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setembro 30, 2007
GANDA NÓIA!

Realmente, é preciso ser uma "ganda nóia" para perder contra o Meneses!
E lá vamos ter um PSD ainda mais estatizante do que já era!
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setembro 28, 2007
PARIS
Um novo blog. Em francês:
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O FIM DO TUGIR....
Com o fim do Tugir, nasceram dois blogs:
A barbearia do senhor Luís , do Luís Novaes Tito
e
Palavra Aberta, do Carlos Manuel Castro
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setembro 27, 2007
IMI TAÇÕES
Jorge Ferreira:
O socialista António Costa é coerente. No Governo aumentou os impostos para fazer face à despesa e ao défice. Na Câmara Municipal de Lisboa vai duplicar o IMI para os prédios devolutos para fazer face à despesa e ao défice.
Continue a ler, no Democracia Liberal
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SANTANA LOPES - MUITO BEM!
Fez muito bem!
Santana Lopes abandona entrevista à SIC Notícias cortada pela chegada de Mourinho

Publicado por João Carvalho Fernandes às 09:49 AM | Comentários (0) | TrackBack
setembro 26, 2007
SOLTO, VOLTA A ROUBAR
Muito obrigado!
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setembro 25, 2007
TGV - E PORQUE NÃO?
Não sejamos miserabilistas!
Porque não um TGV a 350 ou 400 km/hora? A "confraria" é rica e os amigos das Somagues precisam de obras, por isso.....
Publicado por João Carvalho Fernandes às 10:31 PM | Comentários (4) | TrackBack
Les beaux esprits se rencontrent.....
Já repararam que os neo-nazis são os melhores amigos do Irão?
Têm muito em comum, desde a negação do Holocausto, ao ódio à América.....
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setembro 24, 2007
POETAS DE KARAOKE - SAM THE KID
Rapper's hoje em dia são como a pornografia
Nem todos dão tusa porque há uma oferta em demasia
Ofensa à filosofia da nossa imensa minoria
Não curto plagia, fotocopia pirataria
E unir à varial quem tira a magia original
Yoo reflecte e repete comigo eu agi mal
Só tu sabes o que usaste e quando o bolso tiver gasto
Do topo vais cair e não és bem-vindo como um Padrasto
É aí que me afasto logo pra baixo com pára-quedas
Não te curto como apanhador nao curto moedas
Boy ouve:
Eu não preciso de regressos com sucessos
Eu faço poesia a maioria faz versos
Esquece os outros mete os pontos nos "i's",
Mete os contos no lixo
Ou sons postos no disco, Ouviste?!
Consistência integridade longevidade na essência
Tens de ter paciência
EU, pus-me na bixa, preenchi a ficha, ganhei uma T-Shirt
Quando ouvi chamar a ficha...kando vi chamar de artista
À 1ª vista era fixe ter a profissão
Sou vocalista de outra lista dos que pensam que são
É relativo todo o título e toda a afirmação
Sou criativo e digo-o com toda a estimação
Digressão é importante mas a tua e ficção
Como dj's que eu vejo nos pratos mandam "mixão"
Sem convicção,
Sinto-me à frente de gente que tem como influencia uma
Só referência, uma só canção...
São imitação da escrita que limita a direcção
Solicitação evitam, necessitam correcção...
Refrão:
Dizem que cantam o hip-hop, mas não dizem nada, vêm com
Poesia mas é só fachada
O português não tá cansado eles vêm com o inglês,
Eu pratico praticando a nossa língua outra vez
Seja hip-hop, seja rock são poetas de karaoke
Dá um stop se não faz block pros poetas de karaoke,
No teu block no teu stock
é poetas de karaoke, poetas de karaoke, são poetas de karaoke...
Põe a gramática em prática,
Didáctica-o-Dramatica mentes entanto técnicas
Poéticas com estéticas
Fonéticas sempre atento ao surpreendente
Com métricas à frente, pra mentes excêntricas exigentes
Isto é pa todos, não e só pa Mc's
Isto é pa tugas que nunca escrevem na língua raiz
Querem ser internacionais mas tão-se a cagar pra isto
E nunca são originais são Nova york ou Paris
Sempre fui D. Diniz vocês são de onde der mais jeito
Onde houver mais fama e proveito
E se houver mais grana é aceite
E se houver uma dama com bom peito pensam que isso dá respeito...
Confere e confirma a afirmação?vocês nao acordam
Que eu condeno a vossa causa falsa que vocês abordam
Contractos são assinados com condições que não Concordam
E as gravatas ficam gratas
Pelos escravos que as engordam
Nao há credibilidade na performance
O microfone não tá ligado isso pra mim é no sence
Não percebo o vosso ponto no meu som, eu ponho censo
Porque eu escrevo como falo, como sonho, e como penso...
