.
Members of both parties, however, joined in the criticism of troubled insurance giant American International Group, who paid out tens of millions in bonuses despite posting the largest corporate loss in history during the fourth quarter of last year.
Summers called the payout "outrageous," given AIG has received more than $170 billion in a public bailout and reported a loss of $61.7 billion. Frank said AIG's leaders who approved the bonuses shouldn't stay in power. And McConnell said the payments do little to boost public confidence.
"This is an outrage," McConnell said. "And for them to simply sit there and blame it on the previous administration or claim contract — we all know that contracts are valid in this country, but they need to be looked at."
McConnell appeared on ABC's "This Week." Summers appeared on ABC and on CBS's "Face the Nation." Romer and Cantor appeared on NBC. Goolsbee and Frank appeared on "Fox News Sunday."
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março 11, 2009
Raúl o el arte de decapitar adversarios
Via: Unión Liberal Cubana
EN LOS AÑOS NOVENTA se decía que el médico Carlos Lage haría la transición en Cuba. El primer vicepresidente era un hombre tranquilo y amable, situado en medio de una tribu usualmente frenética, aquejada de un machismo siempre a punto de convertirse en orquitis. Se lo escuché a Carlos Salinas de Gortari, cuando era presidente, y a otra media docena de cancilleres y jefes de Estado: ''Lage es el futuro''. Entonces, desaparecida la URSS, el comunismo cubano se tambaleaba. Parece que Lage, en privado, cuando conversaba con los políticos extranjeros, coqueteaba con las ideas democráticas y se vendía como el Adolfo Suárez caribeño.
Iniciado el siglo XXI el papel de delfín comenzó a desempeñarlo el canciller Felipe Pérez Roque, un ingeniero que (como Lage) procedía del entorno de Fidel Castro. Había sido una especie de primer asistente del comandante en jefe, así que cuando el canciller Roberto Robaina fue expulsado de su cargo, el propio Fidel lo impuso como sustituto porque ''era la persona que mejor interpretaba su pensamiento''. En diciembre de 2005 fue la apoteosis de Pérez Roque: dio una conferencia magistral en el parlamento y todo el mundo, incluido el Financial Times, lo declaró heredero al trono. En aquel momento tenía fama de ''talibán'' duro e inflexible.
A los pocos meses, en julio de 2006, Fidel Castro se enfermó y tuvo que abandonar el gobierno precipitadamente. Con la llegada de Raúl a la presidencia, tanto Lage como Pérez Roque fueron discretamente marginados. Los dos eran cuadros elegidos por Fidel para una hipotética sucesión política, pero Raúl no confiaba en ellos y tenía su propia idea de cómo y con quiénes organizar la reforma económica y la transmisión de la autoridad, de manera que siguió el mismo sibilino patrón de comportamiento utilizado contra el general Ochoa en 1989: le encargó al general Abelardo Colomé Ibarra, su hermano del alma y poderosísimo ministro del Interior, que armara un buen expediente acusatorio para poder sacarlos del juego fulminantemente, junto al resto de los funcionarios incómodos a los que deseaba eliminar.
Y eso es lo que ha sucedido: el formidable aparato de espionaje cubano ha acumulado pruebas de pequeñas corruptelas, de nepotismo continuado, de negligencias, del comportamiento contrarrevolucionario de algunos familiares, de ambiciones personales y (lo más grave) de transmitir a los políticos y visitantes extranjeros unas falsas expectativas con relación a los supuestos cambios políticos. Pérez Roque, que había sido un talibán en los primeros tiempos, a los ojos de muchos políticos y diplomáticos extranjeros se había transformado en un ''reformista'', como creía el canciller español Miguel Angel Moratinos, hombre empedernidamente propenso a equivocarse, que apostaba por él para la transición, más o menos como el anterior ministro español de Asuntos Exteriores, Abel Matutes, llegó a manifestar que el ''hombre del cambio'' sería Roberto Robaina, dato utilizado en su momento por ''el aparato'' para hundirlo definitivamente.
Una vez debidamente ''empaquetados'', con los voluminosos informes de los servicios de inteligencia sobre la mesa, Raúl Castro, experto en el arte de decapitar adversarios, dio inicio a su metódica labor de verdugo: convenció fácilmente a Fidel de la deslealtad esencial de los sujetos, convocó al Buró Político, enfrentó a los acusados con las pruebas de su comportamiento ''inmoral y miserable'', los destrozó emocionalmente, advirtiéndoles que lo hecho bordeaba la traición, por lo que merecerían ser ejecutados si la revolución no fuera tan generosa, y preparó las condiciones para el anuncio público, aunque en esta oportunidad tuvo que realizar un trámite engorroso, pero inexcusable: fue necesario explicarle al tontuelo de Hugo Chávez lo que iba a suceder, dado que los dos, Lage y Pérez Roque, eran sus interlocutores favoritos, y no podía sorprenderlo con su eliminación. Por muy insufrible que sea el venezolano, es el hombre que les da de comer y hay que cuidarlo como a papagayo fino.
Con estos y otros personajes fuera de combate (incluido Fernando Remírez de Estenoz, otra esperanza blanca de las cancillerías democráticas liquidada en la purga), Raúl siente que se ha despejado el camino al Sexto Congreso del Partido, convocado para el próximo otoño, al que llegará con todos sus hombres de confianza colocados en las posiciones clave, de manera que nada pueda escapar a su control.
Mientras tanto, cunde el total desaliento en las filas revolucionarias y se disipa cualquier ilusión de cambio. Silvio Rodríguez se va a vivir a la Argentina, donde no hay unicornios azules (los peronistas se los hubieran comido), Pablo Milanés arraiga definitivamente en Galicia, y los hijos y nietos de la nomenclatura se marchan sigilosamente a cualquier sitio en el que exista el sueño de una vida mejor. En Cuba ya se sabe que eso es imposible.
