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maio 31, 2007

TO A STRANGER - WALT WHITMAN

PASSING stranger! you do not know how longingly I look upon you,
You must be he I was seeking, or she I was seeking, (it comes to me as of a dream,)
I have somewhere surely lived a life of joy with you,
All is recall'd as we flit by each other, fluid, affectionate, chaste, matured,
You grew up with me, were a boy with me or a girl with me,
I ate with you and slept with you, your body has become not yours only nor left my body mine only,
You give me the pleasure of your eyes, face, flesh, as we pass, you take of my beard, breast, hands, in return,
I am not to speak to you, I am to think of you when I sit alone or wake at night alone,
I am to wait, I do not doubt I am to meet you again,
I am to see to it that I do not lose you.

Walt Whitman
Leaves of Grass (1881-82)

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TRANSPARÊNCIA

As avenças, as consultas jurídicas, o trabalho encomendado a escritórios de advogados, tem sempre de ser do conhecimento público, para que não existam suspeições de favorecimento a amigos, a compadres, a mandatários.

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CML: Novo presidente herda 49 assessores

O próximo presidente da Câmara de Lisboa vai herdar de Carmona Rodrigues 49 assessores avençados com contratos no valor de mais de 1,3 milhões de euros.

Com a devida vénia ao Correio da Manhã

De um total de 59 assessores do Gabinete de Apoio à Presidência (GAP), 49 só terminam o contrato mais de cinco meses após as eleições. O que significa que o executivo camarário eleito a 15 de Julho terá de manter a equipa do ex-autarca ou pagar o restante valor dos contratos anuais.

De acordo com um documento a que o CM teve acesso, datado de 11 de Maio de 2007, só o gabinete de apoio à presidência de Carmona Rodrigues conta com um total de 59 assessores com contratos no valor de mais de 1,7 milhões de euros. A maioria destes assessores viu os contratos renovados no início do ano – terminam em Dezembro. Nesta situação estão 47 assessores, entre os quais o assessor de Carmona Rodrigues para a comunicação social, João Reis, que tem um contrato anual no valor de 43 380 euros. Por mês, João Reis recebe assim cerca de 3600 euros em bruto. Um valor superior ao vencimento de um vereador que ronda os 2500 euros mensais (depois de impostos).

Mas o contrato mais valioso pertence a Rui Costa Lima: 52 717 euros. Cerca de 4300 euros por mês. Já Inês Jordão só termina o contrato, no valor de 28 mil euros, a 31 de Março do próximo ano. Enquanto Maria Weinholtz (28 617 euros) termina em Novembro de 2007.

Assim, no total são 49 os assessores contratados por Carmona Rodrigues que irão trabalhar directamente com o novo presidente da Câmara. Tanto António Costa (PS), como Fernando Negrão (PSD) ou Helena Roseta (independente) já defenderam o duro corte no número de assessores da Câmara, mas para o fazerem terão de pagar o restante valor dos contratos.

Do total dos 59 assessores do gabinete da presidência, número ao qual acresce ainda a vasta lista dos assessores dos gabinetes dos vereadores, seis terminam contrato na altura das eleições intercalares ou logo após. É o caso de Francisco Mota Ferreira, que foi também assessor do vereador do PSD Amaral Lopes, e que termina o contrato, no valor de 25 791 euros, a 30 de Junho deste ano, juntamente com mais três assessores. Já Marta Botelho (3183 euros) acaba o contrato a 31 de Agosto de 2007.

A maioria dos assessores (39), segundo o documento, foi contratado através de uma consulta prévia, ou seja, após uma entrevista. Mas 17 foram contratados por ajuste directo. Os contratos variam entre os 52 mil e os três mil euros.

VICKY ATÉ AO FINAL DO ANO

Figura bem conhecida do jet set nacional, Vitória Maria Fernandes, conhecida como Vicky Fernandes, é uma das assessoras do executivo camarário de Lisboa. Contratada para relações públicas da autarquia de Lisboa e responsável pela organização de festas, Vicky aufere um rendimento mensal de 3025 euros, de acordo com o seu contrato iniciado em Janeiro deste ano.

O vínculo à autarquia, segundo constatou o ‘CM’, termina a 31 de Dezembro deste ano. Ao todo, Vicky Fernandes auferirá 36 mil euros ilíquidos pelo contrato.

A responsável de relações públicas tem a seu cargo missões co-mo as marchas populares e as noivas de Santo António (padroeiro da cidade), duas iniciativas que são o cartão de visita da autarquia nesta época do ano.

PROPAGANDA: CARTAZES DOS CANDIDATOS JÁ ESTÃO A INVADIR LISBOA

Os partidos políticos e os candidatos independentes às eleições para a Câmara Municipal de Lisboa já começaram a colocar os primeiros cartazes de propaganda política na cidade. Mas desta vez a quantidade de cartazes deve ser menor do que é habitual por razões estritamente financeiras: o Estado não atribui subvenções porque as eleições são só para o executivo camarário e não para a Assembleia Municipal.

SAIBA MAIS

25 milhões de euros é a verba gasta em vencimentos para os cerca de 200 assessores ao serviço da maior autarquia do País.

11 mil é o número de funcionários da Câmara Municipal de Lisboa. Em termos comparativos, por exemplo, a Comissão Europeia tem 25 mil funcionários a tratar de dossiês de 27 Estados-membros.

832 milhões de euros é o montante da dívida da Câmara Municipal de Lisboa a fornecedores, apurado o primeiro trimestre de 2007, na execução financeira.

INVESTIGAÇÃO

A PJ está a investigar a contratação de assessores para a Câmara de Lisboa. Em causa estão suspeitas de eventuais ilegalidades na contratação, abuso de poder e falsificação de documentos.

PROCESSOS

A autarquia é alvo de 12 inquéritos na PJ, como o caso Bragaparques e o pagamento de prémios aos administradores da EPUL. Foram constituídos arguidos Carmona Rodrigues, Gabriela Seara e Fontão de Carvalho.

SÁ FERNANDES

O gabinete do vereador do BE conta com nove assessores técnicos, uma secretária e um coordenador, que auferem salários entre os 1530 euros e os 2500 euros. No total, o gabinete de Sá Fernandes custa 20 880 euros por mês.

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COMENTÁRIOS APAGADOS

Mais uma vez foram apagados os comentários injuriosos do habitual idiota perito na arte de vomitar.

No meio de bastantes asneiras (em sentido literal) o idiota falou do caso de uma antiga fundadora do PND que estará presa.