Refrão:
Dizem que cantam o hip-hop, mas não dizem nada, vêm com
Poesia mas é só fachada
O português não tá cansado eles vêm com o inglês,
Eu pratico praticando a nossa língua outra vez
Seja hip-hop, seja rock são poetas de karaoke
Dá um stop se não faz block pros poetas de karaoke,
No teu block no teu stock
É poetas de karaoke, poetas de karaoke, são poetas de karaoke... (2X)
Dois palermas: Yehhhhh ouviste aquele som? Ridículo
pah....que nojo pah, que...eu passo-me com aqueles gajos
Eh pah...estes gajos "Sam the kid, Sam the kid"...é
Sempre a mema coisa..e depois vêm com aquelas letras
"Tec te tec te? eh pah...nao percebo nada
pah...Nunca gostei de rap pah...de certeza que não Foram
À escola...pois nao, nao sabem escalas...nao sabem
escalas...nao sabem nada e depois vêm com...é a musica
É you know, you think...you are?!?
E só o nome dele é contraditório...pois...SAM THE
KID....o que e aquilo pah...aquilo é inglês, é americano
E kem é ele para me criticar...não é ninguém
pah....ohh
pahh...devias era ouvir musica pah... devias era ouvir Musica
Eles nem escrever sabem pah...o "a e i o u" não? Eles
Nem tem a 4ª classe...é o que faço-te que te aconteço-te...
Que eles não percebem nada disso...eles nao sabem escrever
Sam the kid: Ohhh pessoal...pessoal, é assim, vocês tão aí
a falar a toa mas eu digo-vos já, olha..o meu português...
Não é correcto e sou mais poeta que vocês,
Todos voz do rock pop hip-hop é escrito em inglês,
Com a desculpa que foi a musica que ouviram ao crescer
Nunca precisei de ouvir hip hop tuga pró fazer
Isso é o que dá mais prazer o meu idioma exploração
Vocês tentam outra língua pra tentar exportação
Querem ser os "moonspell" querem novos horizontes
Mas aqui o Samuel é madre Deus é Dulce Pontes
Porque há uma identidade vocês são todos idênticos
SÃO autênticos mendigos vendidos por cêntimos
NÃO compreendem o meu sentimento e mentem
Tentem jornalismo ou não comentem
Vocês fazem turismo de emoções que os outros sentem
Eu faço culturismo de expressões que todos sentem
Porque será que nunca param, param com novo reportório
O vosso não é actual é revista num consultório
E é notório que a história nao quer a vossa presença
No relatório da apólice a rejeição foi essa intenção
Eu sei, no que é que eu vi do típico inox duro
Mais que fotocopias obvias que eu chamo de xerox puro
Vais ver com'é sais a pontapé,
Porque eu sou tipo hoofer?s tu cais tipo sudré
És um café sem SportTV, com o spot vazio
Não se pode evoluir ao ignorar o desafio
È SO PREGUIÇA!!!!
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VANTAGENS DE UM BLOG INDIVIDUAL
Um blog individual tem grandes vantagens: Como raramente me zango comigo próprio é improvável que saia do blog e abra outro ou que ande a insultar-me a mim próprio...
(Esta entrada tem destinatários e espero que não se zanguem comigo.... Um grande abraço para os dois)
Publicado por João Carvalho Fernandes às 12:00 PM | Comentários (0) | TrackBack
setembro 22, 2007
A PALHAÇADA DO DIA EUROPEU SEM CARROS
Ficou à vista com o que aconteceu hoje em Lisboa: esta iniciativa folclórica, pretensamente ecologista, levou a mais poluição, mais gastos e mais consumo de combustíveis, com a brilhante ideia da fechar a faixa central da Av. da Liberdade ao trânsito, canalizando este para as laterais!
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setembro 21, 2007
Iran frees American citizen held since May
Via: IRAN FOCUS
By Robin Wright
Washington Post Staff Writer
Thursday, September 20, 2007; Page A16
Iran released New York-based social scientist Kian Tajbakhsh from Evin Prison in Tehran late last night, according to George Soros's Open Society Institute, for which Tajbakhsh has served as a consultant.

Tajbakhsh is the third Iranian American to be released since Haleh Esfandiari was freed last month after more than eight months of growing tension between Iran and the United States over the detention or imprisonment of four American citizens in Iran.
"OSI is delighted that this distinguished scholar is safe at home in Tehran with his wife and that his harrowing ordeal finally seems to have come to an end," said the institute's spokeswoman, Laura Silber.
