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outubro 31, 2008
19º FESTIVAL DE BANDA DESENHADA DA AMADORA
A 19ª edição do Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora (FIBDA) abriu as portas no dia 24 de Outubro. A Banda Desenhada transforma a Cidade da Amadora na capital portuguesa da BD e no ponto de encontro internacional da banda desenhada em Portugal.
Este ano, o núcleo central do Festival localiza-se, novamente, no Fórum Luís de Camões, na Brandoa. Situa-se a cerca de 5 minutos (de viatura) do CC Colombo e servido por diversas carreiras da LT oriundas da Amadora, Colégio Militar e Benfica.
O tema central da edição 2008 do FIBDA é “Tecnologia e Ficção Científica”. No FIBDA deste ano, realce, para as seguintes mostras: uma grande exposição subordinada ao tema central, com exposição de pranchas de autores estrangeiros e nacionais, como Kevin O’Neill, Juan Gimenez, Pat Mills e outros; uma exposição dedicada à série Star Wars; uma exposição de Liberatore e uma outra que assinala os 60 anos do Tex; e uma mostra de Luís Henriques, autor do desenho original dos diversos materiais gráficos.
O FIBDA descentraliza, novamente, exposições por outros equipamentos: Galeria Municipal Artur Bual, Casa Roque Gameiro, Recreios da Amadora e Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem. Este ano, mais dois locais podem ser visitados: Escola Superior de Teatro e Cinema e Núcleo Museológico do MFA, no Regimento de Engenharia 1, na Pontinha. São duas exposições paralelas que integram a programação do FIBDA.
O Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora confirma-se, uma vez mais, como o mais consagrado do género em Portugal e um dos mais conceituados a nível internacional.
A presença de autores, exposições, concursos, área comercial, lançamento de novos álbuns, Prémios Nacionais de Banda Desenhada, sessões de autógrafos, debates... faz do FIBDA uma grande Festa da BD!
O “mundo dos quadradinhos” está na Amadora.
O Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora 2008 decorre até 9 de Novembro.
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
O horário de funcionamento do 19º Festival Internacional de Banda Desenhada, no núcleo central, será o seguinte:
de 25 de Out a 9 de Nov dom. a 5ª feira e feriado - das 10h às 20h
6ª feira e sáb. - das 10h às 23h
ENTREGA DE PRÉMIOS
A cerimónia de entrega de prémios realiza-se no dia 1 de Novembro, pelas 18.30 horas, nos Recreios da Amadora. Na ocasião, serão entregues os prémios referentes aos Concursos de Ilustração, BD e Cartoon e Prémios Nacionais de Banda Desenhada.
ANIMAÇÃO
À semelhança das edições anteriores, o FIBDA programou um conjunto de actividades: ateliers de cinema de animação e de cores, hora do conto e outras animações, diferenciadas consoante as idades.
No que se refere a espectáculos musicais, podemos informar que o recinto do Festival vai ser palco de um concerto dos Space Boys (inauguração).
O Comissariado está, ainda, a preparar uma programação de filmes de animação, com a parceria da Casa da Animação, para exibição no auditório do Festival.
PROGRAMA DE EXPOSIÇÕES
O tema central da edição deste ano do Festival é “Tecnologia e Ficção Científica”.
Para a edição deste ano, o FIBDA apresenta as seguintes exposições:
FÓRUM LUÍS DE CAMÕES – Núcleo Central
Piso 0 (Astroporto)
- Tema Central – Tecnologia e Ficção Científica:
Apresentação em 5 núcleos. Pretende-se que a exposição apresente a evolução na própria BD (técnicas gráficas e narrativas e o tratamento do tema). Assim, em cada uma das 4 primeiras categorias (a, b, c e d) a exposição evidenciará dois exemplos: um clássico e um mais moderno.
a) Personagens:
a.1) Flash Gordon
Autor: Alex Raymond
a.2) Valérian
Autores: Pierre Christin e Jean Claude Mézières
b) Desenhadores:
b.1) Esteban Maroto
b.2) Leo
c) Argumentistas:
c.1) Hector German Oesterheld (Argentina, 1919-1977)
Autores: Alberto Breccia, Oswal e Solano Lopez
c.2) Alejandro Jodorowsky (Chile, 1929)
Autores: Das Pastoras, Zoran Janjetou
d) Publicações:
d.1) Métal Hurlant (revista francesa de BD de terror e ficção científica criada em 1974 pelo colectivo "Les Humanoïdes Associés")
Autores: Moebius, Druillet
d.2) 2000 AD (revista britânica de BD de ficção científica publicada desde 1977 até ao presente)
Autores: Pat Mills, Kevin O’Neill, Ian Gibson
e) Tecnologia e Ficção Científica na BD portuguesa
e.1) Jayme Cortez: Os Dois Amigos na Cidade dos Monstros Marinhos, Uma Espantosa Aventura, Os Seis Terríveis - histórias publicadas n'O MOSQUITO
Fernando Bento: Adaptações de clássicos de Júlio Verne - publicadas no DIABRETE
Vitor Péon: O Segredo do oceano;
António Barata: Pânico no Ar - publicada no SENHOR DOUTOR
José Garcês: O Império Enlutado - publicada n'O MOSQUITO
Monteiro Neves: Baroon - publicado n'O MOSQUITO
Nuno San Payo: O Mistério de Castel-Diablo - publicado no CAMARADA
Júlio Resende e Jorge Brandeiro: Viagem à Estratosfera - publicado no PAPAGAIO
Jorge Brandeiro: Uma aventura no Planeta Zúrius
e.2)
Fernando Relvas: Rosa-Delta-Sem-Saída - publicada no TINTIN
Vitor Mesquita: Eternus 9; Trilogia com Tejo ao Fundo; Sindroma de Babel + inéditos
Augusto Mota e Nelson Dias: Wanya - Escala em Orongo
Zé Paulo e outros autores da Visão
Luís Louro: Eden 2.0
Luís Diferr: Os Deuses de Altaír
José Ruy: A Ilha do Futuro
- Prémios Nacionais de BD 2007:
Melhor Álbum Português/Argumento e Desenho
Tratado de Umbografia, de Luís Henriques e JC Fernandes
Melhor Álbum Estrangeiro
Alguns meses em Amélie, de Jean-Claude Denis
Melhor Álbum de Tiras Humorísticas
Há vida em Markl 2: Opus, de Nuno Markl
Melhor Álbum Português em Língua Estrangeira
Merci Patron, de Rui Lacas
Clássicos da 9ª arte
A trágica comédia ou cómica tragédia de Mr. Punch, de Neil Gaiman e Dave McKean
Melhor Fanzine
Venham + 5, colectivo da Bedeteca de Beja
- 19º Concurso de BD
Exposição dos trabalhos concorrentes e dos vencedores dos dois escalões etários
Piso -1 (Nave Cósmica)
- Colectiva de BD de Ficção Científica da China:
Autores: Yu Lu e Hong Lee
- Liberatore: RankXerox vs Lucy
- Star Wars
Em parceria com o Star Wars Clube de Portugal
- Retrospectiva de Tara McPherson
Em parceria com a editora KingPin of Comics
- Cyril Pedrosa
Em parceria com o Institut Franco-Portugais
- 60 Anos de TEX
- Homenagem a João Abel Manta
Autores: banda desenhada, ilustradores, cartoonistas e caricaturistas
Exposição que esteve patente no CNBDI, em parceria com a Humorgrafe e Pedra no Charco
- Espaço Infantil
Espaço dedicado aos mais novos com exposições de Carla Pott (vencedora do Prémio Nacional de BD para o Melhor Álbum de Ilustração Infantil 2007); Emmanuel Guibert e Mathieu Sapin (Sardine de l’Espace) e Exposição STOP TBC/Luís Figo
- BD e Voz
Em parceria com a Amnistia Internacional
- BD e Música
Exposição das pranchas dos primeiros 3 livros/discos desta colecção: BDFado (com desenhos de Nuno saraiva); BD Rock-Pop Português (com desenhos de Alex Gozblau) e BD Música Clássica (com desenhos de Jorge Mateus)
Em parceria com a Tugaland, Edições Multimédia
- Zblu Cops
Exposição que explica, através de painéis e multimedia, como se passa de uma banda desenhada para um videojogo
Em parceria com a Biodroid Entertainment
- Amnistia Internacional em BD
- João Mascarenhas
Exposição de O Menino Triste
Além do Fórum Luís de Camões, as exposições do FIBDA são descentralizadas por outros espaços da Amadora:
GALERIA MUNICIPAL ARTUR BUAL
- Zero Figura - Homenagem a José Garcês
CASA ROQUE GAMEIRO
- Cristina Valadas: Prémio Nacional de Ilustração Infantil da DGLB com o livro “O Rapaz que sabia acordar a Primavera”, com texto de Luísa Dacosta (Edições ASA)
RECREIOS DA AMADORA
- Concurso de Cartoon
- Carlos Laranjeira, Ricardo Galvão e Louis Hellman
CNBDI
- Como se desenham os sonhos – História da Amadora em BD, Homenagem a José Ruy
Exposições paralelas
ESCOLA SUPERIOR DE TEATRO E CINEMA
- Desenhar a Música, de José Garcês (de 28 de Outubro a 9 de Novembro)
NÚCLEO MUSEOLÓGICO DO MFA
REGIMENTO DE ENGENHARIA 1, PONTINHA
- BD’s de Abril, colectiva (até Abril de 2009)
HORÁRIOS DAS EXPOSIÇÕES:
Núcleo Central
Fórum Luís de Camões
R. Luís Vaz de Camões
Brandoa
2ª, 3ª, 4ª, 5ª feira, domingo e feriado – das 10h às 20h
6ª feira e sábado – das 10h às 23h
Casa Roque Gameiro
Largo 1º de Dezembro
Venteira
21 492 92 35 (telefone)
3ª feira a sábado – das 10h às 12.30h e das 14h às 17.30h
encerra à 2º feira, domingo e feriado
Galeria Municipal Artur Bual
Av. MFA – edifício dos Paços do Concelho
Mina
21 436 90 66 (telefone)
3ª a 6ª feira – das 10h às 12.30h e das 14h às 18h
sábado, domingo e feriado – das 15h às 18h
Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem
Av. do Brasil 52 A
Falagueira
21 499 89 10 (telefone)
2ª a 6ª feiras – das 9.30h às 12.30h e das 14h às 18h
sábado e domingo – das 14h às 19h
Recreios da Amadora
Av. Santos Matos
Venteira
21 492 73 15 (telefone)
3ª feira a domingo – das 14h às 17.30h
encerra à 2ª feira
Publicado por João Carvalho Fernandes às 07:30 PM | Comentários (2) | TrackBack
outubro 30, 2008
E SE MCCAIN GANHAR?