Quando isso ocorreu já a senhora se tinha afastado há muito tempo (ao contrário do idiota que só saiu dois dias depois de um desaire eleitoral, com uma desculpa esfarrapada).

As organizações públicas não estão imunes à entrada de trafulhas - grave seria mantê-los, como alguns fazem.

Em ambos os casos não foi o que aconteceu.

Publicado por João Carvalho Fernandes às 09:00 AM | Comentários (6) | TrackBack

maio 30, 2007

JOSÉ SÁ FERNANDES - "O ZÉ FAZ FALTA" (II)

Claro que faz! Que o digam os 11 assessores que ele tinha na CML. Já viram este pessoal a ir pró desemprego se ele não for reeleito?

Uma delícia a explicação oficial para tanto assessor: porque tinham direito!

Sá Fernandes é muito útil para justificar que há diferenças na CML e que não há unanimismo, mas com a sua prática demonstra claramente que é MAIS DO MESMO!

Publicado por João Carvalho Fernandes às 04:30 PM | Comentários (4) | TrackBack

Por la solidaridad de España con Cuba

Via: http://www.oswaldopaya.com/

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RECIENTEMENTE en el Congreso de los Diputados español, el voto de los socialistas y comunistas impidió que se aprobara una moción en la que se expresaba el apoyo a la liberación de los prisioneros políticos pacíficos cubanos, que están en prisión sólo por defender los derechos humanos.

La moción apoyaba también la declaración «Unidad por la Libertad», que contiene los principios y objetivos básicos de toda la oposición democrática pacífica cubana. «Unidad por la Libertad» es positiva toda y tiene su motivación, solamente, en la voluntad de la mayoría de la oposición democrática y pacífica cubana de explicar al pueblo de Cuba y al mundo que estamos unidos en la solidaridad y en los objetivos de democracia, soberanía, reconciliación y libertad. Seguir leyendo »

Agradecemos al Partido Popular, que propuso la moción de solidaridad con Cuba y que aceptó las modificaciones en aras de beneficiar a nuestro pueblo. A Convergencia i Unió, que trabajó positivamente en su modificación, buscando el consenso. Al PNV, que, con tanta transparencia, defendió los indiscutibles derechos de los cubanos, y a todos los diputados que se tomaron interés o hablaron con respeto de nuestro pueblo y de nuestros derechos, cualquiera haya sido su voto.

Respetamos el derecho y la facultad de los diputados españoles a votar como en conciencia crean que deben hacerlo, aunque sea para negarse a sí mismos la oportunidad de ser solidarios con sus hermanos cubanos, eso no tiene discusión. Pero cuando un estado que se dice democrático mantiene relaciones políticas, culturales y económicas con otro estado, tiene la obligación de ser consecuente en esas relaciones, con los valores y principios de la democracia y con los Derechos Humanos universalmente reconocidos. Si España no es solidaria con el pueblo cubano en estos aspectos, esas relaciones se convierten en complicidad con la exclusión que sufren los cubanos en su propio país.

En esta solidaridad se debe buscar el consenso y no la confrontación. Un consenso entre los que consideran que «los cubanos tenemos derecho a los derechos porque somos seres humanos». Creemos que este consenso, en la solidaridad, existe entre la inmensa mayoría o casi totalidad de los ciudadanos españoles, por lo que su Gobierno, su Parlamento y todos los partidos políticos deberían ser expresión de ese sentir. No beneficia la causa de los derechos humanos en Cuba que las expresiones de solidaridad con Cuba se empleen para atacar al Gobierno, ni trasladar a ese terreno las rivalidades entre partidos. Pero también es escandaloso que algunos se sientan agredidos sólo porque se propone demandar el respeto de los derechos de los cubanos y la liberación de los prisioneros políticos pacíficos. Es como una confesión de identificación con la opresión. Reaccionan así por definición, acusando a los proponentes y reafirmando su adhesión al régimen que viola nuestros derechos con gritos de «viva la revolución». ¿Por qué contraponen «la revolución» a los derechos humanos? Es como gritar: «viva la tiranía que niega los derechos humanos y así los ideales de la revolución».

Parece que han traslado al Congreso español las tácticas y argumentos utilizados por el Gobierno cubano contra las familias que defienden los derechos humanos en Cuba. Ocurre cuando acusan a los que desde España promueven el apoyo a los derechos fundamentales de los cubanos de ser instrumentos de los Estados Unidos. Eso mismo, es decir, acusar de instrumentos del extranjero a los opositores, lo han hecho todas las dictaduras, incluyendo la de Franco. Las dictaduras no son de izquierda, ni de derecha, son dictaduras, y en Cuba lo mismo da que alguien sea de derecha o de izquierda para ser reprimido, siempre que éste apoye la libertad y los derechos de los cubanos.

Creemos que los muchos hombres y mujeres de izquierda y de otras corrientes políticas que aman la democracia y al pueblo cubano deben tomar su propia voz y enviar mensajes clarificadores al pueblo de Cuba. Porque, sinceramente, en el caso de la izquierda, su voz, tal como está llegando a Cuba sistemáticamente, parece haber sido usurpada por los que apoyan el régimen de no derechos para los cubanos siempre y en cualquier circunstancia.

No creemos que ése sea el espíritu del Gobierno de España. No quisiera que estas palabras sean usadas para más confrontación. Tenemos la esperanza de que, por amor a sus hermanos cubanos, se pueda llegar al consenso en la solidaridad. Nuestra propuesta para todos los ciudadanos españoles y para su Parlamento es que inicien un «diálogo de buena voluntad, por la solidaridad con Cuba». Un diálogo que tenga como guía la declaración «Unidad por la Libertad». Las iniciativas ciudadanas en esa dirección serán un gran apoyo moral para el pueblo cubano y la causa de los derechos humanos, que es la causa de la paz. Más que interminables polémicas que no ayudan a Cuba, sugerimos, ya que se trata de nosotros los cubanos, que creen una comisión parlamentaria plural para el diálogo con Cuba, recordando que Cuba somos todos los cubanos y todos los sectores de la sociedad.

El diálogo con Cuba es bueno: si no es excluyente, si busca el respeto a los derechos de los cubanos y la liberación de los prisioneros políticos pacíficos y si se propone como meta transparente apoyar el diálogo entre cubanos. La solución pacífica entre cubanos la seguimos buscando aquí, demandando la liberación de los prisioneros políticos pacíficos y promoviendo el diálogo nacional, la reconciliación, el reconocimiento legal de los derechos y la consulta en un Referendo sobre el Proyecto Varela, para que el pueblo tenga voz y pueda decidir.