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março 10, 2009
NÃO ESPANTA!
Num país com um crescente nível de corrupção, como o nosso, não é de espantar a calorosa recepção que a maioria da classe política fez na Assembleia da República ao (corrupto) ditador de Angola.
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março 09, 2009
AMAR - TORQUATO DA LUZ
Para começar bem a semana, um pequeno poema do (excelente) novo livro do Torquato da Luz:

Só ama quem se entrega, quem se dá,
nada pedindo em troca,
quem, por onde quer que vá,
acima do mais coloca
o desejo de amar e ser amado
sem cuidar de inocência nem pecado.
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março 05, 2009
La blogostroica
Via CUBANET
Osmar Laffita Rojas
LA HABANA, Cuba, marzo (www.cubanet.org) - En la segunda mitad de la década de los ochenta, con la elección de Mijail Gorbachov como Primer Secretario del Partido Comunista de la Unión Soviética, se inició un proceso de reformas que se conoció como Perestrioka. Su propósito no era otro que renovar desde arriba la sociedad, y lograr más democracia dentro del socialismo.
Estas reformas estuvieron signadas por la Glasnost o transparencia informativa, que pretendía poner al tanto a los ciudadanos de todo lo que aconteciera a su alrededor, echando por tierra la cortina de hierro que los envolvía. Para la Glasnost, lo principal fue la verdad, porque era la única manera de que el pueblo comprendiera lo que realmente ocurrió, lo que estaba ocurriendo y a que se aspiraba.
Los que decidieron poner en marcha la Perestroika y la Glasnost, tenían como premisa que los ciudadanos conocieran la vida en todas sus contradicciones y complejidades, cuáles eran los logros y qué estaba frenando el desarrollo del país, qué lo estorbaba y desviaba del camino elegido. El pueblo debía tener acceso pleno a la información.
La primera reacción del régimen cubano a este movimiento fue prohibir la circulación del semanario Novedades de Moscú, la revista Sputnik, y levantar un dique a la información que sobre la Perestroika y la Glasnost llegara de cualquier parte del mundo.
Han trascurrido dos décadas, y aquellas reformas dieron al traste con el socialismo. Fue derrumbado el muro de Berlín, y la Unión Soviética se desintegró en un santiamén. Contra toda lógica, Cuba ocupa el primer lugar entre las sociedades más desinformadas del hemisferio occidental, y quizás del mundo.
Es como una especie de contrato social de la desinformación, en que la salud del régimen totalitario está asociada al mayor grado de ignorancia de la población. No es posible encontrar un país occidental en que se haya propagado una pandemia de idiotización masiva de la sociedad como en Cuba.
Es inexplicable que en plena era de la tecnología de la información y las comunicaciones, el régimen aplique una férrea censura a los medios oficiales. A éstos se les impone el lavado de las noticias molestas. Sólo se publica los que conviene. Lo demás va al tanque de la basura.
Es tal el miedo a que las personas estén informadas, que los cubanos con conexión a Internet no sobrepasan el dos por ciento. Es el nivel más bajo del hemisferio occidental. Así y todo, es controlada sin piedad.
Ante esta realidad, cada día cobra más fuerza el movimiento conocido como “periodismo ciudadano”. Su figura más relevante es Yoani Sánchez, creadora del blog Generación Y, que por su trabajo y los millones de visitantes que tiene, fue merecedora de los premios Ortega y Gasset, Bob, concedido por la televisora alemana Deutsche Welle y el Bitácora 2008, entre otros.
Yoani con su esposo, el periodista Reynaldo Escobar, del equipo de la revista digital Desdecuba.com, han desarrollado un meritorio movimiento informativo en que se han involucrado decenas de bloggers que desde de Cuba hacen sus páginas con todas las limitaciones y riesgos posibles.
Tanto para Yoani, como para Reynaldo y el resto de los que forman parte de lo que he querido llamar como la blogostroica, la información verdadera es un requisito sine qua non para el desarrollo del país.
Prohibir el acceso a la información es como dar cucharaditas dirigidas de papillas informativas al pueblo. Es una ofensa a la inteligencia colectiva de la nación.
ramsetgandhi@yahoo.com
Publicado por João Carvalho Fernandes às 06:30 PM | Comentários (1) | TrackBack
março 04, 2009
UMA EUROPA MORIBUNDA
A cimeira europeia a que José Sócrates não se quis associar no passado fim de semana deve ter marcado o fim da Europa que nos queriam impingir (felizmente).
A Constituição Europeia, agoniza e já ninguém fala dela. Barroso vai proferindo umas banalidades tentando ocultar a realidade: uma divisão cada vez maior, já não em dois grupos (grandes/pequenos), mas também entre leste e oeste!
Paz à sua alma!
E como há eleiçóes em breve, até lá, não mexem mais no assunto, "as usual"...
Depois, "comme d'habitude", virá a enésima tentativa, mas a força é cada vez menor e a oposição a este modelo cada vez maior.
Pode ser que um dia se convençam e mudem de rumo!
Publicado por João Carvalho Fernandes às 09:00 AM | Comentários (2) | TrackBack
março 02, 2009
CONGRESSO PS
No meio de muita banha da cobra, de muita vitimização e muito pouca política, dois aspectos positivos no Congresso do PS:
. O discurso de Ana Gomes a propósito da corrupção (resta saber se com algum resultado prático).
. A escolha de Vital Moreira para cabeça de lista às Europeias. É um SENHOR que vai decerto contribuir para elevar o nível político, tirando-o da sarjeta por onde tem andado.
Publicado por João Carvalho Fernandes às 06:00 PM | Comentários (3) | TrackBack