Unlike the other Americans, who were all visiting ailing relatives in Iran, Tajbakhsh had been working as a consultant to Iranian ministries on health issues such as HIV/AIDS and drug addiction prevention. His release at midnight, with no warning, followed by a day the departure of Parnaz Azima, a correspondent for U.S.-funded Radio Farda who was detained in Iran in January.
Tajbakhsh, who was arrested in May, was released just days before the arrival in New York of Iranian President Mahmoud Ahmadinejad for the opening session of the U.N. General Assembly.
The status of the charges against the released Americans was left unclear.
Two Americans remain missing in Iran. Ali Shakeri, a California businessman, was also picked up in May. Former FBI agent Robert Levinson has been missing since a business trip to Iran in March.
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setembro 20, 2007
ALINE - CHRISTOPHE
J'avais dessiné sur le sable
Son doux visage qui me souriait
Puis il a plu sur cette plage
Dans cet orage, elle a disparu
Et j'ai crié, crié, Aline, pour qu'elle revienne
Et j'ai pleuré, pleuré, oh! j'avais trop de peine
Je me suis assis près de son âme
Mais la belle dame s'était enfuie
Je l'ai cherchée sans plus y croire
Et sans un espoir, pour me guider
Et j'ai crié, crié, Aline, pour qu'elle revienne
Et j'ai pleuré, pleuré, oh! j'avais trop de peine
Je n'ai gardé que ce doux visage
Comme une épave sur le sable mouillé
Et j'ai crié, crié, Aline, pour qu'elle revienne
Et j'ai pleuré, pleuré, oh! j'avais trop de peine
Et j'ai crié, crié, Aline, pour qu'elle revienne
Et j'ai pleuré, pleuré, oh! j'avais trop de peine...
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Condenados por morte de britânico libertados
Muito obrigado!
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setembro 19, 2007
España y Cuba ¿Colaboración o Parricidio?
Via: Unión Liberal Cubana
Por Wenceslao Cruz Blanco, Madrid *
Cánovas del Castillo alguna vez comentó que «no hay más alianzas que las que trazan los intereses, ni nunca las habrá». La relación establecida entre el gobierno socialista de Rodríguez Zapatero con Cuba se puede catalogar como tal. Los intereses entre el gobierno cubano y el gobierno español ya es demostrable que coinciden. Los elogios del castrismo para con el zapaterismo no deberían parecer anécdotas puntuales o hechos aislados, pues es evidente que existe satisfacción por parte de los que llevan sojuzgando al pueblo cubano por medio siglo.

El gobierno español dice estar movido por el deseo de ayudar al pueblo cubano, pero para asegurarnos de que es una actitud cínica e hipócrita bastaría estar atentos a quién es el que halaga y quién el que desprecia cada una de las nuevas iniciativas que surgen.
Ya nadie debería dudar de que la alianza de España con el gobierno dictatorial cubano es un hecho contrastado fehacientemente. Buena parte de los integrantes del gobierno del Sr. Rodríguez Zapatero se encargan constantemente de recordarlo. Si antes resultó ser el Ministro de Asuntos Exteriores, el Sr. Moratinos, ahora le tocó el turno a la Sra. Leyre Pajín, secretaria de Estado de Cooperación, quien ha anunciado esta semana que España reestablecerá la cooperación con Cuba, pero sobre todo sin vincularla al cumplimiento del respeto a los derechos humanos, como exige la “posición común” adoptada por el parlamento Europeo.
El espaldarazo a la tiranía lo quiere llevar a cabo la secretaria haciendo partícipes a “todas las comunidades autónomas sin excepción de color político, las universidades, el Centro Superior de Investigaciones Científicas y las ONGs”.
Las reacciones no se han hecho esperar. Destacados representantes de la oposición interna de Cuba ya han mostrado su malestar. Desde La Habana, el líder del Movimiento Cristiano de Liberación y premio Sajarov, Oswaldo Payá, remitió una breve nota en la que señaló que “las declaraciones de la Secretaría de Estado de Cooperación, no vinculando la mejora de la situación de los DDHH en Cuba a la cooperación española, constituyen un cheque en blanco para que continúen las violaciones de dichos derechos” para matizar a continuación que “la actitud del PSOE no está contribuyendo a una transición pacífica en Cuba”.
Esta actitud del PSOE, que denuncia Payá, no sólo confirma el desprecio que sienten los representantes del socialismo español hacia los demócratas y el pueblo cubano, sino que pone de relieve el poco convencimiento que tienen de que el pueblo cubano pueda alcanzar la libertad y disfrutar de una democracia a corto o mediano plazo.