(*) Movimiento Cristiano Liberación. Premio Sajarov 2002 a la a Libertad de Conciencia del Parlamento Europeo

Publicado por João Carvalho Fernandes às 12:00 PM | Comentários (1) | TrackBack

maio 29, 2007

IL GATTOPARDO

"É preciso que algo mude para que tudo fique na mesma"

Princípe de Salina, em «Il Gattopardo» de Lampedusa, levado para o cinema por Visconti.

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SÁ FERNANDES - MAIS DO MESMO....

Pois pois, quem quer acabar com as empresas municipais não sabe o que diz. Devem é ser reformuladas e alvo de fusão... blá blá blá blá blá blá..........

Publicado por João Carvalho Fernandes às 07:06 PM | Comentários (2) | TrackBack

CANÇÃO DO SEMEADOR - MIGUEL TORGA

Na terra negra da vida,
Pousio do desespero,
É que o Poeta semeia
Poemas de confiança.
O Poeta é uma criança
Que devaneia.

Mas todo o semeador
Semeia contra o presente.
Semeia como vidente
A seara do futuro,
Sem saber se o chão é duro
E lhe recebe a semente.

Miguel Torga

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maio 28, 2007

MANUEL MONTEIRO «bloqueia» EMEL

Manuel Monteiro, acompanhado dos candidatos da sua lista à Câmara Municipal de Lisboa, inaugurou hoje a campanha, bloqueando simbolicamente a sede da EMEL, uma das empresas municipais de que pede a extinção.

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Após ler a declaração de candidatura (já publicada aqui, no Democracia Liberal), Manuel Monteiro fez à volta da sede da empresa aquilo que é feito a muitos automobilistas lisboetas.

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Contactada a administração da EMEL para comentar esta acção, foi declarado.... que não tinham nada a declarar!

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Publicado por João Carvalho Fernandes às 07:52 PM | Comentários (0) | TrackBack

JOSÉ SÁ FERNANDES - "O ZÉ FAZ FALTA"

Que raio de slogan! Tem uma conotação de epitáfio!

Fica-se a espera de a seguir ouvir algo como "são sempre os melhores que partem primeiro".....

Publicado por João Carvalho Fernandes às 12:00 PM | Comentários (2) | TrackBack

UMA CANDIDATURA DE RUPTURA

É esta a caracterização da candidatura da Nova Democracia à Câmara Municipal de Lisboa.

Uma candidatura que vai ser incómoda e vai lembrar quem são os responsáveis pelo estado a que chegou a cidade de Lisboa: PS, PSD, PCP e CDS.

Uma candidatura que vai denunciar onde é (mal) gasto o dinheiro dos contribuintes.

Uma candidatura que não vai ter medo de “chamar os bois pelos nomes”, defendendo a transparência, a verdade e a clareza.

Uma candidatura que vai defender uma verdadeira austeridade, consentânea com a situação financeira da autarquia.

Em suma uma candidatura que vai ser uma voz desalinhada.

E que já começou a apresentar propostas concretas para Lisboa:

. Extinção de todas as empresas municipais que são verdadeiras agências de emprego para os partidos, sem qualquer vantagem para o funcionamento camarário.

. Reabrir a Rua Garrett ao trânsito.

. Proposta para que não seja admitido qualquer novo funcionário na CML, reduzindo o número dos existentes, bem como dos assessores.

Publicado no Democracia Liberal

Publicado por João Carvalho Fernandes às 09:00 AM | Comentários (0) | TrackBack

maio 27, 2007

A TAÇA É NOSSA!

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Palpita-me que é o primeiro de muitos festejos que aí vêm!

Publicado por João Carvalho Fernandes às 10:05 PM | Comentários (0) | TrackBack

EM ALVALADE FESTEJA-SE....

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Graças ao Carmona Rodrigues e restantes vereadores, este ano não há festejos nos Paços do Concelho!

Publicado por João Carvalho Fernandes às 10:01 PM | Comentários (0) | TrackBack

SPORTING VENCE 14ª TAÇA DE PORTUGAL

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Publicado por João Carvalho Fernandes às 08:09 PM | Comentários (0) | TrackBack

FERNANDO NEGRÃO - "LISBOA A SÉRIO"

O que é que este slogan quer dizer?

Das outras vezes foi a brincar?

Publicado por João Carvalho Fernandes às 07:30 PM | Comentários (0) | TrackBack

maio 25, 2007

PARECE-ME QUE A OPÇÃO OTA SE ESTÁ A AFUNDAR!

Destaque Expresso

Previsão avançada em seminário sobre protecção civil
Ota pode afundar em caso de sismo

Valentina Marcelino

Se a área metropolitana de Lisboa for afectada por um sismo a Ota e o Seixal serão as zonas mais devastadas.

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Um alto quadro da Autoridade de Protecção Civil (APC), responsável pela análise de riscos, conferencista no seminário sobre protecção civil que está a decorrer esta manhã em Lisboa, na Escola Prática da GNR, não tem dúvidas que a Ota e o Seixal seriam as zonas mais afectadas caso um sismo atingisse Lisboa.

Durante a sua intervenção, a engenheira, Maria Anderson explicou, com base num estudo concluído em 2005, que Ota e Seixal são zonas onde o solo tem um elevado risco de liquefacção. Ou seja, se um sismo atingir essas áreas tudo o que está sobre os terrenos à superfície corre o sério risco de se afundar.

Segundo um cenário provável traçado pela APC, os concelhos mais afectados em caso de sismo são Lisboa, Almada, Seixal e Vila Franca de Xira.

Os cálculos da PC, baseados em estudos científicos, apontam para 10 mil mortos e igual número de edifícios totalmente destruídos, os desalojados rondarão os 270 mil.

O dia depois de amanhã

Os danos, contudo, não se ficam por aqui, se um sismo de grandes proporções voltar a devastar Lisboa, as infra-estruturas de socorro também serão gravemente afectadas. Dos quartéis de bombeiros existentes 22 por cento serão completamente destruídos, assim como 33 por cento de esquadras de polícia.

Mais de metade dos hospitais, centros de saúde e clínicas também não resistirão à fúria dos elementos, e 57 por cento das escolas primárias e secundárias verão as suas instalações reduzidas a escombros. A pior factura será paga pelos edifícios ministeriais onde, segundo este estudo, o colapso será total.
Numa região que representa 45 por cento do PIB nacional os prejuízos monetários poderão chegar aos 11 mil milhões de euros.