Como é que os ratos (no PSD e principalmente no CDS) que em Portugal nos últimos dias viraram a casaca e depois do apoio a McCain passaram a apoiar Obama vão reagir?
Provavelmente vão ficar caladinhos.... que nem ratos!
Publicado por João Carvalho Fernandes às 09:30 AM | Comentários (0) | TrackBack
outubro 29, 2008
GEBALIS (XII)
Legislativas 2005
AS BANDEIRAS POLÍTICAS DA NOVA DEMOCRACIA
2005-01-14 11:17:41
Foram aprovadas em Alcobaça as principais Bandeiras Políticas da Nova Democracia. Reflectem propostas ousadas e firmes, respeitando ao mesmo tempo a objectividade e clareza.
Políticas:
1. Defesa do Presidencialismo.
2. Redução para metade de todos os cargos políticos.
3. Extinção das Empresas Municipais.
Económicas:
1. Criação de um Serviço Comunitário, a prestar pelos beneficiários do Rendimento Mínimo e do Subsídio Social de Desemprego.
2. Introdução da Taxa Única no IRS.
3. Diminuição do IVA nos sectores económicos estratégicos (como a Restauração e o Turismo) e opção por parte dos contribuintes pelo pagamento trimestral ou semestral.
Sociais:
1. Não aceitação da substituição da Família pelo Estado, na educação sexual dos filhos.
2. Admissão da possibilidade de adopção apenas por casais heterossexuais.
3. Rejeição do casamento entre pessoas do mesmo sexo, em nome do direito à diferença.
Publicado por João Carvalho Fernandes às 10:30 PM | Comentários (0) | TrackBack
GEBALIS (XI)
Texto de Jorge Ferreira, publicado no Semanário de 13 de Julho de 2007
O MILAGRE DE LISBOA
De repente a corrupção desapareceu. A Bragaparques desapareceu. A sindicância desapareceu. Lisboa passou apenas a ter uma Câmara endividada. Carmona Rodrigues, o rosto da decadência de Lisboa, o rosto da inépcia política, também nunca existiu. Foi o seu espectro que andou por lá. As eleições fizeram milagres.
No domingo os lisboetas vão votar para a Câmara de Lisboa. O mais provável é que as eleições não resolvam os problemas essenciais da cidade. O estado a que chegou a Câmara exige, mais do que mezinhas de mercearia, mais do distribuição de negócios pelos vários interesses que se agrupam em redor de quem cheira a poder, uma ruptura. Há provas que será assim: António Costa já prometeu dar responsabilidades a todos. O que significa que o essencial continuará na mesma. Quando um mero vereador da oposição sem pelouro consegue empregar 11 assessores, como foi o caso de Sá Fernandes, podemos avaliar o que aí vem: mais uma rodada de emprego partidário.
Uma ruptura desde logo política e ideológica, que transcende o arranjo do passeio esburacado, a lavagem das ruas imundas que fazem lembrar os relatos dos séculos de antanho, ou a estatueta a inaugurar num domingo de manhã.
Como é evidente nenhum dos candidatos que ocupam os primeiros lugares das sondagens fará essa ruptura que é tão necessária quanto urgente. Nenhum deles, por exemplo, limpará a Câmara do emprego partidário que suga as depauperadas finanças municipais. Se fossem capazes disso e, sobretudo, se o quisessem já o teriam feito enquanto estiveram na Vereação a viabilizar à vez e em rotatividade as várias votações que nos últimos anos enterraram Lisboa no lodo da suspeita e da estagnação.
Apenas um exemplo: foi preciso que a Nova Democracia fizesse a proposta de extinção de todas as empresas municipais há dois anos para que os partidos do sistema começassem a defender a extinção de algumas. A verdade é que nem uma desapareceu.
Por isso, o voto útil no domingo não é em quem presumivelmente vai ser eleito, uma vez que já se sabe que seja quem for não tocará no essencial, mas em quem pode abanar o sistema de ineficácia e de tráfico de diversas e variadas influencias que enxameiam a Câmara. O leitor imaginará que defendo o voto no Partido da Nova Democracia. Lisboa precisa de uma nova Democracia como de pão para a boca.
Publicado por João Carvalho Fernandes às 09:00 PM | Comentários (0) | TrackBack
GEBALIS (X)
“Carmona rejeita extinguir Gebalis” Publicado em 11.07.2007
Carmona Rodrigues pediu “bom senso” a António Costa, que, anteontem, criticou veemente o funcionamento da Gebalis, dizendo estar mais preocupado com “jogos políticos” do que com os bairros camarários.
Eleições em Lisboa
09-07-2007 21:43
António Costa não quer extinção da Gebalis
Apesar dos vários pedidos para a extinção da Gebalis, a empresa que gere os bairros municipais, o candidato do PS admite que a empresa precisa mudar “radicalmente”, mas não aceita a sua extinção.
Publicado por João Carvalho Fernandes às 07:30 PM | Comentários (0) | TrackBack
GEBALIS (IX)
julho 10, 2007
Monteiro contra o "cancro" das empresas municipais
Com a devida vénia ao Expresso
Manuel Monteiro não poupa nos adjectivos quando fala de empresas municipais: “cancro”, “erva daninha”, “senhores feudais”, “senhores absolutistas”, “escândalo”, “imoral”. Hoje visou em particular a EPUL, Empresa Pública de Urbanização de Lisboa, mas enquanto falava desta, alargava as críticas a todo o universo de empresas da autarquia, cuja extinção é “uma prioridade” para o candidato do Partido da Nova Democracia (PND).
À porta da sede da EPUL, acompanhado da sua mandatária e mais sete apoiantes, o presidente do PND apontou baterias a uma empresa que, acusa, “contraria os princípios da actividade privada, faz concorrência desleal às restantes empresas e tem servido ao longo dos anos para colocação de amigos e completar salários de vereadores da Câmara Municipal de Lisboa, incluindo do presidente”.
Dado seis exemplos concretos de casos em que a EPUL terá, em sua opinião, beneficiado de privilégios injustificados, contornado a lei, defraudado as expectativas dos munícipes ou “desviado o erário público”, Monteiro deixou a acusação: “Existem senhores feudais e estruturas feudais em Lisboa, partilhadas por quase todas as forças políticas com responsabilidades [na autarquia] nos últimos anos.”
O presidente do PND notou que, com a única excepção de José Sá Fernandes, todos os outros candidatos se calaram sobre as situações que levaram ao colapso da CML. “É um escândalo”, disse, que “temas polémicos sobre a governação de Carmona Rodrigues antes das eleições deixaram de estar na agenda durante esta campanha. Temas que chegaram a ser alvo de investigação policial, ninguém toca nesta campanha”. “Um silêncio ensurdecedor das forças políticas principais”, notou Monteiro.
Publicado por João Carvalho Fernandes às 06:00 PM | Comentários (0) | TrackBack
GEBALIS (VII)
julho 09, 2007
CML: Nova Democracia exige demissão do presidente da Gebalis

Com a devida vénia ao Diário Digital / Lusa
A lista da Nova Democracia à Câmara de Lisboa, encabeçada por Manuel Monteiro, exigiu este domingo que o presidente da Gebalis se demita ou renuncie à sua candidatura na lista «Lisboa com Carmona».
O partido reagiu assim a uma notícia do jornal Público, que revela que a empresa municipal Gebalis fez propaganda de um concerto do cantor Toy, autor do hino de campanha de Carmona Rodrigues e participante em iniciativas de campanha do candidato independente, que nas anteriores eleições autárquicas concorreu pelas listas do PSD.
Em comunicado, a lista afirma que a candidatura de Carmona Rodrigues «está a utilizar através da Gebalis, Empresa Municipal, dinheiro dos contribuintes para organização de festas e contratação de cantores».
«A lista da Nova Democracia lembra que o presidente da Gebalis é candidato na lista do Prof. Carmona Rodrigues e o cantor contratado para a referida festa tem sido utilizado nas acções de campanha do ex-presidente da Câmara», lê-se na nota.
Por isso, a lista da Nova Democracia considera que esta situação «é inadmissível e deve motivar a demissão imediata do Presidente da Gebalis ou a sua renúncia de candidato na lista 'Lisboa com Carmona'».
Também hoje o candidato do PSD à Câmara de Lisboa, Fernando Negrão, exigiu a demissão do presidente da Gebalis e anunciou que irá apresentar uma queixa à Comissão Nacional de Eleições por aquela empresa municipal estar a financiar a campanha do ex-presidente da autarquia.
Segundo o Público, o panfleto, com uma fotografia a cores do cantor Toy dizia: «A Gebalis, EM convida os moradores dos bairros dos Alfinetes, Salgadas, Marquês de Abrantes, Quinta do Chalé, Condado, Ourives para assistir ao concerto do Toy», anunciado para «das 17h00 às 24h00» no Bairro das Salgadas, «entre os lotes 601 e 602».
O símbolo oficial da Gebalis, empresa municipal que gere os bairros sociais da Câmara de Lisboa e que é presidida por Francisco Ribeiro, candidato a vereador na lista de Carmona Rodrigues, surgia no prospecto, ainda de acordo com o Público.
Publicado por João Carvalho Fernandes às 04:30 PM | Comentários (0) | TrackBack
GEBALIS (VI)
junho 15, 2007
Manuel Monteiro defende extinção da Gebalis
O cabeça-de-lista do Partido da Nova Democracia (PND) à Câmara de Lisboa, Manuel Monteiro, defendeu hoje a extinção da empresa que gere os bairros municipais, Gebalis, que afirma servir de «sindicato de votos do PS e PSD».
Com a devida vénia ao Diário Digital
«Temos uma política de habitação social de há uma série de anos a esta parte virada para um sindicato de votos do PS e do PSD», afirmou à Lusa Manuel Monteiro, que hoje foi recebido pelo conselho de administração da Gebalis.