Fue el gobierno español de Cánovas del Castillo quien desarrolló una política colonial basada en la represión a los partidarios de la independencia cubana. Algo que se repite nuevamente. Esta vez contra los partidarios y defensores de una Cuba libre y democrática. El nuevo tipo de represión se camufla en el desprecio y la omisión a las demandas democráticas y de respeto a los derechos humanos.
El gobierno español no reprime directamente como en la guerra que acabó dándole la independencia a Cuba, pero sí que le sirve de soporte a un régimen dictatorial que más temprano que tarde caerá. No perderá esta vez una colonia, pero si perderá otras muchas cosas. Lo único que si es seguro que ganará es el aborrecimiento del que fue un pueblo oprimido, un pueblo que le será difícil referirse a España como la “Madre Patria”. La tiranía cubana ha provocado directa e indirectamente decenas de miles de muertos. España entra en el mismo grado de corresponsabilidad que tiene el tirano para con su pueblo ayudándole como lo hace en la actualidad. Parricida en vez de madre, quizás sea, gracias al gobierno de Zapatero, una consideración más adecuada.
* Para Diario de América / Septiembre 14, 2007
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setembro 18, 2007
FÁBIO CARDOSO EM LIBERDADE
Muito obrigado!
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setembro 17, 2007
O sonho de Sócrates que se tornou realidade
Um excelente artigo do jornalista José António Cerejo, publicado há alguns dias no Público.
(Enviado pelo Carlos C. - obrigado!)
Em Novembro de 2001, o então ministro do ambiente, José Sócrates, sonhou com uma lei inexistente. E o chegar ao seu gabinete escreveu uma carta a um jornalista do PÚBLICO. Queria avisá-lo de que a «invocação pública» de uma escuta telefónica feita pela Judiciária a uma conversa em que ele intervinha «constitui a prática de um crime». A advertência, feita com o intuito de travar a publicação de uma notícia referente a essa escuta, não tinha qualquer fundamento legal. Na semana passada, porém, o sonho de José Sócrates tornou-se realidade.
Revelar o teor de uma escuta telefónica constante de um processo judicial que não se encontrava em segredo de justiça não era crime em 2001. Nem ninguém sonhava que o viesse a ser, a não ser Sócrates e, eventualmente, alguns dos que o acompanhavam na presente cruzada contra a liberdade de informação. Mas a declaração de «jornalismo de sarjeta» já tinha sido feita nas páginas do PÚBLICO.
Numa carta publicada neste jornal em 1 de Março de 2001, Sócrates perorava sobre ética e deontologia dos jornalistas e anunciava o que aí vinha:
«Parece que é tempo de começar a combater as éticas de plástico que outros agora sustentam [referindo-se a alguns jornalistas], por mais politicamente incorrecto que isso possa ser.» Meses depois, quando o PÚBLICO o confrontou com a escuta telefónica em que dava instruções a um empresário seu amigo sobre o que devia fazer para interferir no resultado de um concurso público, Sócrates desejou tanto que os seus sonhos fossem realidade que não se coibiu de qualificar como crime aquilo que nunca o fora. A conversa tinha sido gravada anos antes, quando ele era deputado, e resumia-se a uma recomendação para que o empresário contactasse, e posteriormente recompensasse, um seu colaborador do aparelho socialista da Covilhã. A este, que era assessor do presidente da câmara local e a quem Sócrates telefonaria entretanto, caberia fazer o possível para resolver o problema do concurso.
A imagem que sobressaía dessa conversa, gravada porque o empresário em causa estava a ser alvo de uma investigação judicial, era a de um deputado que se prestava a usar a sua influência para favorecer um amigo (por acaso financiador do PS) no quadro de um concurso público. E esta era, independentemente do seu interesse público e da legalidade indiscutível da divulgação da conversa, a última coisa que José Sócrates quereria que dele dissessem.
Naturalmente o PÚBLICO não se deixou intimidar com a invocação de uma falsa proibição legal. Nem tão pouco com a solene comunicação com que o ministro do Ambiente terminava a sua carta: «Informo-o que recorrerei a todos os meios judiciais ao meu alcance para defesa da minha honorabilidade e da reserva da minha vida privada».
Publicada a notícia em Janeiro de 2002, Sócrates escreveu ao director do PUBLICO afirmando que o texto não passava de «especulações delirantes e insinuações falsas e injuriosas». E acabava declarando: «Porque o Sr. Cerejo [o jornalista] muito bem sabe que cometeu vários crimes com a publicação destes textos, prestará contas em tribunal». Na verdade, os anos passaram-se e as ameaças, antes e depois da revelação da conversa, não deram origem a nenhum processo judicial da iniciativa de José Sócrates.