Com Pedro Chaveca


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ESTÁ TUDO GROSSO!

Ai Agostinho!
Ai Agostinha!
Que rico vinho
Mais uma pinguinha
Este país é um colosso
Está tudo grosso!
Está tudo grosso!

Ai Agostinho!
Ai Agostinha!
Que rico vinho
Mais uma pinguinha
Este país perdeu o tino
A armar ao fino!
A armar ao fino!

Isto é que vai uma crise
Isto é que vai uma crise
Isto é que vai uma crise

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AI AGOSTINHO... no YOU TUBE

Publicado por João Carvalho Fernandes às 09:00 AM | Comentários (0) | TrackBack

maio 24, 2007

ATAQUES TERRORISTAS?

Face a tão atinado argumento, fiquei sem palavras! Construa-se já o aeroporto da Ota!

Almeida Santos (presidente do Partido Socialista) explicou que um aeroporto na Margem Sul do Tejo implica passar sobre pontes e que estas podem ser destruídas por terroristas.

Publicado por João Carvalho Fernandes às 09:31 PM | Comentários (1) | TrackBack

MILHÕES DE PESSOAS?

Mas um dos argumento para a construção de um novo aeroporto não era o excesso de pessoas perto do actual? E na Ota, vivem milhões de pessoas?

O ministro referiu, por duas vezes, que a Margem Sul do Tejo é um sítio "sem gente, sem turismo, sem comércio", um "deserto para onde seria necessário deslocar milhões de pessoas".

Publicado por João Carvalho Fernandes às 10:00 AM | Comentários (1) | TrackBack

maio 23, 2007

MAIS UM ESCÂNDALO EM PERSPECTIVA!

Como a lei não permite o financiamento no caso de eleições intercalares para apenas um órgão, faz-se uma alteração à medida!

A política portuguesa no seu pior!

CAMPANHAS ELEITORAIS
Osvaldo Castro diz que ainda é possível alterar Lei de Financiamento

O presidente da comissão de Assuntos Constitucionais considerou, esta terça-feira, que ainda é possível alterar a Lei de Financiamento das campanhas, a fim de permitir a atribuição de subvenções públicas aos partidos e grupos de cidadãos que concorram às eleições em Lisboa.

A este propósito, a Nova Democracia já tomou posição:

NOVA DEMOCRACIA APELA AO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

A alteração à lei de financiamento dos partidos nas campanhas eleitorais feita a pensar nas eleições intercalares de Lisboa é simplesmente escandalosa.

A Nova Democracia espera que haja decoro e bom senso por forma a impedir que o dinheiro dos contribuintes sirva, uma vez mais, para pagar os erros sistemáticos de quem nos dirige.

A Nova Democracia apela ao Presidente da República no sentido de travar tal escândalo.

A Direcção da Nova Democracia
Lisboa, 23 de Maio de 2007

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HERGÉ - SELOS BELGAS COMEMORATIVOS

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Informações sobre esta emissão especial de 25 selos em: La Poste

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maio 22, 2007

TINTIN

O site institucional - montanhas de informação:

Tintin.com

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HERGÉ - 22/05/1907

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ÓBIDOS

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Tehran denying rights to detained scholar, lawyer says

Via: Iran Focus

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Shirin Ebadi, the 2003 Nobel Peace Prize winner and the lead attorney for imprisoned American scholar Haleh Esfandiari, charged yesterday that the Iranian government has turned down her request to represent the Potomac resident, refused information on the charges against Esfandiari and denied a legal team access to its client.

After Iran announced yesterday that Iranian and U.S. diplomats are to hold talks on the future of Iraq on May 28, Ebadi said the arrest of people such as Esfandiari is "not a very good starting point for negotiations between the two countries."

Esfandiari, the director of Middle East programs for the Smithsonian's Woodrow Wilson International Center for Scholars, was imprisoned in Tehran on May 8 after more than four months under virtual house arrest. Iran's judiciary said this week that Esfandiari is being investigated for "crimes against national security" -- including fomenting revolution in Iran and spying for the United States and Israel.

"I've known her for many years, and I know she is innocent," Ebadi said in an interview in Washington before speaking at the Council on Foreign Relations. In 2000, Ebadi, a human rights lawyer, was imprisoned for her activities in a case in the same notorious jail where Esfandiari is being held.

Ebadi said Iran is breaking its own laws in denying Esfandiari access to legal representation, which Esfandiari had requested in a telephone call to her mother from Evin Prison. Esfandiari, a dual U.S.-Iranian citizen who had lived in the United States for more than a quarter century, went to Iran to visit her ailing 93-year-old mother.

"Our goal is to inform Iranians and the international community that the government is not respecting its own laws and regulations," Ebadi said. "Her arrest was illegal."

The Nobel laureate noted that Esfandiari did not go public about her ordeal after she was put under house arrest at the beginning of the year, even during six weeks of interrogations by Iran's intelligence ministry. "In return for my client's goodwill, the government went ahead with this," Ebadi said.

Ebadi said the case is a warning to Iranian foreign policy academics and analysts and an attempt to further restrict Iranian civil society groups.

"If Iran and the U.S. governments are to negotiate, which I personally welcome, these negotiations must not be limited to foreign ministers of the two countries or even the presidents. The key point is the need for exchange between civil society in Iran and the United States," Ebadi said.

Iranian Foreign Minister Manouchehr Mottaki announced in Pakistan yesterday that the U.S.-Iran talks will take place in Baghdad on Memorial Day. The talks are supposed to be limited to issues related to the stability of Iraq.

State Department spokesman Sean McCormack said the agenda is likely to include Iran's support for illegal Iraqi militias, supply of explosives to extremists and sectarian tensions in Iraq.

In separate negotiations, Mottaki said, European Union foreign policy chief Javier Solana will meet with Iranian national security adviser Ali Larijani next week in Europe to discuss international efforts to prevent Tehran from subverting its nuclear energy program to develop a nuclear weapon. The Bush administration has sought to separate the bilateral talks on Iraq from the international effort on Iran's nuclear program.

At a news conference yesterday with visiting British Prime Minister Tony Blair, President Bush warned that the United Nations will take further punitive steps if talks on Iran's nuclear program falter.

"If we're unable to make progress with the Iranians, we want to work together to implement new sanctions through the United Nations, to continue to make it clear that Iran with a nuclear weapon is not in the interests of peace in the world," Bush told reporters.