O candidato do PND afirma que lhe foi hoje dito pelos responsáveis da empresa que existem moradores dos bairros sociais com uma segunda habitação fora de Lisboa, embora não tenha avançado números.
«É escandaloso que existam pessoas com carros topo de gama nestes bairros que beneficiam da protecção da Câmara em termos de habitação, quando a classe média tem vindo a ser expulsa da cidade porque não tem capacidade financeira para comprar casa em Lisboa», sublinhou.
Segundo Manuel Monteiro, «ninguém fala nisto porque existem 25 mil fogos geridos pela Gebalis que correspondem a 100 mil pessoas, o que num concelho com 500 mil eleitores é muito significativo».
«Os candidatos fazem contas e sabem que para ganhar a Câmara precisam ter os bairros sociais a seu lado», acusou.
Manuel Monteiro quer «extinguir esta lógica de empresas que servem de sindicatos de votos» e propõe concessionar a gestão dos bairros municipais a uma empresa privada.
«Com a concessão a privados haverá uma política de fiscalização muito mais objectiva. As pessoas que danificarem as casas, por exemplo, serão convidadas a sair», sustentou.
Manuel Monteiro afirma que tem «perfeita consciência que existem pessoas que precisam de habitação social», mas considera que «em nome da ajuda a quem precisa, está-se a subsidiar quem não precisa à custa do erário público».
Diário Digital / Lusa
Publicado por João Carvalho Fernandes às 03:00 PM | Comentários (0) | TrackBack
GEBALIS (V)
E para terminar mais alguns factos interessantes, surgidos em pesquisa sobre estes três:
Eleições Intercalares em Lisboa:
Lisboa com Carmona
Candidatos Efectivos
1. António Pedro de Nobre Carmona Rodrigues
2. Pedro José Del-Negro Feist
3. Gabriela Maria Chico de Cardoso Seara
4. José Pedro de Sande e Lemos Ramos Ascensão
5. Pedro Miguel Costa Félix Madeira Rodrigues
6. Maria Manuela Martins Vieira de Almeida
7. José Francisco Rocha Borges dos Reis Ribeiro
8. Ana Cristina de Sousa Ferreira Centeno Fragoso
9. Isabel Maria Pinto da Conceição Elias
10. Carlos Alpoim Vieira Barbosa
11. José Manuel Henriques da Silva Ramos
12. Ana Paula Aragão Pires de Carvalho de Mira Coelho
13. Eugénio Viassa da Purificação Monteiro
14. Fernando José Pires Santana
15. Maria Gorete Gonçalves dos Santos Carvalho
16. Mário Alberto Freire Moniz Pereira
17. Carlos Miguel Gomes Fernandes Fontão de Carvalho
Candidatos Suplentes
1. José da Silva Moreira
2. Maria Paula Montenegro Azevedo Chaves Laborde
3. João António Almeida Petornilho Marrana
4. Miguel Teixeira Ferreira Roquette
5. Isabel Maria Cardoso dos Santos Duarte
6. José da Costa-Cabral D'Aguiar
7. Teresa dos Reis Chaves Paradela de Oliveira Azevedo
8. Maria Isabel Carvalho de Aguiar Câmara
9. Ana de Ataíde Pinto Mascarenhas Avillez Duarte
10. Rui Jorge Correia do Carmo
11. Jorge Manuel Pedrosa Ventura Marques
Finanças
Venda Electrónica Bens Penhorados
Nº Venda: 3247.2007.117
Ano Civil: 2007
Preço Base de Venda: 212.520,00€
Estado da Venda: Em Curso
Serviço de Finanças: Lisboa-2
Modalidade: Carta Fechada
Características:
TERRENO PARA CONSTRUÇÃO (AFECTAÇÃO A HABITAÇÃO) COM AREA TOTAL DO TERRENO DE 11.340 M2, AREA DE IMPLATAÇÃO DE EDIFICIO DE 3.720 M2 E AREA BRUTA DE CONSTRUÇÃO DE 4.239 M2, SITO EM LUGAR DA NAVE (ESTRADA NACIONAL 267) 8550-201 MONCHIQUE..
INSCRITO (SF0809-MONCHIQUE) NA MATRIZ PREDIAL URBANA DA FREGUESIA DE MONCHIQUE, SOB O ARTIGO Nº. 4509. DESCRITO NA CONSERVATÓRIA DO REGISTO PREDIAL DE MONCHIQUE, SOB O Nº5049/20071123, DA MESMA FREGUESIA.
Nome dos Executados: LUXILAPA INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS LDA
Fiel Depositário: LUXILAPA INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS LDA (Telf: 3193360)
Mediador:
Local, prazo e horas para examinar o bem: 2008-09-01 10:00:00 - 2008-11-05 16:00:00 (Fiel Depositário: Mário Jorge Ribeiro Peças (Administrador da executada),
Data/hora limites para aceitaçao das propostas: 2008-08-22 às 00:00 a 2008-11-05 às 16:00
Data/hora e local para abertura das propostas: LISBOA, 2008-11-06 às 10:00
..........Soube que o nosso ministro dos Assuntos Parlamentares Marques Mendes (sim, aquele cujo secretário de Estado é o 'chulo' do Carlos Costa Neves) nomeou como assessora do seu ministério uma advogada sua amiga. Tudo bem, nada de especial quanto a isto (somos o país das cunhas). Agora atente-se bem à módica quantia mensal que é auferida pela Srª advogada: 3073€ + IVA!!! Líquidos!! O gabinete do Sr. Ministro já veio a público esclarecer que o seu trabalho técnico justificava o ganho. O que ninguém soube esclarecer foi que trabalho tão valioso era este. Ainda para mais que o salário de um funcionário da administração pública com a categoria da Srª. Advogada é entre 1893€ e 2792,97€ (para um funcionário com já 'alguns' anos de serviço). Esta Srª. Drª. Clara Regina Machado da Costa bate assim um recorde e cota-se como a funcionária pública com um dos mais elevados (senão o mais elevado) ordenados em tão escasso tempo de serviço (1 ano).
Publicado por João Carvalho Fernandes às 01:30 PM | Comentários (0) | TrackBack
GEBALIS (IV)
in: site da CML
CURRICULUM VITAE
INFORMAÇÃO PESSOAL
Nome CLARA REGINA MACHADO DA COSTA
Nacionalidade Portuguesa
Data de nascimento 31 de Outubro de 1974
Sexo Feminino
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
• Data, Local Setembro de 2004 a Dezembro de 2005, Oeiras
• Função ou cargo ocupado Técnica Superior Jurista
• Principais actividades e responsabilidades Elaboração de pareceres jurídicos, na área do Direito Administrativo, Direito do Urbanismo, Direito Autárquico e Obrigações.
• Entidade empregadora Câmara Municipal de Oeiras – Gabinete de Contencioso e Apoio Jurídico
• Tipo de empresa ou sector Administração Autónoma do Estado
• Data, Local Agosto de 2004 a Fevereiro de 2005, Lisboa
• Função ou cargo ocupado Assessora Jurídica
• Principais actividades e responsabilidades Análise jurídica e sócio-política de diplomas legislativos, nomeadamente da agenda das Reuniões de Secretários de Estado e Conselho de Ministros; responsável pela ligação e acompanhamento da actividade da Comissão de Protecção às Vitimas de Crimes Violentos e do Instituto das Tecnologias e Informação da Justiça.
• Entidade empregadora Gabinete do Secretário de Estado de Justiça, Dr. Miguel Macedo
• Tipo de empresa ou sector Administração Central do Estado
• Data, Local Dezembro de 2002 a Julho de 2004, Lisboa
• Função ou cargo ocupado Assessora Jurídica
• Principais actividades e responsabilidades Análise jurídica e sócio-política de diplomas legislativos, acompanhamento de processos de reformas legislativas em curso na Assembleia da República, assessoria directa ao Ministro e acompanhamento dos membros do Governo quando em deslocações à Assembleia da República. Acompanhamento permanente da elaboração do Código do Trabalho e da sua legislação especial.
• Entidade empregadora Gabinete do Ministro dos Assuntos Parlamentares, Dr. Luís Marques Mendes
• Tipo de empresa ou sector Administração Central do Estado
• Data, Local Novembro de 2002 a Julho de 2004, Lisboa
• Função ou cargo ocupado Secretária-Geral
• Principais actividades e responsabilidades Coordenação e gestão de iniciativas, incremento de relações externas, gestão de comunicação e imagem, organização interna e apoio à Direcção da Associação; responsável pela gestão e superintendência dos restantes prestadores de serviços.
• Entidade empregadora Associação Nacional dos Jovens Advogados Portugueses - ANJAP
• Tipo de empresa ou sector Associação Privada
• Data, Local Junho de 2001 até ao momento, Fafe
• Função ou cargo ocupado Advogada
• Principais actividades e responsabilidades Escritório de advogados com mais dois sócios, onde exerce advocacia, essencialmente nas áreas do Direito Civil, Registos e Notariado, Direito Penal e Laboral. Actualmente, por residir em Lisboa, esta actividade cinge-se a uma colaboração menos permanente.
• Entidade empregadora Sociedade de Advogados José António Gonçalves & Clara Costa
• Tipo de empresa ou sector Profissional Liberal
• Data Janeiro de 1999 até ao momento
• Função ou cargo ocupado Formadora
• Principais actividades e responsabilidades Vários cursos onde foi responsável por módulos da área do Direito, da Comunicação, de organização pessoal e social e sobre temas do mundo actual (no anexo I, encontra-se a listagem dos cursos em que participou).
• Entidade empregadora Empresas de Formação Profissional, empresas com centros de formação e instituições creditadas para promoção de formação profissional
• Tipo de empresa ou sector Entidades públicas e privadas
• Data, Local Setembro de 1998 a Maio de 2001, Guimarães
• Função ou cargo ocupado Advogada
• Principais actividades e responsabilidades Sociedade onde fez o estágio de advocacia com aproveitamento e que terminou em Janeiro de 2001, tendo permanecido ao seu serviço mais seis meses.
• Entidade empregadora Sociedade de Advogados “Fernando Alberto, Gomes Alves, Marcos da Silva, José Vieira de Castro & Associados”
•Tipo de empresa ou sector Profissional Liberal
• Data, Local Dezembro de 1996 a Junho de 1998, Lisboa
• Função ou cargo ocupado Assessora de Direcção
• Principais actividades e responsabilidades Coordenação e gestão de iniciativas, organização interna e apoio à Direcção da Associação; responsável pelo quadro de recursos humanos da Associação.