O agora primeiro-ministro bem sabia que a história do «crime» era, e tão só, um sonho seu.
Quem se queixou em tribunal foi Carlos Martins, o assessor que ele recomendou ao empresário e que era então (e ainda é) presidente de uma junta de freguesia da Covilhã. Alegou que o seu nome tinha sido manchado pelo jornal, mas, meses depois, desistiu do processo. Presentemente está colocado no gabinete do primeiro-ministro e é um dos seus três adjuntos para os assuntos regionais.
A partir da semana passada, José Sócrates já não precisa de ameaçar jornais e jornalistas com tribunais e com leis que não existem. Veio tarde, para o caso da Covilhã, mas veio a tempo para muitos outros casos e para muita gente que pretende esconder, com o seu direito individual à privacidade, o direito de todos os portugueses à verdade sobre quem os governa.
José Sócrates está a ganhar a sua guerra contra as liberdades. As sucessivas leis que tem vindo a fazer publicar e matéria de comunicação social estão a transformar-se numa mordaça. A criminalização da divulgação de escutas telefónicas que não estão em segredo de justiça, aprovada com os votos favoráveis do PSD, é apenas mais um passo na concretização do sonho do primeiro-ministro.
Publicado no Jornal Público a 8 de Setembro de 2007
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fadocravo
Um blog que já existe há dois anos, mas apenas agora o descobri. Sobre fado, claro!
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setembro 14, 2007
MUITO ESTRANHO!
Muito estranho que um Presidente da República que já por várias vezes recusou exprimir o que pensava (lembro-me, entre outros assuntos, do aborto), tenha sido tão lesto a criticar Scolari....
Publicado por João Carvalho Fernandes às 08:53 PM | Comentários (1) | TrackBack
ILHA DA MADEIRA
E não se esqueçam de ir visitando o meu outro blog:

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TÃO ALTA A TORRE - PAULO LEMINSKI
tão
alta
a
torre
até
seu
tombo
virou
lenda
Paulo Leminski
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setembro 13, 2007
PROTECÇÃO CIVIL
O site da ANPC - Autoridade Nacional da Protecção Civil, onde podem ser consultadas nomeadamente informações sobre incêndios florestais, com a lista das Ocorrências mais significativas (com mais de 10 veículos ou com duração superior a duas horas ou em área de paisagem protegida ou perímetro florestal ou com povoações ou infra-estruturas em risco):
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setembro 12, 2007
ÁGUA LISA
Com 24 horas de atraso, um grande abraço para o meu amigo João Tunes, pelo quarto aniversário do magnífico:
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UM DESENHO PELO TIBETE
Um site com contributos de diversos autores de banda desenhada, que realizaram obras em defesa do Tibete livre.

Alguns elementos que não devem ser esquecidos relativamente à situação actual do Tibete:
Há mais habitantes chineses no Tibete, que tibetanos.
É aplicado às mulheres tibetanas um controlo demográfico, com abortos e esterilizações forçados.
A lingua tibetana está condenada a desaparecer dado que o chinês é a única lingua autorizada nas escolas.
Milhares de mosteiros foram devastados.
É proibido ter qualquer foto do Dala Lama.
Os monges tibetanos são obrigados a sessões de reeducação intensivas.
A tortura está generalizada nas prisões.
85% das florestas foram exploradas e desapareceram.
Importantes entrepostos de dejectos nucleares (chineses) provocam novas poluições.
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BEM VINDO!

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SUBSERVIÊNCIA AO REGIME CHINÊS
Mais um ponto de consenso entre Sócrates e Cavaco: a subserviência em relação ao ditatorial regime chinês....
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setembro 11, 2007
VADE RETRO SATANÁS!
Graças ao "caso Maddie", tivemos de gramar o regresso (espero que breve) de um fala-barato que adora falar para as câmaras televisivas e não perde qualquer oportunidade de o fazer. Pensava que depois de ter sido substituído como Procurador Geral da República (decerto o pior de sempre) nunca mais iria ouvir falar de Cunha Rodrigues. Afinal, enganei-me!
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WE WILL NEVER FORGET - SEPTEMBER 11, 2001

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setembro 10, 2007
Sin libretas ni lápices en Castrolandia
Via: CUBANET
Leonel Alberto Pérez Belette
LA HABANA, Cuba - Septiembre (www.cubanet.org) - El comienzo del nuevo curso escolar se ha visto empañado por lo que en los últimos años se ha convertido en una "tradición" empresarial socialista. Aunque este año el asunto es más critico. Se trata de la total ausencia, en las redes de tiendas en moneda convertible y en moneda nacional, de insumos relacionados con la actividad educacional. El problema podría tener raíces en presuntas restricciones artificiales impuestas por el gobierno.