Publicado por João Carvalho Fernandes às 03:30 PM | Comentários (0) | TrackBack

A PRAÇA - ÁLVARO CAMPOS

A praça da Figueira de manhã,
Quando o dia é de sol (como acontece
Sempre em Lisboa), nunca em mim esquece,
Embora seja uma memória vã.

Há tanta coisa mais interessante
Que aquele lugar lógico e plebeu,
Mas amo aquilo, mesmo aqui ... Sei eu
Por que o amo? Não importa. Adiante ...

Isto de sensações só vale a pena
Se a gente se não põe a olhar para elas.
Nenhuma delas em mim serena...

De resto, nada em mim é certo e está
De acordo comigo próprio. As horas belas
São as dos outros ou as que não há.

Álvaro Campos

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ÓBIDOS

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maio 21, 2007

CUBA - ENTREVISTA A YANET OCAÑA CASTRO DAMA DE BLANCO "LES PIDO QUE NO NOS OLVIDEN"

Via: La Nueva Cuba

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Léster González Pentón nació en Encrucijada, provincia de Villa Clara, hace apenas 30 años. En Santa Clara estudió para pastelero. Y trabajó desde los 17 años como sereno y panadero. En el año 1998, brisando los 20 años, Léster se incorpora a la oposición, dentro del Partido Pro Derechos Humanos afiliado a la Fundación Andrei Sajarov, y como delegado provincial de la Confederación de Trabajadores Democráticos. Tras participar en varias organizaciones democráticas se incorpora al periodismo independiente. Es el encausado más joven de la Primavera Negra de Marzo de 2003. Recibe entonces, a los 26 años escasos, una injusta condena de 20 años de reclusión. Es por tanto el preso más joven de todos los prisioneros de conciencia de la primavera negra del 2003. Desde esa fecha, su madre, Mireya de la Caridad Pentón Orozco, la madre de su hija Yanet Ocaña, y su hija Claudia, de 6 años, sufren la injusticia de su ausencia. Tras ser encarcelado en régimen especial en la prisión Kilo 8 de Camaguey, Léster fue trasladado a la Pendiente de Santa Clara. Hablamos con Yanet Ocaña por vía telefónica a finales de abril, cuando ella se encontraba en La Habana.

Ricardo Carreras Lario (RCL) - Yanet, Muy buenas tardes -buenos días allá en Cuba- ¿Cómo va todo?

Yanet Ocaña (YO) - Bueno, la situación en general está difícil -responde Yanet con voz entre resignada y apenada. Siguen aumentando los actos del repudio. Por otro lado la Seguridad del Estado (policía política cubana) nos acosa. Incluso están acosando a mi madre, Miriam Castro. Van a su centro de trabajo a amenazarla. Le dicen que debo quedarme tranquila, que estoy creando problemas, que puede perder su puesto de trabajo. Le dicen que si yo continúo se van a tomar medidas. Son amenazas veladas. Es triste que hagan esto.

RCL - ¿Cuál es el comportamiento de la gente en general, de sus vecinos, con usted?

YO - Los vecinos en general nos apoyan, aunque algunos disimulan porque tienen miedo. Pero se ha visto un cambio en los actos de repudio, por ejemplo, ya les cuesta mucho encontrar vecinos. No hay gente que se preste a eso. Y tiene que traer a gente de otros sitios, que son siempre los mismos.

RCL - ¿Cómo se encuentra Léster?

YO - Léster está mal. Esta enfermo. Padece de hipertensión, de mala absorción intestinal, diarreas, hemorroides y además tiene un parásito -amebas.

Por otro lado padece de problemas de vista, que son probablemente consecuencia del régimen especial que sufrió en la prisión kilo 8, de Camaguey, donde estuvo recluido en una celda pintada totalmente de blanco. En la prisión todo son problemas. Uno detrás de otro. Pronto tengo visita y espero que vaya bien. Aunque las últimas veces no se podía conversar porque los guardias molestan, vienen, van.

En la prisión no le dan el agua hervida que necesita por su delicado estado de salud, ni le dan los medicamentos a tiempo, ni le dan la dieta que le hace falta. También tiene un problema de cervicales.

RCL - ¿Yanet cómo consiguen llegar desde el interior hasta la Habana y participar en las actividades de Las Damas de Blanco? Creo que tienen mucho mérito, considerando lo mal que está el transporte en Cuba.

YO - Vamos para La Habana siempre que podemos, porque eso nos da fuerzas, nos anima.

Pero en las fechas especiales, cuando saben que nos vamos a reunir muchas, tratan de impedirlo, aunque no lo consiguen. El presidente del Comité de Defensa de la Revolución (los CDRs, centros de control y vigilancia de la población, presentes en toda Cuba) en esas fechas nos dice que no podemos viajar. En ocasiones nos han bajado de la Terminal de villa clara de la guagua (autobús). No nos han permitido montar en la guagua. Pero de una u otra manera conseguimos venir a La Habana.

RCL - ¿Tienen buena relación con las otras Damas de Villa Clara?

YO - Sí, estamos todas muy unidas y nos apoyamos mucho, nos queremos mucho.

RCL - ¿Reciben muestras de solidaridad de viajeros de fuera de Cuba?

YO - Poca. Alguna vez, pero en general a nosotras no nos visitan apenas, no llegan a la casa. En otras provincias tengo entendido que visitan. Pero a Villa Clara llegan pocos.

RCL - ¿Su hija, cómo está?

YO - La niña (Claudia) está bien. Cumple 6 años el 18 de agosto.

RCL - ¿Qué le han dicho a ella acerca de la ausencia de su padre?

YO - Le hemos dicho la verdad. Creo que es lo mejor, que entienda quién es su padre y por qué está preso.

RCL - ¿Qué le pide a la gente que puede leer esta entrevista?

YO - Que no nos olviden.

RCL - Yanet, un honor hablar con usted. Le envío un abrazo. Gracias por su tiempo y su amabilidad.

YO - Muchas gracias a ustedes por todo.

Ricardo Carreras Lario
Periodista
Presidente
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CONFERÊNCIA DA MOITA SOBRE POLÍTICA DE SOLOS E ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO

Estive este fim de semana nesta Conferência, organizada por um grupo de cidadãos que decidiu dizer não às prepotências de um poder absoluto (CDU) que por ter maioria absoluta na Câmara da Moita se julga no direito de fazer o que lhe dá na gana ao atropelo da legislação existente.