• Entidade empregadora Associação Académica de Lisboa
•Tipo de empresa ou sector Associação Privada
• Data Fevereiro a Junho de 1996, Lisboa
• Função ou cargo ocupado Assistente
• Principais actividades e responsabilidades Primeiro contacto com o mundo profissional da Justiça e do Direito, com funções de secretariado e serviço exterior.
• Entidade empregadora Sociedade de Advogados “José Figueiredo & Brito Camacho”
•Tipo de empresa ou sector Profissional Liberal
FORMAÇÃO ACADÉMICA
• Data Outubro de 1992 a Julho de 1998
• Designação do certificado ou diploma atribuído Licenciatura em Direito
• Classificação obtida 12 valores
• Estabelecimento de ensino ou formação Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa
• Principais disciplinas/competências profissionais Currículo clássico de Direito, tendo nos 4.º e 5.º anos optado pela vertente jurídico-política, em que as disciplinas base são o Direito Administrativo e o Direito Comunitário.
• Data Junho de 1992
• Designação do certificado ou diploma atribuído Conclusão do ensino secundário
• Classificação obtida 17 valores
• Estabelecimento de ensino ou formação Escola Secundária de Fafe
PÓS-GRADUAÇÕES
• Data Outubro de 2005 até ao momento
• Designação do certificado ou diploma atribuído Mestranda em Administração e Políticas Públicas
• Estabelecimento de ensino ou formação Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa – ISCTE, em Lisboa
• Classificação obtida Ainda não concluído
• Principais disciplinas/competências profissionais Desenvolver estudos especializados sobre temas da administração pública central e local ou sector e problemas de definição e implementação de políticas públicas em Portugal. Do ponto de vista curricular importa contribuir para o aprofundamento de competências adequadas a um processo de mudança do funcionamento da Administração Pública onde os valores da eficiência e da eficácia devem ser assumidos conjuntamente com os da equidade, transparência e efectividade.
FORMAÇÃO PROFISSIONAL
• Tema Curso sobre Segurança Social
• Entidade promotora Faculdade de Direito de Lisboa
• Duração 25 horas 30 minutos
• Principais disciplinas/competências profissionais Legislação sobre Segurança Social, sub-sistemas, reforma e contencioso.
• Tema Curso de Formação Profissional de Formadores
• Entidade promotora Associação Comercial e Industrial de Fafe, Cabeceiras de Basto e Celorico de Basto
• Duração 90 horas
• Principais disciplinas/competências profissionais Competências pedagógicas
LÍNGUA MATERNA PORTUGUÊS
OUTRAS LÍNGUAS
Outra (s) língua (s)
Compreender Falar Escrever
Compreensão oral Leitura Interacção oral Produção oral
Língua: Inglês Muito Bom Muito Bom Bom Bom Bom
Língua: Francês Muito Bom Muito Bom Bom Bom Suficiente
APTIDÕES E COMPETÊNCIAS SOCIAIS
Grande experiência de trabalho em equipa e de promoção de um convívio salutar em grupo, quer pela natureza das experiências profissionais, como pessoais, já que se dedica há vários anos ao associativismo e à intervenção cívica. Membro fundador da Associação Nacional dos Jovens Advogados Portugueses. Foi ainda, Vice-Presidente da Associação Académica de Faculdade de Direito de Lisboa, nos mandatos de 1994 a 1996; membro do Conselho Directivo da Faculdade de Direito de Lisboa e da Assembleia de Representantes, nos mandatos de 1995 a 1997; membro do Senado Universitário da Universidade de Lisboa e da sua Comissão Coordenadora, no mandato de 1994/96.
APTIDÕES E COMPETÊNCIAS DE ORGANIZAÇÃO
Concepção, coordenação e gestão de vários projectos, quer ao nível dos recursos humanos, financeiros e das formas organizacionais, nas entidades já referidas. Nomeadamente: a reestruturação empresarial, quer humana e financeira, da Editora Livreira da AAFDL; coordenação de vários eventos culturais, informativos e recreativos nas várias Instituições.
APTIDÕES E COMPETÊNCIAS TÉCNICAS
Aptidões e competências técnicas próprias da formação base e aquelas que adquiriu nas iniciativas de gestão de recursos humanos, financeiros e projectos nas actividades desenvolvidas
Bom domínio de equipamento utilizado em apresentações, debates ou conferências.
APTIDÕES E COMPETÊNCIAS INFORMÁTICAS
Óptimo domínio na óptica do utilizador de todas as aplicações informáticas do Microsoft Office e das ferramentas da Internet.
CARTA DE CONDUÇÃO Sim - L – 1635322 8
ANEXOS I – LISTAGEM DOS CURSOS DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL QUE MINISTROU
Anexo I
CURSOS DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL MINISTRADOS
• Data Maio a Julho de 2002
• Nome do promotor/ organizador Associação Sol do Ave, em Guimarães
• Curso Assistentes de Apoio à Comunidade
• Módulos ministrados Ética Profissional e Legislação Laboral – total de 60 horas ministradas
• Data Julho de 2001
• Nome do promotor/ organizador Associação para o Desenvolvimento Regional do Vale do Minho - ADREM
• Curso Assistentes de Apoio Pessoal e à Comunidade
• Módulos ministrados “Mundo Actual” e “Organização Pessoal e Social” – total de 120 horas ministradas
• Data Agosto de 1999 a Junho de 2000
• Nome do promotor/ organizador Centro de Formação da Empresa de Segurança Privada GRIPE
• Curso Curso Básico de Segurança Privada
• Módulos ministrados Formadora permanente dos módulos de Direito Constitucional e Direito Civil
• Data Novembro de 1999
• Nome do promotor/ organizador Orgefor, formação e organização, lda.
• Curso Curso de Formação Profissional de Formadores
• Módulos ministrados “Comunicação” – total de 10 horas
• Data Setembro de 1999
• Nome do promotor/ organizador Associação AGRA – Barcelos
• Curso Noções Básicas de Direito para Empresários Agrícolas
• Módulos ministrados Todos os módulos, num total de 28 horas
• Data Abril e Maio de 1999
• Nome do promotor/ organizador LFM, Lda. , em Felgueiras
• Curso Curso de Formação Profissional de Formadores
• Módulos ministrados “Enquadramento Legal da Formação Profissional”, “Animação de Grupos” e “Métodos e Técnicas Pedagógicas” – total de 30 horas
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GEBALIS (III)
in: site da CML
CURRICULUM VITAE
Nome: Mário Jorge Ribeiro Peças
Estado Civil: Casado, 2 filhos
Habilitações Literárias:
- Bacharelato Instituto Superior Economia e Gestão (antigo Instituto Comercial)
Experiência Profissional:
1956
- Banco Português do Atlântico
- Presta serviço no departamento de títulos – 1 ano
- Dependência do Conde Barão – 1 ano
- Agência de Almada (transferido por convite) em 1960, passa por mérito ao Quadro de Pessoal Maior, função de Contabilidade; Estrangeiro e Promoção Comercial
1964
- Serviço Militar Obrigatório
1966
- Banco do Alentejo ( por convite de Banco Borges e Irmão – então maioritários neste Banco)
- Instalação do serviço de Inspecção e Controle
- Instalação da Agência de Beja
- Reorganização da Agência de Sines
1967
- Banco Borges & Irmão
- 1º Gerente da Dependência dos Restauradores
1969
- Banco da Agricultura ( por convite )
- Instalação do serviço de Inspecção e Orientação Técnico/Comercial de Agências e Dependências
- No âmbito das funções exerceu o cargo de Gerente-Supervisor, por períodos mais ou menos longos, nas seguintes Dependências e Agências:
- Estrela
- Praça do Chile
- S. Sebastião
- Dependência/Sede
- Filial/Porto
- Figueira da Foz
- Nazaré
- Celorico da Beira
- Seixal
- Portalegre
- Aljustrel
-Ferreira do Alentejo
- Lagos
- Montagem do sistema de apoio e captação de poupanças (emigração) em Inglaterra (Londres)
1975
- Por delegação das Comissões de Nacionalização da Banca (Banco de Portugal) integra várias Comissões de integração nas delegações de Bancos Nacionais
- Brasil
- França
- Luxemburgo
- Alemanha
1978
- União de Bancos Portugueses (fusão dos Bancos de Agricultura-Angola-Pinto de Magalhães)
- Nomeado Gerente da Zona
- Responsável pela Área Ocidental da grande Lisboa, supervisionando 16 Balcões
- Nesta fase por Delegação da Administração é nomeado Administrador-Delegado das seguintes empresas, onde o Banco era o maior credor:
- Companhia de Comércio e Criação de Gados, SARL (TOBOM) – Lisboa
- Sociedade Panificadora Nova Vouga, SARL – Sever de Vouga
1986
- Nomeado para instalar o Balcão principal do Banco na Av. José Malhoa
- Executa a Gestão desta Unidade
1989
- Nomeado Director Regional da área Oriental de Lisboa
- Supervisão dos Balcões
- Praça do Chile
- Almirante Reis
- Paiva Couceiro
- Olivais
- Praça de Londres
1991 (Dezembro)
- Atinge a antiguidade máxima (35 anos) que permite a reforma antecipada (por comum acordo) com direito a 100% das remunerações contratuais
1992 (Janeiro)
- Aposentação por comum acordo
1992 (Fevereiro)
- PAVITRAÇO – Sinalização Rodoviária, Lda.
- Gerente – Delegado
- Responsável pela Gestão Corrente (Comercial, Administrativa e Financeira)
1994 (Junho)
- CONSTRUÇÔES CEREJO DOS SANTOS, S.A:
- Assessor da Administração para a Área Comercial
1995 (Julho)
- CUBIERTAS &MZOV, S.A. (Espanha)
- Director Comercial para Portugal
1995 (Outubro)
-Nomeado Administrador não Executivo da Empresa GEBALIS – Gestão dos Bairros Municipais de Lisboa, E.M.
2003 (Maio)
-Reconduzido como Administrador não executivo do Conselho de Administração da Empresa GEBALIS – Gestão dos Bairros Municipais de Lisboa, E.M.