La escasez no se debe a un fenómeno de mercado, en el cual la demanda supera la oferta, sino al desvarío de la dirección económica y a un vetusto y burocrático sistema que no prevé la compra de estos artículos para su posterior venta en el territorio nacional, y que tampoco se vale de la pequeña y obsoleta industria criolla.
El inconveniente no sólo afecta a niños, adolescentes y jóvenes en edad estudiantil, sino a profesionales y otras personas que requieren material de oficina para su desempeño.
Aunque el estado cubano, a través de sus dependencias del Ministerio de Educación, suele entregar un módulo gratis, esto no cubre las necesidades.
En las tiendas brillan por su ausencia las libretas, bolígrafos, lápices, gomas, portaminas y otros utensilios escolares. Algo que resulta paradójico en una nación que dice abogar por alcanzar uno de los índices de instrucción más altos del mundo. Para colmo, otros artículos como el calzado de los infantes y los uniformes escolares, priorizados en otras épocas, también escasean este año.
Contradictoriamente, la oferta de mochilas y bolsos de la marca nacional "Thaba" ha sido abundante en calidad, diversidad y precios. El problema es que los ciudadanos se preguntan para qué quieren mochilas si no hay nada que echar en ellas.
Se trata de una política gubernamental para paliar el fenómeno, cada año más manifiesto, de las disparidades sociales. Contradicciones que en gran medida los ciudadanos atribuyen a los bajos salarios que paga el gobierno a los trabajadores, a las prebendas que reciben algunos funcionarios del régimen, a la corrupción y a un sistema económico que contempla el uso de varias monedas. También influye que algunos cubanos reciben remesas familiares desde el exterior y los ingresos parciales en moneda convertible del personal que labora en áreas relacionadas con el sector turístico.
Algunas personas entrevistadas para este artículo piensan que una estrategia estatal de tal tipo es algo necio y de poco provecho. Según ella, el problema de las diferencias sociales en las escuelas no se soluciona convirtiéndonos a todos en más pobres, sino con mayor producción y un manejo inteligente del mercado. De seguro, afirmó uno de los entrevistados, a los hijos de los altos dirigentes estos inconvenientes no les afectan. A sus padres les basta con chasquear los dedos para obtener lo necesario. Es fácil observar los carros de protocolo transitando por los exclusivos vecindarios donde viven los gobernantes.
Contacté las oficinas del Ministerio de Educación y declinaron hacer ningún comentario al respecto, ni siquiera esbozaron una explicación telefónica. Las administraciones de las diferentes cadenas de tiendas también rehusaron hablar sobre el tema. Los funcionarios contactados "pelotearon" a este reportero de oficina en oficina, sin brindar explicaciones sobre el asunto. Algunos dicen que ni ellos saben qué pasa, otros se echan la culpa unos a otros.
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setembro 07, 2007
LIBEREZ INGRID BETANCOURT
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COLOMBIA - LIBERTAD PARA TODOS LOS SECUESTRADOS
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NOUS NE SERONS LIBRES QUE LORSQUE TU LE SERAS
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Dans la jungle
Dans la Jungle (Renaud) par Joan Baez en Live
Letra e Música: Renaud
Trois années dans la jungle
Ligotée, bâillonnée
Entourée de ces dingues
Ces doux illuminés
Qui t'ont fait prisonnière
Otage précisément
De leur triste guerre
Perdue depuis longtemps
Eux qui voulaient jadis
La liberté, le droit
Crachent sur la justice
En s'en prenant à toi
Ils méprisent la vie
Et la femme que tu es
Au bout de leurs fusils
La victoire est fanée
Nous t'attendons Ingrid
Et nous pensons à toi
Et nous ne serons libres
Que lorsque tu le seras
Trois années dans la jungle
Ligotée, bâillonnée
Avec ces porte-flingues
Devenus tes geôliers
Qui te citent Staline
Ou te lisent Mao
A toi qui, j'imagine
Préfèrerais Rimbaud
Peut-être, comme moi
Les croyais-tu, naguère
Fils de Che Guevara
Et porteurs de lumière
Mais leur lutte finale
Leur matin du grand soir
C'est la haine et le mal
Et surtout les Dollars
Nous t'attendons Ingrid
Et nous pensons à toi
Et nous ne serons libres
Que lorsque tu le seras
Je n' connais pas le nom
De tous ceux, comme toi
Qui croupissent en prison
Otages ici ou là
Anonymes, oubliés
Victimes de conflits
Où, de chaque côté
Sévit la barbarie
Des narcotrafiquants
D'un pouvoir corrompu
D'un indigne président
Vous payez le tribut
Alors, chantant pour toi
Ingrid, je veux aussi
Rappeler que tu combats
Contre un double ennemi
Nous t'attendons Ingrid
Et nous pensons à toi
Et nous ne serons libres
Que lorsque tu le seras
Trois années dans la jungle
Ligotée, bâillonnée
Avec le vent qui cingle
Dans tes cheveux défaits
Tu restes, malgré tout
Sereine et élégante
Ta revanche sur ces fous
Est de rester vivante
Pour tous ceux que tu aimes
Et qui ne t'oublient pas
Qui veulent briser ces chaînes
Qui ne te briseront pas
Ton nom est synonyme
Ingrid Bétancourt
Contre l'armée du crime
De courage et d'amour
Nous t'attendons Ingrid
Et nous pensons à toi
Et nous ne serons libres
Que lorsque tu le seras
Et nous ne serons libres
Que lorsque tu le seras
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LIBERDADE PARA INGRID BETANCOURT
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COMEÇA HOJE A FESTA DO AVANTE....