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Recomendo a leitura destes dois documentos:

Munícipes da Moita apontam à CCDR-LVT os pontos mais negros na rota da Revisão do PDM e no Projecto de novo PDM da Moita

O Pseudo Ordenamento do Território da Moita

Estive na conferência, em representação da Nova Democracia, tendo feito uma breve alocução de apoio:

NOVA DEMOCRACIA apoiou CONFERÊNCIA sobre solos na MOITA

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Sou Conselheiro político do Partido da Nova Democracia e director do jornal digital Democracia Liberal.

É nessa dupla qualidade que não posso deixar de saudar os organizadores desta Conferência. Normalmente os portugueses têm o hábito de dizer mal do que não lhes agrada, mas pouco mais fazem. Neste caso, este grupo de cidadãos da Várzea da Moita decidiu agir. Meteu mãos à obra e o resultado começa a estar à vista (já se fala que a revisão ao PDM vai ser chumbada).

Parabéns pelo exemplo de cidadania e de defesa da transparência.

Agora o aviso, para o qual já mostraram aliás estar conscientes: Hoje esta conferência não é um fim, é apenas o princípio.

Do que fizerem daqui para a frente, nomeadamente divulgando o que aqui se passou nestes dois dias, dependerá o verdadeiro êxito ou não desta Conferência.

Pelo que já fizeram até aqui, penso que estarão ao nível do desafio.

Em nome do Partido da Nova Democracia, espero que continuem o bom trabalho e, mais uma vez, Parabéns!

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maio 18, 2007

COHIBA BEHIKE

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Está a chegar a Portugal a única caixa destes charutos que veio para o nosso país!

Segundo revelou o próprio, foi adquirida pelo Sr. Manuel Ruão, dono da Tabacaria Ruão, em Paredes

Só fiquei com uma dúvida: ficam com o próprio ou é para algum cliente?

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ÓBIDOS

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AVANTE CAMARADA!

E o que dizem os amigos dos terrorista das FARC?

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Com a devida vénia ao El Pais - Colombia

Regreso a la libertad
'Pinchao' fue recluido en la Clínica de la Policía

El subintendente John Frank Pinchao no pudo contener el llanto durante el encuentro con su familia, en las instalaciones de la Policía, en Bogotá. Ayer fue hospitalizado para practicarse exámenes médicos y psicológicos.
Fotos especiales de la Policía y Presidencia | AP y AFP | El País

Según Pinchao, los guerrilleros castigaron los intentos fallidos de la ex candidata presidencial quitándole la comida y prohibiéndole escuchar radio. “Es la primera vez que alguien ve a mi mamá en cinco años. Es una esperanza, pero un testimonio fuerte”, dijo su hija Melanie.

“La doctora Ingrid está bien de salud, hace mucho ejercicio, escribe, escucha radio y recorta las noticias que publican los periódicos sobre ella . En ocasiones sufre depresiones y durante su cautiverio ha intentado escapar cinco veces”.

Con estas palabras, el subintendente John Frank Pinchao, quien permaneció durante dos años de su cautiverio en compañía de Ingrid Betancourt, llevó un mensaje de esperanza, pero también de incertidumbre a los familiares de la ex candidata presidencial.

“Es la primera vez que alguien dice que vio a mi mamá en estos cinco años. Es una gran esperanza, pero es un testimonio muy fuerte”, expresó la hija de la política colombofrancesa, Melanie Delloye Betancourt, al señalar que las declaraciones del subintendente se han convertido en la última prueba de supervivencia de su madre.

Pinchao, quien logró escapar de las Farc después de ocho años y medio de secuestro, conmovió a la familia de la ex candidata al confesar que los intentos fallidos de Ingrid por recobrar la libertad le costaron varios castigos como el recorte de las raciones de comida, la prohibición de la radio y los periódicos.

De igual forma, agregó que durante los dos años que convivió con Ingrid ambos se acompañaron inseparablemente: “Era su compañero de ejercicio. Aunque peleábamos mucho por las posiciones ideológicas distintas, después de unos días nos contentábamos”.

Por su parte, Yolanda Pulecio, madre de la ex candidata secuestrada, reconoció que el testimonio de Pinchao, además de hacerle renacer las esperanzas al saber que su hija se encuentra con vida, la embarga de temor.

“Es una buena noticia, pero estoy preocupadísima de que ahora (al Gobierno) se le ocurra hacer un operativo militar de rescate”, expresó.

La preocupación de Pulecio surge después de escuchar las palabras de Pinchao sobre el rescate militar: “Sabemos que significa muerte. Cuando helicópteros sobrevolaban los campamentos, los guerrilleros nos advertían que en caso de una operación militar no nos podían sacar vivos, les tocaba matarnos”.

Compañeros cautivos. El subintendente Pinchao también confirmó que compartió meses de cautiverio con los estadounidenses Tom Howes, Keith Stansell y Marc Gonsalves, quien está sufriendo de hepatitis.

Entre los compañeros de Pinchao también se encontraba el ex senador Luis Eladio Pérez, junto a quien era amarrado todas la noches para evitar la huida.

Aunque el subintendente nunca estuvo en el mismo campamento con Clara Rojas, la asesora presidencial de Ingrid Betancourt, confirmó de su relación íntima con un subversivo nació un niño. “Es gordito y muy lindo, se llama Emmanuel”.

Señaló, finalmente, que el ex senador Jorge Gechen Turbay y el coronel Luis Mendieta son los rehenes en peor estado de salud. “El doctor Gechen ha sufrido ya de siete preinfartos, mientras que mi coronel Mendieta tiene que ser cargado en hamacas”, reveló.

“Me salían gusanos de las manos”

Diecisiete días caminó por las selvas de Vaupés el subintendente John Frank Pinchao, tras su fuga, alimentándose de plantas y algunos animales que se encontró en el camino.

En su rostro, sus brazos y el resto de su cuerpo se reflejan los 8 años y seis meses de sufrimiento en cautiverio. Está desnutrido y sus manos presentan delicadas infecciones. “Hasta me han salido gusanos”, dice el subintendente, quien constantemente llora de felicidad y de tristeza. Lo primero, por haber recuperado su libertad y regresar al lado de su familia, en especial de su hijo de 8 años, a quien apenas conoció. Y lo segundo, por haber dejado atrás, en cautiverio, su segunda familia: los otros 56 secuestrados declarados “canjeables” por las Farc.

“Espero que ellos regresen pronto por uno u otro medio. Han quedado allá, pero sé que algún día verán la luz de la libertad. Que Dios los proteja y que ojalá por mi culpa no estén pasando dificultades en la selva”.