2004 (Dezembro)
-Nomeado Administrador Executivo do Concelho de Administração da Empresa GEBALIS – Gestão dos Bairros Municipais de Lisboa, E.M.
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GEBALIS (II)
in: site da CML
Curriculum Vitae
Francisco Reis Ribeiro
Dados pessoais
Nome: José Francisco Rocha Borges dos Reis Ribeiro
Data de nascimento: 02-02-1971
Estado civil: Casado
Situação Militar: Reserva territorial
Formação Académica
. Licenciatura de História na Universidade Lusíada – Área Científica – Média final de 14 valores.
. Frequência do Mestrado em Ciências da Educação (curricular) – Universidade Nova de Lisboa.
. Frequência do 3º ano da licenciatura de Direito na Universidade Católica Portuguesa (1990/1994).
Formação Complementar
. Pré-inscrição na AESE – Escola de Direcção de Negócios, PDE – Programa de Direcção de Empresas, a iniciar em Maio de 2005.
. Inglês, falado e escrito (12º nível do Instituto Britânico)
. Francês, falado e escrito
. Espanhol, bons conhecimentos
. Participação nas acções de formação:
- Windows e Word
Experiência Profissional
. Director Municipal de Acção Social, Educação e Desporto na Câmara Municipal de Lisboa – Desde Janeiro de 2003.
. Adjunto da Vereadora Maria Helena Lopes da Costa - Pelouros Acção Social, Habitação Social e Educação da Câmara Municipal de Lisboa – 2002.
. Docente no Instituto Politécnico de Tomar (Equiparado a Professor Adjunto)
Disciplinas de História – Licenciatura em Administração Pública; História Económica e Social – Licenciatura em Gestão de Comércio e Serviços (Ano lectivo 2003/2004 e 2004/2005)
Disciplinas de Introdução à Gestão e Gestão de Recursos Humanos (Ano lectivo 2002/2003)
. Docente Instituto Superior de Novas Profissões
Cadeira de Ética e Deontologia da Profissão do 4º ano - Curso Turismo/Património (de 2001 a 2003)
. Director de Projecto na Associação das Oficinas Oficina Romani, escola de formação profissional e escolar para etnia cigana, que funciona desde Outubro de 1997. Projecto criado para apoio à comunidade cigana que residia no Antigo Bairro do Irmão Pobre (em Algés) demolido para a construção da CRIL.
. Responsável pela preparação do Projecto Oficina Romani/Setúbal – 1998/99. Com o objectivo de promover a inserção social e profissional de jovens de etnia cigana.
. Estágio na Fundação Evangelização e Culturas/ Associação Regresso das Caravelas de Setembro de 1995 a Julho de 1997, nas áreas do apoio e formação de voluntários para acções em países africanos de expressão portuguesa, bem como actividades de divulgação de Cultura Africana.
Participação em Actividades e Acções de Formação
. Voluntário no Antigo Bairro do Irmão Pobre, desde 1990, em actividades de ocupação de tempos livres das crianças e adolescentes.
. Participação no grupo de trabalho com o objectivo de recolha de livros para a constituição da biblioteca de Universidade Católica de Moçambique, promovida pela Fundação Evangelização e Culturas, Outubro 1996.
. Responsável pela organização da participação portuguesa, com 350 jovens, no Encontro Internacional das Equipas de Jovens de Nossa Senhora, em Ars, França, em Agosto de 1997.
. Responsável pela organização dos Encontros Formação de Responsáveis e Formadores das Equipas de Jovens de Nossa Senhora, em Novembro de 1997 e em Novembro de 1998, com cerca de 200 participantes por encontro.
. Responsável pela organização e coordenação dos Encontros Nacionais das Equipas de Jovens de N.S., Abril de 1997 e Maio de 1999, com a participação de cerca de 800 participantes por encontro.
. Participação como orador no Tema “A Intervenção Social junto das Minoria Étnicas”, no Seminário “Formar contra a Exclusão”, promovido pela Associação Fernão Mendes Pinto, em Dezembro de 1998
. Participação no Seminário “Terceiro Sector. Conhecem-no?”, promovido pela Rede Europeia Anti-pobreza/Portugal, sobre o relacionamento entre os Media o as ONG`s, em Julho de 1999
. Participação como orador no Seminário “Os ciganos na educação: um desafio, uma mudança a construir...”, promovido pela C. M. de Reguengos de Monsaraz, em Outubro de 1999.
. Participação como orador no Painel/debate “Como preencher a vida!”, realizado na Universidade Lusíada, com o Prof. Dr. João César das Neves, o Eng. Luís Coimbra e a Prof. Dra. Teresa Coelho, em Novembro de 1999.
. Participação como orador no lançamento do livro “Ciganos e Educação”, promovido pelo Instituto das Comunidades Educativas, a 24 de Novembro de 1999.
. Participação no IV Seminário Europeu “Juventude e Emprego na União Europeia” e I Fórum Municipal Emprego e Desenvolvimento, promovido pela C. M. de Cascais, em Novembro de 1999.
. Participação como observador na XX Assembleia Geral da UCCLA – União das Cidades Capitais Luso – Afro – Américo – Asiáticas, em Luanda de 17 a 19 de Novembro de 2004.
. Participação como orador no Workshop sobre Tecnologias de Apoio, promovido pela LPDM – Centro de Recursos Sociais, 15 de Novembro de 2004.
. Participação no VII Comité de Políticas de Promoção Social e IV Encontro da Luta Contra a Pobreza Urbana/Rede 10 URB-AL – Inclusão e Promoção Humana: Estratégias das Cidades para garantia dos Direitos Humanos, na cidade de São Paulo, Brasil em de 8 a 10 de Novembro de 2004.
. Assembleia Geral a UCCLA
. Responsabilidade Social das Empresas – Integração de Pessoas com de Deficiência.
. Seleccionado pelo German Marshall Fund of the United States/ Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento para o Programa Marshall Memorial Fellowship, que consiste numa deslocação de três semanas aos Estados Unidos da América para conhecimentos e troca de experiências de liderança, participação cívica, cultura, politica, negócios, entre outros. Esta deslocação está prevista para Julho de 2005.
Outras Actividades
. Actividades nas Equipas de Jovens de Nossa Senhora (movimento associativo de jovens com cerca 1400 membros).
- Director da equipa de redacção da “Partilha” (jornal do movimento, com 1200 assinaturas e periodicidade mensal) e membro do Secretariado Nacional entre 1993 e 1995.
- Responsável pela coordenação do Sector de Lisboa (com cerca de 800 membros) de Julho 1996 a Julho de 1997.
- Responsável Nacional do Movimento desde Julho 1997 a Maio de 1999.
. Monitor nos campos de férias SAIREF, para jovens dos 14 aos 16 anos, de 1995 a 1997.
. Membro do Conselho Paroquial de Santa Maria de Belém (Jerónimos), para as actividades na área do apoio social, entre 1995 e 1998.
. Servita de Nossa Senhora de Fátima.
. Sócio da Associação Cristã de Empresários e Gestores.
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GEBALIS (I)
PROPOSTA N.º 39/2006
Considerando que:
A Gebalis – Gestão dos Bairros Municipais de Lisboa, E.M., tem como principal objecto a gestão social, patrimonial e financeira dos bairros municipais;
As cidades são feitas por quem nelas mora. Lisboa é uma Cidade rica pela sua diversidade cultural, étnica, social e económica. Os bairros de Lisboa afirmaram-se pelas suas vivências, as actividades económicas e sociais traçaram as características de bairros que se afirmaram na Cultura e Tradição de Lisboa.
Os realojamentos deram a dignidade habitacional merecida a qualquer cidadão, a requalificação do espaço público, a conservação e manutenção do edificado, a construção de equipamentos de apoio têm sido a linha de actuação da autarquia, no sentido de dignificar e melhorar a vida dos que vivem nos Bairros de Gestão Municipal;
A sustentabilidade económica e social dos Bairros é essencial à melhoria das condições de vida dos que neles vivem. O sentido de pertença a uma comunidade, a participação nas decisões e responsabilidade dessa comunidade melhora a integração no bairro, melhora a qualidade de vida do bairro, melhora a gestão de recursos do bairro;
Os Bairros de Lisboa têm características próprias, problemas comuns e problemas específicos, uma tradição consolidada ou o desafio de construção de uma nova comunidade;
Se torna prioritário implementar uma política de diagnóstico, participação, colaboração e responsabilização de todos os intervenientes na construção das redes de solidariedade (formais e informais), actividades económicas, prevenção da criminalidade, Educação e Saúde para a melhoria das condições de vida dos habitantes dos Bairros Municipais de Lisboa;
A GEBALIS – Gestão dos Bairros Municipais de Lisboa, E.M. – é uma Empresa Municipal, cujo Conselho de Administração é composto por um Presidente e dois vogais;
O mandato dos membros do órgão supra referido é coincidente com o dos órgãos autárquicos;
Nos termos da alínea i), do n.º 1, do artigo 64.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro e do n.º 2, do artigo 5.º dos Estatutos da GEBALIS, compete à Câmara Municipal nomear os membros do Conselho de Administração desta empresa;
Tenho a honra de propor que a Câmara delibere, ao abrigo das disposições legais já mencionadas, e das previstas nos artigos 7.º e 10.º dos Estatutos da GEBALIS, nomear, para Presidente do Conselho de Administração da empresa, o Exmo. Senhor José Francisco Rocha Borges dos Reis Ribeiro, cujo curriculum se anexa, novamente para Vogal Executivo, o Exmo. Senhor Mário Jorge Ribeiro Peças cujo curriculum se junta, e também para Vogal Executiva, a Exma. Senhora Clara Regina Machado da Costa, cujo curriculum igulamente se anexa.
Paços do Concelho, Lisboa, 31 de Janeiro de 2006
O Presidente
António Carmona Rodrigues

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outubro 28, 2008
PEDRO ROLO DUARTE
As caras daqueles safados, isso eu queria ver
28 Outubro 2008
Há uma porrada de dias que os jornais falam de Francisco Ribeiro, Clara Costa e Mário Peças, os “bons rapazes” que administravam a falida empresa municipal Gebalis (4,97 milhões de euros de prejuízo em 2006...), e que ao seu serviço se banquetearam pelo mundo fora em restaurantes fantásticos (gosto especialmente do Tragaluz de Barcelona, do Zuma, em Londres, e do clássico Gambrinus aqui de Lisboa...), dormindo nos melhores hotéis, viajando acompanhados e apresentando as facturas que eles próprios caucionavam...