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setembro 06, 2007
Una furtiva Lagrima
LUCIANO PAVAROTTI - 1935 - 2007
Una furtiva lagrima
Negli occhi suoi spunto:
Quelle festosee giovani
Invidiar sembro.
Che piu cercando io vo?
M'ama, lo vedo.
Un solo instante i palpiti
Del suo bel cor sentir!
I miei sospir, confondere
Per poco a' suoi sospir!
Cielo, si puo morir!
Di piu non chiedo.
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CENTENARES DE MUJERES SOVIETICAS VIVEN EN CUBA SUMIDAS EN LA POBREZA
Via: La Nueva Cuba
Eran jóvenes mujeres atraídas por la revolución de Fidel Castro, un soplo de aire fresco para las que se desilusionaron con el comunismo soviético.Pero cuando la Unión Soviética se desintegró en 1991, cientos de mujeres rusas que se casaron con cubanos y se mudaron a Cuba quedaron aisladas de sus raíces y sumidas en la pobreza a medida que la economía cubana cayó en una crisis. Para quienes habían sufrido de niñas las penurias de la II Guerra Mundial en Rusia, los largos apagones y falta de comida, medicinas y combustible para el transporte revivieron crueles recuerdos. "Eramos jóvenes y Cuba era tan linda. Me hice miliciana en seguida," dijo Zoia Barash, una historiadora de cine soviético que llegó a La Habana en 1963.

Comparado con Moscú, dijo, los dirigentes cubanos eran muy jóvenes y el arte abstracto no era visto como incompatible con el comunismo. Sus esperanzas de participar en la construcción de un "verdadero socialismo" se evaporaron, sin embargo, cuando Cuba copió el modelo soviético, "pero con el calor" del trópico. "Nuestra situación es difícil hoy, como es difícil la situación de todo el país," dijo Barash, de 72 años, que vive de su pensión de 260 pesos (10 dólares) tras 30 años de trabajo para la industria cinematográfica cubana. Unas 1.300 mujeres de Rusia y ex repúblicas soviéticas como Ucrania, Bielorrusia y Kazajistán aún viven en Cuba, haciendo lo que pueden para sobrevivir económicamente. En una vieja mansión propiedad de la embajada de Rusia, algunas de ellas administran una tienda que vende desde vodka y pepinos en escabeche hasta pasta de dientes importada, papitas Pringles y pastillas de Viagra. Lo más duro de todo, dicen, es no poder viajar a casa. Cuba les permitía comprar pasajes aéreos subsidiados cada cinco años, pagaderos en pesos cubanos. Pero la aerolínea cubana dejó de volar a Moscú y los boletos se pagan ahora en moneda dura que pocas de ellas pueden permitirse. Sólo quienes tienen la suerte de recibir dinero de sus familiares logran volar de vez en cuando a casa. Con la jubilación cubana, necesitarían ahorrar durante 10 años para el pasaje. Para la mayoría, es demasiado tarde para regresar a su país de origen y comenzar una nueva vida. Muchas son abuelas con familias a las que atender. Los apagones en Cuba terminaron y el abastecimiento de comida mejoró desde aquellos oscuros días de la crisis post soviética. Aún así, sus casas se vienen abajo, pocas tienen automóviles y el acceso a Internet es caro.