Pinchao fue secuestrado el 1 de noviembre de 1998 durante un cruento ataque de tres días de las Farc en Mitú. En la incursión fueron asesinadas 53 personas entre policías, soldados y civiles. Los subversivos (eran cerca de 700) se llevaron, además, a 61 uniformados, de los cuales liberaron 54 en el 2001.

Ayer, la familia del subintendente tuvo que suspender una fiesta de recibimiento que le esperaba al policía en su casa, pues debió este ser hospitalizado para someterse a una serie de exámenes médicos y psiquiátricos.

“Pero eso no importa. Para nosotros ha empezado una nueva vida, porque recuperarlo es volver a nacer”, narró Marisol Pinchao, una de las cinco hermanas del subintendente.

La compañía de su propia familia por ahora es limitada. “Pudimos almorzar (ayer) con él... pronto estaremos juntos”, expresó Marisol.

Y John Frank no tiene prisa. Es que las cadenas del secuestro se las quitó hace 20 días.

En pocas palabras

- "Cualquier esfuerzo de Francia es bienvenido para la liberación de los secuestrados".

Álvaro Uribe, presidente de Colombia.

- "Estamos decididos a traer de vuelta a Ingrid Betancourt por todos los medios posibles".

Nicolás Sarkozy, presidente de Francia.

Farc insisten en despeje militar

El jefe guerrillero de las Farc ‘Raúl Reyes’ rechazó ayer la propuesta del presidente Álvaro Uribe de indultar a subversivos para liberarlos, a cambio de que el grupo insurgente tenga un gesto similar con los secuestrados.

‘Reyes’ calificó como una “farsa” el anuncio del Mandatario e insistió en el despeje militar de los municipios de Pradera y Florida para la realización del intercambio humanitario.

“No queremos hacerle el juego a Uribe hablando de su farsa sobre la liberación de 300 guerrilleros, con lo cual pretende, ante todo, tender otra cortina de humo para protegerse del huracán denominado narco-para-política”, dijo el jefe insurgente.

Uribe dijo hace ocho días que estaba dispuesto a liberar a guerrilleros de las Farc si esa organización irregular hacía lo mismo con cautivos, pero precisó que no estaba dispuesto a darle “ventajas la terrorismo”, negando así el despeje que pide el grupo subversivo.

El Presidente insiste en que el Gobierno está estudiando los mecanismos jurídicos para llevar a cabo su propuesta de indulto y liberación de guerrilleros de las Farc, como una alternativa para el intercambio humanitario.

Ayer, el presidente de Francia, Nicolás Sarkozy, se comunicó con Uribe para manifestarle su decidido empeño en la liberación de la ex candidata Íngrid Betancourt.

También se han fugado

- DICIEMBRE DEL 2006: el hoy canciller Fernando Araújo escapó de las Farc, tras seis años de cautiverio.

- SEPTIEMBRE DEL 2005: las propias Farc informaron que el ingeniero Orlando Toledo Lugo escapó de un campamento en el Cesar.

- MAYO DEL 2002: los extranjeros Gabriel Giusto (italiano) y José Borsotti (venezolano) huyeron de un campamento de las Farc en Arauca.

Reacciones

- “A los familiares de los que siguen secuestrados nos angustia que haya retaliaciones de las Farc por la fuga del policía. Le pedimos a la guerrilla que por favor no los vaya a someter a más dolor”.

Yolanda Pulecio, madre de Ingrid Betancourt.

- “La libertad del policía es un hecho que nos llena de alegría, lo sentimos como propio, pero también aumenta nuestro temor por los operativos militares que pueden estar en marcha”.

Fabiola Perdomo, vocera de los familiares de los diputados secuestrados.

- “Como hace cuatro años que no tenemos ninguna prueba de vida de mi mamá, si alguien puede confirmar que la ha visto en estos cinco años es una gran alegría para nosotros. Pedimos que no se prolongue más el sufrimiento de ella y las otras personas”.

Melanie Delloye Betancourt, hija de Ingrid Betancourt.

- “Los familiares de rehenes somos una familia, a pesar de las diferencias que tenemos. Por eso nos dio mucha alegría que recobrara la libertad el policía, pero de igual manera nos acompaña una angustia y una incertidumbre muy grande porque sabemos que las Farc van a tomar medidas extremas”.

Marleny Orjuela, presidenta de Asfamipaz.

Otros policías y militares cautivos

PATASCOY (DIC. 21 DE 1997): cabos Libio Martínez y Pablo Moncayo.

EL BILLAR (MAR. 4 DE 1998): sargento Ricardo Marulanda Valencia y cabos Luis Arcia, Luis Beltrán, José Arteaga y William Pérez.

MIRAFLORES (AGO. 3 DE 1998): tenientes Raymundo Malagón, William Donato y Juan Bermeo; sargentos John Durán, Arbey Delgado y Erasmo Romero; cabos Julio Buitrago, Amaón Flórez, Luis Moreno y Róbinson Salcedo.

MITÚ (NOV. 1 DE 1998): intendente Javier Rodríguez, sargento César Lasso, subintendente Hernando Peña, capitán Enrique Murillo y coronel Luis Mendieta.

PUERTO RICO (JUL. 12 DE 1999): subintendentes Jorge Trujillo, Jorge Romero, Carlos Duarte, Libardo Forero y Wilson Rojas.

ALPUJARRA (NOV. 16 DE 1999): intendente Armando Castellanos.

CURILLO (DIC. 9 DE 1999): sargento Luis Erazo, intendente Álvaro Moreno, teniente Elkin Hernández y capitán Édgar Duarte.

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ÓBIDOS

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EU AINDA SOU DO TEMPO.... (V)

.... em que a direcção nacional da Juventude Centrista tinha um pelouro da Acção Agrícola!

E o responsável era um tal de Daniel Campelo....

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Livro ataca aeroporto na Ota

Com a devida vénia ao Diário Económico

Ana Baptista

Sobem de tom as críticas contra a localização do novo aeroporto na Ota, desta feita num livro que reúne, pela primeira vez, várias vozes contra o projecto. “O erro da Ota e o futuro de Portugal” foi apresentado na Associação Comercial do Porto, e inclui vários textos inéditos e outros já publicados de Vítor Bento, presidente da SIBS, do sociólogo António Barreto, do engenheiro António Brotas ou do arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles, entre outros. São personalidades que “abrangem todas as áreas que dizem respeito ao novo aeroporto”, como explicou ao Diário Económico Mendo Castro Henriques, coordenador editorial do projecto.