Mas eu gostava de ver as caras deles. Gostava de os ouvir falar. Gostava de os ver sair de casa e ir à pastelaria ali da esquina. Gostava de saber os seus currículos, o que faziam antes e como foram parar à Gebalis – quem os convidou, quem concorreu a concursos ao lado deles, e o que fazem hoje em dia. Se são militantes dos partidos do costume. Se trabalham ainda para o Estado.
Os nomes deles nos jornais não me dizem nada se não vierem acompanhados de uma vida, uma biografia, um percurso. Quero perceber de onde sai esta gente que usa, abusa, esmifra, rouba, e depois desaparece sem deixar rasto. Ninguém mostra a cara deles? Só temos direito a ver os criminosos de vão de escada e os homicidas enlouquecidos pelo ciúme e traição?
A minha resposta: Your wish is my desire. E como uma boa telenovela é em episódios, preparem-se para ler várias entradas sobre este assunto...
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Iran has up to 6,000 uranium centrifuges: Ahmadinejad
Via: IRAN FOCUS
TEHRAN (AFP) — President Mahmoud Ahmadinejad said on Saturday that Iran has boosted the number of uranium-enriching centrifuges to up to 6,000, in an expansion of its nuclear drive that defies international calls for a freeze.

"Today they (the West) have agreed that the existing 5,000 to 6,000 centrifuges do not increase and that there is no problem if this number of centrifuges work," Ahmadinejad was quoted as saying by state radio.
Ahmadinejad said in April that Iran was working to install 6,000 more centrifuges at an underground hall in a plant at its nuclear facility in Natanz, where it already had 3,000 running.
It is a major expansion of Iran's nuclear programme, which the West fears could be aimed at making atomic weapons.
Iran is already under three sets of UN Security Council sanctions over its refusal to halt uranium enrichment, which makes nuclear fuel as well as the fissile core of an atomic bomb.
World powers, seeking to resolve the standoff, have offered to start pre-negotiations during which Tehran would add no more uranium-enriching centrifuges and in return face no further sanctions.
Iran was given a two-week deadline to give a final answer to world powers seeking a breakthrough in the crisis after talks a week ago in Geneva with EU foreign policy chief Javier Solana ended in stalemate.
The United States, which took the unprecedented step of sending a top diplomat to meet Iran's chief negotiator at the Geneva talks, has warned Tehran of "punitive measures" if it spurns the offer and presses on with enrichment.
Ahmadinejad said the US presence in at the Geneva talks was a "success" for Iran regardless of its outcome, state radio reported.
"They said a few years ago that talks without a US participation has no results and the US condition is suspending enrichment but it has happened today without satisfying the US condition."
Ahmadinejad had vowed on Wednesday that Iran would make no concessions and that further sanctions would not force it to back down.
Iran denies seeking nuclear weapons, insisting that its programme is designed to provide energy for its growing population when the leading OPEC member's reserves of fossil fuels run out.
Permanent Security Council members -- Britain, China, France, Russia and the United States -- plus Germany have made Iran an offer, which includes trade incentives and help with a civilian nuclear programme in return for suspending enrichment.
The New York Times on Tuesday released what it said was a two-page informal document that outlined Tehran's approach to talks in Geneva and was distributed by Iranian negotiators.
The paper called for seven more rounds of talks, stressed the need for an end to sanctions, and made no mention of an incentives package.
Iranian officials have repeatedly said they have no intention of freezing enrichment and that as a signatory to the nuclear Non-Proliferation Treaty, Iran has the right to make its own nuclear fuel.
Vice President Reza Aghazadeh said on Thursday that the negotiations with the world powers could be used to resolve wider Middle East problems from the conflict in Iraq to surging oil prices.
The standoff has stirred fears of Israeli or US military strikes against Iran, as US President George W. Bush has insisted Washington would keep all options on the table. It has also sent oil prices spiralling upward.
Iran has repeatedly vowed a crushing response to any aggression against its soil, with Iranian officials warning that the military would target Israel and dozens of US bases in the region in retaliation.
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outubro 27, 2008
E DE NOVO, LISBOA... - ALEXANDRE O'NEILL
E de novo, Lisboa, te remancho,
numa deriva de quem tudo olha
de viés: esvaído, o boi no gancho,
ou o outro vermelho que te molha.
Sangue na serradura ou na calçada,
que mais faz se é de homem ou de boi?
O sangue é sempre uma papoila errada,
cerceado do coração que foi.
Groselha, na esplanada, bebe a velha,
e um cartaz, da parede, nos convida
a dar o sangue. Franzo a sobrancelha:
dizem que o sangue é vida; mas que vida?
Que fazemos, Lisboa, os dois, aqui,
na terra onde nasceste e eu nasci?
Alexandre O´Neill
Poesias Completas
1951/1981
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outubro 24, 2008
El socialismo español y la dictadura cubana
Via : Unión Liberal Cubana
Por Pablo Alfonso, Diario las Américas
Si existe alguna medida para ejemplificar en política la obstinación y la insistencia, el socialismo democrático español es una buena muestra. Por lo menos, es lo que podría decirse, en el caso de Cuba.
Desde hace veinte años el socialismo español está empeñado en convertir pacíficamente a la dictadura castrista en un régimen democrático. Una conversión a través de un racional proceso de consensos y realidades. Es una muy buena y loable intención. Lo malo es que el resultado ha sido una política de constante mano tendida, de olvidar desaires y ofensas, de convocar a un diálogo que La Habana ignora desde siempre y de apelar a un pluralismo político, que la esencia totalitaria del castrismo desconoce.
Lo que hoy impulsa el canciller español, Miguel Angel Moratinos, no es nada nuevo. Ya lo ensayó antes el ex presidente del gobierno español Felipe González, a raíz del descalabro del comunismo en Europa y la desaparición de la Unión Soviética. Recordemos que fue a principios de los 90 cuando el ministro estrella de Economía, Carlos Solchaga, empacó sus maletas y aterrizó en La Habana, -siguiendo instrucciones de González- para ayudar al castrismo a reformar su economía, abrirse al mercado y enderezar el camino hacia la democracia.
No hay que olvidar, que dentro de esa misma estrategia, el entonces canciller Javier Solana, propició en Madrid un encuentro exploratorio entre el ministro cubano de Relaciones Exteriores, Roberto Robaina con dirigentes del exilio. El primero y el único, sin mayores consecuencias.
Vale decir que en esa década, el entusiasmo de los socialistas españoles, contagió también a una vieja figura del franquismo, Manuel Fraga Iribarne, quien como presidente de la Xunta de Galicia, no solo le rindió honores a Fidel Castro en Santiago de Compostela, sino que viajó a Cuba y apostó por la conversión de la dictadura a la democracia, quizás pensando en un modelo de “transición a la española”.
Hoy, ese mismo entusiasmo lo comparte el comisario europeo de Desarrollo y Ayuda Humanitaria, Louis Michel, que con renovada esperanza acaba de declarar que tiene “el sentimiento” de que el régimen castrista está interesado en “recobrar los contactos tanto en el terreno de la cooperación como el diálogo político”.
El contagio español, parece que ha llegado hasta el Quai d’Orsay cuyo portavoz, Eric Chevalier, indicó que Francia apoya “el proceso de transición hacia una democracia pluralista y una economía de mercado en Cuba”. Muy bien, pero ¿a cuál proceso se refiere? ¿Hay algún “proceso” en marcha en Cuba en esa dirección? Sería bueno preguntarle a los cubanos que viven en la isla si se respiran aires “de transición hacia una democracia pluralista y una economía de mercado en Cuba”.
La frontera entre el optimismo y la ingenuidad es muy delgada.
En la década de los 90, la estrategia inspirada por España para convertir a la democracia a la dictadura castrista, contó con el entusiasta respaldo de Carlos Salinas de Gortari, Cesar Gaviria y Carlos Andrés Pérez, presidentes de México, Colombia y Venezuela, respectivamente.
Pocos a ños después Castro se burló en público de todos ellos y esculpió en tinta y papel una cínica explicación: “A todos los escuché con la paciencia de Job y la sonrisa de La Gioconda”.
A Felipe González lo relegó al olvido; las reformas económicas propuestas por Solchaga las redujo a cenizas y terminó acusando a Solana de “traidor” y “genocida”.
El período presidencial de José María Aznar tuvo más de hiel que de miel, en sus relaciones con Cuba, pero tampoco los Populares estuvieron exentos de intentar esa audaz conversión. El abanderado de la diplomacia española de turno, Abel Matutes, quien de alguna manera estaba al parecer vinculado a intereses inversionistas en Cuba, hizo sus pininos en el gastado empeño de bautizar al castrismo con las aguas del Jordán democrático y de libre mercado.
Imagino que Pérez Roque tendrá muy presente que, aquellas aguas turbulentas, arrastraron a su antecesor Robaina y lo depositaron en el banquillo de los acusados.
Puestos a recordar la perniciosa obstinación del socialismo democrático español y su fallida insistencia para convertir, mansamente, a la dictadura en democracia; sería bueno señalar también quién rompió los platos por la parte cubana y quién pagó por ellos.
Nada más y nada menos que el propio Raúl Castro, tuvo a su cargo la presentación “del caso Robaina” ante un pleno del Comité Central del Partido Comunista de Cuba. Sus imputaciones, acusando a Robaina de “deslealtad”, corrupción y de autopromocionarse como ‘candidato’ de la transición poscastrista se difundieron en un vídeo proyectado a los militantes del Partido.
Así lo contaba el diario español El País en su edición del 2 de agosto de 2002:
“Raúl Castro reprocha además a Robaina que ‘sobrepasó todos los límites’ en su relación con el ex ministro español de Asuntos Exteriores Abel Matutes. ‘¿Acaso tú recibiste un mensaje de Fidel para orientar a Matutes de cómo debía abordar el asunto de los grupúsculos contrarrevolucionarios? Tú aconsejaste a Matutes de cómo debía desenvolverse en este asunto con Fidel. ¿A quién informaste de eso? ¿Eso no es deslealtad? Se habla con el enemigo, Robaina, pero no se le dan consejos’, dice Raúl Castro en una parte del vídeo, que dura más de dos horas y recoge la reunión del IV pleno del Comité Central del Partido Comunista de Cuba, el pasado 7 de mayo en La Habana”.