SIN LIBROS NI NOTICIAS:
La librería rusa de La Habana cerró cuando Mikhail Gorbachov emprendió las reformas de la perestroika. Se interrumpieron las subscripciones de diarios y revistas, dejándolas sin información sobre Rusia. A pesar de los problemas, algunas de las mujeres han seguido adelante, como Natalia Balashova, que unió a las mujeres de Rusia, Ucrania, Bielorrusia y Kazakstan en un club cultural de personas que hablan ruso llamado "Manantiales." "Yo no se que cosa es la nostalgia. No voy a sentarme a llorar por lo que perdí," dijo Balashova. Su padre era un bolchevique y ella llegó a Cuba en 1969 tan enamorada del militar cubano que conoció en Moscú como de la "valiente" transformación social que Castro impulsaba en la isla caribeña pese a la hostilidad de Estados Unidos. "Yo sabía que venía a un país que estaba construyendo el socialismo y tenía sus dificultades. Vine consciente de lo que iba a encontrar," dijo. Aún así, se sintió como una "náufraga" cuando la URSS se desmanteló. Después de 14 años, sin embargo, Balashova pudo regresar a Rusia por primera vez el año pasado invitada a una conferencia de rusos que viven en el extranjero, y tuvo la oportunidad de conocer al presidente Vladimir Putin en el Kremlin.
DEPORTADA DE CUBA:
Elena Verselova, que trataba de salir adelante con dos hijas luego de dos divorcios en Cuba, llevó su activismo en otra dirección: se convirtió en disidente en la Isla de la Juventud de la costa sur de Cuba, donde vivió durante 20 años. El 26 de julio fue deportada por el Gobierno cubano, según su hija Diana Aguilar, que llegó de Rusia en los brazos de su madre cuando tenía apenas nueve meses de edad. Había sido acosada y amenazada por la policía cubana y acabó siendo arrestada, dijo su hija. Su familia tuvo que vender preciados electrodomésticos para pagarle el pasaje a Moscú, a donde llegó para empezar una nueva vida con 170 dólares en el bolsillo.

"No nos dejaron despedirnos de ella," dijo Aguilar, una estudiante universitaria de 22 años. "Espero irme de Cuba para estar con mi madre. Quiero volver a mis raíces en Europa," dijo la estudiante de cabello rubio. El documental cubano "Todas iban a ser reinas," rodado el año pasado, capturó el aislamiento en que viven en Cuba mujeres de siete ex repúblicas soviéticas. "Fue una migración por amor. Fue una parte de nuestra utopía que se rompió, como se han roto otras," dijo el director Gustavo Cruz. "Todavía están aquí, tienen sus vidas y sus familias aquí, han trabajado en este país durante muchos años, y no podemos olvidarnos de ellas. Sería muy ingrato," añadió.
Por Anthony Boadle
La Habana
Reuters
Infosearch:
Máximo Tomás
Dept. de Investigaciones
La Nueva Cuba
Septiembre 6, 2007
Publicado por João Carvalho Fernandes às 10:00 AM | Comentários (1) | TrackBack
setembro 05, 2007
TERREIRO DA LUTA - MADEIRA

Publicado por João Carvalho Fernandes às 10:00 AM | Comentários (0) | TrackBack
setembro 04, 2007
SOMAGUE
Será que o PS recebeu mais ou menos do que o PSD? Ou terá sido a mesma verba?
Em todos os casos será decerto bastante mais do que a factura "que correu mal".... O montante que veio à luz do dia será decerto apenas uma pequena parte do iceberg.....
E por isso é que há este consenso na política portuguesa: com maior ou menor grau, os partidos que representam a maioria dos votos dos portugueses estão implicados até ao pescoço. Por isso, calam-se bem caladinhos....
Publicado por João Carvalho Fernandes às 10:30 AM | Comentários (1) | TrackBack
setembro 03, 2007
MIGUEL PORTAS AO LADO DO "INTERESSE" NACIONAL
No Jumento:
«O eurodeputado do BE, Miguel Portas, não partilha das suspeitas dos seus colegas belgas que pediram mais esclarecimentos sobre negócios da Somague, defendendo, porém, que o caso deve ser investigado.» [Correio da Manhã]
Parecer:
Parece que Miguel Portas está mais preocupado com o milho do que com a corrupção do sistema político, sinal de que o BE chegou à "idade adulta".
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Questione-se Miguel Portas sobre a sua estranha posição.»
O meu comentário: Será que a Somague além do PSD, PS e CDS também financiou o BE?
Publicado por João Carvalho Fernandes às 10:00 AM | Comentários (0) | TrackBack
setembro 02, 2007
SOMAGUE
Porque é que ninguém fala dos donativos da Somague ao CDS?
Publicado por João Carvalho Fernandes às 07:45 PM | Comentários (0) | TrackBack