No sé, pero me da la impresión que el canciller Pérez Roque tiene pesadillas con el asunto.
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outubro 23, 2008
A CULPA É DOS ELEITORES!
Nesta altura há bastante tempo que o PND tinha proposto a extinção de todas as empresas deste género.
Os eleitores não quiseram. E ainda votaram massivamente em quem nomeou estes senhores e permitiu estas coisas. Agora paguem e não bufem!
Entre 2006 e 2007
Gestores gastam 64 mil euros em almoços
Foi ainda adquirido bens de luxo e CD de música, entre outros
O relatório da Polícia Judiciária sobre a gestão da Gebalis, entre Fevereiro de 2006 e Outubro de 2007, é devastador para a administração de Francisco Ribeiro, Clara Costa e Mário Peças, então presidente e vogais da empresa responsável pela gestão dos bairros sociais da Câmara de Lisboa, revela o «Correio da Manhã».
Suspeitos da práticas dos crimes de abuso de mercado, administração danosa, participação económica em negócio e peculato.
Só em restaurantes foi gasto, em 2006 e 2007, um total de 64.413 euros em 621 refeições. Em 2006, a Gebalis fechou as contas com um prejuízo de 4,97 milhões de euros.
De acordo com o mesmo jornal, utilizaram ainda os meios financeiros que tiveram ao seu dispor, adquirindo bens de luxo («gourmet»), aquisição de de DVD com fins lúdicos, aquisição de livros, não só técnicos, mas de romances e ficção e CD de música, resultando na utilização de avultadas quantias em dinheiro para seu usufruto pessoal».
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outubro 22, 2008
UCRÂNIA
Cada dia que passa gosto mais de ucranianos.
Hoje ainda mais que ontem....
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outubro 21, 2008
SEGREDO - MIGUEL TORGA
Sei um ninho.
E o ninho tem um ovo.
E o ovo, redondinho,
Tem lá dentro um passarinho
Novo.
Mas escusam de me atentar:
Nem o tiro, nem o ensino.
Quero ser um bom menino
E guardar
Este segredo comigo.
E ter depois um amigo
Que faça o pino
A voar...
Miguel Torga
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outubro 20, 2008
O PROBLEMA DE CABINDA EXPOSTO E ASSUMIDO À LUZ DA VERDADE E DA JUSTIÇA
O autor, Francisco Luemba, representado por Stefan Barros, e a Papiro Editora têm o prazer de convidar V. Exa. a estar presente no lançamento promocional do livro O Problema de Cabinda Exposto e Assumido à Luz da Verdade e da Justiça, que terá lugar no dia 22 de Outubro de 2008, pelas 21h30, na Fnac Norte Shopping.
A apresentação da obra estará a cargo do Jornalista e Escritor Orlando Castro.
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outubro 18, 2008
OE09 - UMA ANEDOTA DE ORÇAMENTO!
Alguns pressupostos do Orçamento de Estado para 2009, um ano que se prevê seja de crise, logo de menor movimento económico:
Receitas:
ISP - imposto sobre produtos petrolíferos - crescimento de 3,4%
IVA - imposto sobre o valor acrescentado - crescimento de 3,4%
ISV - imposto sobre veículos - crescimento de 16,9%
IT - imposto sobre tabaco - crescimento de 6,8%
IS - imposto do selo - crescimento de 7,8%
IUC - imposto único de circulação - crescimento de 28,5%
ACREDITAM NESTAS PREVISÕES DE AUMENTO DE RECEITA?
Publicado por João Carvalho Fernandes às 10:32 AM | Comentários (2) | TrackBack
outubro 17, 2008
CGTP na defesa árdua dos trabalhadores....
Documentos ligam sindicato a prática considerada ilegal
Denúncia segue para a Procuradoria e Ministério do Trabalho
O Sindicato dos Trabalhadores do Vestuário, Confecção e Têxtil do Norte tem andado a cobrar 8 por cento sobre o valor das indemnizações que recebem trabalhadores por si representados em processos de falência de empresas.
A acusação, que partiu de uma ex-trabalhadora de uma empresa barcelense que faliu em 2004, já foi assumida pelo presidente do Partido da Nova Dmocracia, que anteontem participou o caso ao Procurador-Geral da República e ao ministro do Trabalho e da Solidariedade.
A estrutura sindical alvo da acusação já esclareceu a questão, alegando que os 8 por cento que é acusada de cobrar a trabalhadores não sindicalizados «não é uma percentagem sobre as indemnizações a que os trabalhadores têm direito, mas um cálculo do valor mínimo que eles teriam que pagar em quotas, se estivessem sindicalizados».
A explicação avançada ao Diário do Minho por uma dirigente do sindicato sedeado em Braga é contestada pela ex-trabalhadora da unidade fabril “Rainha do Cávado” que denunciou a prática sindical. «Os oito por cento que paguei ao sindicato sobre a totalidade da indemnização que recebi do Fundo de Garantia Salarial não teve nada a ver com quotas. Esses 8 por cento, que atingiram um valor de 505 euros foram pagos no segundo semestre de 2006, depois de eu ter pago quase dois anos e meios de quotas, em 2004, ano em que a empresa onde trabalhava entrou em processo de falência», sublinha Maria Amélia Fomega.
Continue a ler aqui
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outubro 16, 2008
AMIGO - ALEXANDRE O'NEILL
Mal nos conhecemos
Inauguramos a palavra amigo!
Amigo é um sorriso
De boca em boca,
Um olhar bem limpo
Uma casa, mesmo modesta, que se oferece.
Um coração pronto a pulsar
Na nossa mão!
Amigo (recordam-se, vocês aí,
Escrupulosos detritos?)
Amigo é o contrário de inimigo!
Amigo é o erro corrigido,
Não o erro perseguido, explorado.
É a verdade partilhada, praticada.
Amigo é a solidão derrotada!
Amigo é uma grande tarefa,
Um trabalho sem fim,
Um espaço útil, um tempo fértil,
Amigo vai ser, é já uma grande festa!
Alexandre O'Neill
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outubro 15, 2008
Corrupção e os Portugueses

CORRUPÇÃO e os Portugueses
Atitudes, Práticas e Valores
Luís de Sousa
João Triães
PREFÁCIO
MARIA JOSÉ MORGADO
No dia 16 de Outubro de 2008 (Quinta-feira), pelas 15.30horas, no Auditório Afonso de Barros - Ala Autónoma do ISCTE (Av. das Forças Armadas, Lisboa).
Luís de Sousa e João Triães organizaram a Obra, em que também participam António Pedro Dores, Carlos Jalali e José M. Magone.
A Obra será apresentada por Maria José Morgado.
Da Obra
O que pensam os cidadãos sobre a corrupção? Que avaliações fa-zem do combate à corrupção e do seu próprio desempenho nessa luta? Quais os factores que fazem aumentar ou diminuir as per-cepções de corrupção? Qual o impacto da educação nas percep-ções dos indivíduos sobre corrupção? Qual o grau de importância da corrupção em relação a outros temas?
Estas são algumas das questões tratadas por cinco investigadores universitários a partir das respostas dos portugueses no âmbito de um trabalho científico de longo fôlego, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, denominado de “Corrupção e Ética em Democracia: O Caso de Portugal”.
A análise de um dos mais importantes fenómenos da actualidade, ilustrada com exemplos e resultados de estudos nacionais e internacionais, inclui ainda uma reflexão sobre o papel e os efeitos dos media no combate à corrupção.
Os portugueses condenam a corrupção enquanto suborno ou extor-são, mas toleram as suas manifestações mais cinzentas. Somos o país do ‘puxar os cordelinhos’?
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outubro 14, 2008
Otra vuelta de tuerca
Via:CUBANET
Miguel Iturria Savón
LA HABANA, Cuba, octubre (www.cubanet.org) - Emilia salió al mercado y regresó decepcionada. Mi vecina recorrió los kioscos de la calle ocho, bajó después por 71 y, finalmente, en el mercado de Cruz Verde compró seis libras de papas, a razón de dos por persona, pues en su casa son tres y la libreta de racionamiento establece ciertas normas. Volvió a salir antes de ponerse a lavar y retornó con un pan suave y sin grasa, dos paquetes de croquetas y un hueso de puerco para cocinar un caldo.

Algo similar les ha sucedido en estos días a Migdalia, Martica, Edilia y a muchas vecinas de Boyeros, El Cotorro, Guanabacoa, San Miguel y otros pueblos del sudeste de La Habana, donde apenas abren los puestos agropecuarios. La ausencia de productos las altera, pues se esfuerzan en vano. Con las jabas vacías aumentan los problemas y las preocupaciones. Los nietos devoran lo poco que encuentran sin pensar en el posible infarto de las abuelas.
En el cierre del mercado agropecuario no sólo inciden los desastres provocados por el paso de los ciclones Gustav e Ike. En medio de la crisis alimentaria el gobierno retoma los controles extremos. Ciudad de La Habana es una ciudad sitiada, sin toque de queda ni declaraciones previas. Los accesos a la capital están controlados por la policía. Los conductores de vehículos tienen que mostrar sus documentos y soportar registros, decomisos, multas y amenazas.
¿Qué sentido tienen tales restricciones? ¿Para qué impedir la natural circulación de mercancías? Si faltan productos y suben los precios los funcionarios pudieran dictar ciertas normas para proteger al consumidor, sin asfixiar al campesino que produce, al intermediario que compra y transporta y a los vendedores que reciben y atienden al consumidor en los kioscos urbanos. ¿Acaso no pagan impuestos al Estado?

Al parecer, se trata de otra “ofensiva revolucionaria”, otra vuelta de tuerca contra los pequeños comerciantes, parceleros y camioneros privados, a quienes se denigra a priori en los medios informativos. La consigna es obvia: “que nadie toque nada, sólo yo puedo tocar”.
Hablar de acaparadores, rodear la ciudad de policías, decomisar productos y vehículos y centralizar las ventas en mercados estatales es otra manera de crear problemas. Así se administra la tensión sin solucionar el flujo de mercancías. Lo importante no es detener y juzgar al que transita con una bolsa, sino liberar las iniciativas individuales para que cada cual encare sus problemas y aspiraciones.
El Estado patrón quiere inventariar cada planta, contabilizar los frutos y fijar los precios desde oficinas, pero los empleados de sus tiendas y almacenes no pagan impuestos, alteran las pesas a su favor, cobran salarios y maltratan al público.
Emilia, Migdalia y otras vecinas enfrentan por estos días a tales gladiadores. Quizás por eso regresan a casa con las jabas vacías, mientras el huevo sube a cinco pesos y el hambre pone a pruebas la paciencia de estas damas, casi al borde de la histeria.
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outubro 13, 2008
TU-BARÃO
E o José Barão das Neves livrou-se da censura da blogger e reabriu o estaminé no Sapo:
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outubro 10, 2008
Iran readies to fend off “enemy assaults” on capital
Via: IRAN FOCUS
Tehran, Iran, Oct. 10 – Radical Islamist militiamen affiliated to Iran's Islamic Revolutionary Guards Corps (IRGC) are staging military exercises in the suburbs of Tehran on Friday to defend the Iranian capital against "natural disasters" and "enemy assaults".
Members of the paramilitary Bassij took part in Friday morning’s military drills under the command of the Tharallah Garrison in Tehran. Similar war games will be held in Karaj, Islamshahr, Shahre Rey, Rabat Karim, and Varamin, said the acting deputy commandant of the IRGC, Brigadier General Mohammad Hejazi, who also commands the Tharallah Garrison.
The manoeuvres will last for 48 hours.
Meanwhile another senior Bassij leader on Friday announced that the paramilitary force was giving "specialised training" to its units across Iran.
"These units are receiving specialised air, sea and ground training to be prepared for defending the country, the ruling establishment, and the revolution", said Brigadier General Ahmad Zolqadr on the sidelines of a military parade in Zanjan, north-west Iran. Zolqadr is the operational commander of the Bassij.
Zolqadr’s brother, Mohammad-Baqer, was once the IRGC deputy commandant and later a Deputy Interior Minister.
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outubro 09, 2008
MADEIRA - CASA NAS QUEIMADAS

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outubro 08, 2008
UNE ALLÉE DU LUXEMBOURG - GÉRARD DE NERVAL
Enviado pelo leitor César:
Elle a passé, la jeune fille,
Vive et preste comme un oiseau;
A la main une fleur qui brille,
A la bouche un refrain nouveau.
C' est peut-être la seule au monde
Dont le coeur au mien répondrait;
Qui, venant dans ma nuit profonde,
D' un seul regard l' éclairerait !...
Mais non, - ma jeunesse est finie...
Adieu, doux rayon qui m' a lui, -
Parfum, jeune fille, harmonie...
Le bonheur passait, - il a fui !
Gérard de Nerval
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outubro 07, 2008
PARIS - JARDIN DU LUXEMBOURG

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outubro 06, 2008
La Habana se queda sin alimentos
Via: Unión Liberal Cubana
Por Mauricio Vicent, La Habana
"Ni entre, que esto da pena", dice un vendedor a la puerta del principal agromercado (mercadillo privado) del municipio Playa, en La Habana. El joven tiene razón. El panorama es deprimente: tres días después de que el Gobierno decretara medidas para estabilizar los precios en los mercados libres de alimentos, este agro de la capital esta prácticamente sin existencias. De sus 30 puestos, sólo trabajan tres y los productos que ofrecen son aguacates, limones, naranjas, calabaza y poco más. "Es insostenible: si seguimos así, cerramos en una semana", aseguraba ayer un comerciante ante su tarima vacía.
La situación es similar en otros agros de La Habana. Los frijoles y el arroz escasean, y también se han perdido el tomate, la cebolla, el plátano y la malanga, todos productos básicos en la dieta del cubano. El desabastecimiento es tan visible que el miércoles el diario Juventud Rebelde lo reflejó opinando que las medidas introducidas estos días para bajar los precios, disparados tras el paso de los ciclones Ike y Gustav, son una "solución emergente, no la solución definitiva".
El lunes, el Gobierno estableció topes máximos a los precios de 16 productos de mayor demanda en los mercadillos, y en el caso del arroz, los frijoles, el ajo y el resto de las viandas, impuso además una cantidad límite de lo que se puede vender por persona. Junto a ello, ha restringido drásticamente la entrada de camiones particulares con mercancías a la capital; algunos de sus dueños afirman que han sido obligados a llevar sus productos a las zonas devastadas por los huracanes y a venderlos a los precios establecidos por las autoridades.
Se trata de la primera intervención del Estado en estos establecimientos, regidos por la ley de la oferta y la demanda, desde su creación hace 14 años. Aquí concurren los campesinos privados a vender sus excedentes a precios libres, y aunque éstos siempre han sido muy elevados, los productos eran una garantía de abastecimiento, pues estaban mejor surtidos que los estatales.
"El resultado ya lo ve usted: entre los huracanes y las medidas policiales, aquí hay más inspectores que clientes y productos", dice un vendedor en el principal agromercado de la capital, en el barrio del Vedado. Ayer, sólo funcionaban allí 15 de los más de 70 puestos que alberga. Los comerciantes se quejan de que "no les da la cuenta" vender a los precios impuestos, y recuerdan que el Gobierno subió el del combustible hasta un 80% hace 20 días.
El administrador del establecimiento, Yulián Sánchez, dice que la medida es transitoria y que "los suministros se estabilizarán en los próximos días". Un cliente, con la bolsa vacía, arquea las cejas: dice que los precios de los campesinos particulares siempre han sido excesivos, pero que estas medidas son contraproducentes.
Los ciclones han alterado el precario equilibrio. Los huracanes han arrasado el campo cubano, que desde hace años renquea debido a la ineficiencia estatal. "El Estado ha de proteger a los damnificados, pero no puede jugar con el estómago o las tensiones sociales aumentarán", agrega el insatisfecho comprador.
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outubro 03, 2008
MAMMA MIA
Fabulosa a ideia de construir um filme a partir das canções dos ABBA!
Recomendado especialmente para quarentões e cinquentões (mas a adolescente gostou...)
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Abba - The Winner Takes It All
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outubro 02, 2008
Otra oportunidad perdida
Luis Cino
Via CUBANET
Con los ofrecimientos y rechazos de la ayuda humanitaria para las víctimas del huracán Ike, los gobiernos de Cuba y Estados Unidos jugaron a subirse la parada. El juego denotó, cuando menos, falta de sensibilidad. No es algo nuevo. Ambos gobiernos son demasiado previsibles. Ya los cubanos, aquí, allá o donde estemos, nos hemos visto atrapados durante medio siglo entre la politiquería republicana o demócrata, y la intransigencia y el patrioterismo castrista.
La insensibilidad de ambos gobiernos en este nuevo show es la misma de la operación Peter Pan, las familias separadas, las cartas de Miami que no se podían responder, los familiares que había que considerar enemigos, las llamadas telefónicas suspendidas, las visas denegadas, las tarjetas blancas, los éxodos masivos como recurso supremo para liberar presión de la olla. Mariel, la crisis de las balsas y los acuerdos migratorios de 1994, la ley de los pies secos o mojados, los miles de muertos en el mar, los balseros devueltos, las remesas limitadas, el impuesto leonino al dólar, los viajes a Cuba cada tres años que permitieron al régimen de La Habana posar de adalid de la familia cubana.
Debiéramos estar acostumbrados. Sólo que el show no debe continuar porque dura demasiado tiempo y entraña más odio y dolor que el que puede soportar una nación sin quebrarse.
Es alentadora la actitud del exilio con la ayuda a los damnificados de los huracanes en Cuba. Las excepciones de algunos recalcitrantes y “come candelas” que pretenden derrocar la dictadura matando de hambre a los cubanos, por absurdas, no cuentan frente a la mayoría que desea tender la mano. En cambio, es francamente cruel, por su obcecación, la postura del gobierno cubano y su líder en retiro.
Puestos a cambiar con los tiempos, el exilio se flexibiliza, se pluraliza. Mientras, el régimen cubano, con su insistencia en hablar de “una mafia anexionista” que inventó a imagen y semejanza de su unanimidad también inventada, se hunde en el fango de su añeja trinchera.
Este era el mejor momento para tender un puente entre los cubanos de las dos orillas. Si el gobierno cubano aceptó, aunque a regañadientes y por poco tiempo, la ayuda del exilio después del huracán de 1996 (avionetas de Hermanos al Rescate derribadas y Ley Helms-Burton por el medio), ¿por qué no aceptarla ahora que la situación es más grave? Pues precisamente por eso: el régimen está grave y necesita del odio como del oxígeno.
Aceptar la ayuda humanitaria norteamericana cuando la ofrecieron sin inspección hubiera sido un buen pretexto (luego de tanto hablar del ramo de olivo, ahora que se avecina una nueva administración en Washington) para empezar a normalizar las relaciones entre los dos países. Toda caminata debe empezar por un primer paso. Después de todo, cada vez son más los que comprenden que si algo hace el embargo-bloqueo norteamericano al régimen castrista, es darle argumentos.
El dilema del castrismo (con o sin Fidel Castro) es que necesita el fin del “bloqueo imperialista” pero teme quedarse luego sin coartada para sus fracasos. Con los yanquis dando ayuda humanitaria a Cuba, empezaría a disiparse la mentalidad de plaza sitiada y no habría pretextos válidos para la represión. Era más oportuno rechazar la ayuda, calificarla de hipócrita y buscar dividendos políticos. Por el camino verá qué hacer con los hambrientos y los millares que se quedaron sin casas.
Lástima de oportunidad perdida. El momento requería, entre otras cosas, siquiera por humanidad, evitar las poses pasionales y grandilocuentes y sortear las trampas de la retórica desfasada de la Guerra Fría. Demasiado para Fidel Castro. Cayó gustoso en la trampa. Hizo lo que esperaban sus enemigos: ponerse intransigente sin reparar en el hambre de sus súbditos ni en las ruinas de sus bohíos.
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outubro 01, 2008
SEM BUDISMO - PAULO LEMINSKI
Poema que é bom
acaba zero a zero.
Acaba com.
Não como eu quero.
Começa sem.
Com, digamos, certo verso,
veneno de letra,
bolero, Ou menos.
Tira daqui, bota dali,
um lugar, não caminho.
Prossegue de si.
Seguro morreu de velho,
e sozinho.
Paulo Leminski
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