A obra reúne ainda representantes de várias alas políticas e alguns parlamentares, entre os quais os deputados do PSD Miguel Frasquilho e Pedro Quartin Graça. Nos últimos meses, a contestação ao aeroporto tem sido feita sobretudo pela direita parlamentar, que critica a falta de estudos técnicos que suportem a decisão.

Confrontado com o tema do novo livro, o gabinete de Mário Lino, ministro das Obras Públicas, não quis comentar este novo coro de críticas, preferindo concentrar-se na urgência deste processo. Na última semana, foi notória a pressão do Governo para que o concurso para a privatização da ANA, concessão e construção do aeroporto seja lançado ainda durante o mês de Julho, altura em que ficarão concluídos todos os estudos necessários. Até agora, foram realizados 57 estudos e apenas cinco estão em falta - entre eles o de ordenamento de território e de impacto económico, em desenvolvimento pelo economista Augusto Mateus, que definirá o modelo de aeroporto a ser implantado na Ota.

Até ao momento, só foi formado um grande consórcio, que envolve a Brisa, a MOta-Engil, a Somague, a OPCA, o BES, o BCP e a CGD para concorrer à obra de 3,1 mil milhões de euros. Mas outras empresas, como a australiana McQuarie ou as portuguesas Soares da Costa, Edifer, MSF e Bento Pedroso, já se mostraram interessadas em participar no projecto.

Alheio às críticas, o Governo promete manter o rumo, sem dar sinais de recuo. O próprio ministro Mário Lino arrasou, há uma semana, as outras alternativas à Ota, classificando como “faraónicos” os projectos em Rio Frio e Poceirão. A margem sul tem sido a área mais falada para a construção do aeroporto, pela facilidade em fazer a ligação ao comboio de alta velocidade. Além destas, foram também apontadas como possibilidades Alcochete e Faia, que acabaram por ser descartadas por questões ambientais - principal razão para a escolha da Ota.

Voltar a debater a Ota

Alheios à pressa do Governo, os organizadores garantem que a publicação é apenas mais um passo. Nos próximos meses, outras iniciativas vão seguir-se para relançar o assunto em debates e conferências. “Este livro não pretende mostrar uma localização alternativa”, nem estas pessoas estão vocacionadas para fazer estudos”, prossegue Mendo Castro Henriques. Entre as 271 páginas dispersam-se opiniões sobre o tema, com reparos à gestão política do dossier. “Parece ter emergido uma corrente de pensamento que acredita que a superação da crise pode estar no investimento em grandes obras públicas”, acrescenta Vítor Bento, citando o manifesto de 13 economistas, assinado em 2005. Lá se questionava a utilidade pública de obras como a Ota ou o TGV, dúvidas que, dois anos depois, mantêm razão de ser. É preciso provar ainda “que os projectos são necessários; que não existem alternativas mais eficientes, que têm uma aceitável rentabilidade económica e social; que garantias contratuais ou extracontratuais são aseguradas aos privados”, cita o presidente da SIBS.

Mais à frente, as críticas mudam de tom. “Toda a gente percebeu que a decisão foi mal preparada. Não suficientemente fundamentada do ponto de vista técnico”, escreve o sociólogo e ex-ministro socialista, António Barreto. “Para os ministros, Sócrates incluído, a Ota não suscita quaisquer dúvidas. (…) Estas declarações são sinais inequívocos de insegurança”. Barreto lembra que esta, como muitas outras, é uma decisão política, “uma grande obra”, “o sonho de qualquer governante banal”, o exemplo claro de que “os grandes interesses financeiros e da construção têm uma ilimitada capacidade de manobra”.

Já Mendo Henriques – professor de Filosofia na Universidade Católica de Lisboa e ex-assessor do Instituto de Defesa Nacional – não acredita que o projecto vá avançar, dizendo mesmo que “é imperativo parar o erro que é a Ota”. Na sua opinião, deveria começar-se a pensar na construção de um aeroporto faseado e não de uma cidade aeroportuária, como já foi anunciado. Devia mesmo, acredita, “reservar-se um espaço na margem sul, criar um aeroporto para as ‘low cost’ por exemplo no Montijo, e depois, se ambos estiveram saturados, construir-se um novo aeroporto”.

Recheado de críticas, o livro avança para mais 200 páginas onde se procura provar que a Ota é um erro. E que o o futuro de Portugal deve passar por outro projecto. “É urgente tomar uma decisão acertada e eficaz para uma localização que garanta que Portugal não se vai enfiar, literalmente, num desastroso poço sem fundo como a Ota demonstra ser”, conclui Luís Gonçalves, outro dos autores do livro.

Uma cidade aeroportuária à escala europeia

Augusto Mateus não assume uma postura favorável à edificação do novo aeroporto na Ota, mas partilha da posição do Governo de que é urgente avançar com a construção de uma nova infra-estrutrura e de que a Portela já não tem muito mais anos de vida. “Não é tempo de estar à procura da localização perdida”, disse na semana passada, durante um debate na Ordem dos Engenheiros. Augusto Mateus acredita que as dificuldades da Ota são facilmente ultrapassáveis e que se poderá construir um aeroporto à escala europeia. “Não é possível um aeroporto que transporta 11 mil milhões de dólares de mercadorias não ter um terminal de carga decente”, disse. Esta será uma das estruturas que a ‘sua’ cidade aeroportuária terá. O estudo só estará concluído em Julho, mas na Ota poderão surgir cerca de quatro mil hectares de aeroporto e actividades a ele ligadas, como hotéis, centros de congressos, projectos imobiliários ou centos comerciais. Para o economista, o novo aeroporto tem de ser capaz de impulsionar a economia do país.

Publicado por João Carvalho Fernandes às 01:33 AM | Comentários (1) | TrackBack

maio 17, 2007

DEPLORÁVEL!

Via: Tugir

Lamentável a página da Embaixada de Cuba em Portugal:

Embajada de Cuba en Portugal

E tão lamentável é isto quanto a posição do Ministério de Negócios Estrangeiros português que diz nada ter a ver com o assunto!

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ÓBIDOS

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maio 16, 2007

ÓBIDOS

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Carta de Adolfo Fernández Saínz , desde una prisión en Cuba

Via: Unión Liberal Cubana

Las 25 economías más prósperas del mundo son todas democracias liberales. Otros sistemas económicos se han empeñado pero sin éxito. Algunos países trataron de desarrollarse mediante economías planificadas de corte marxista pero han tenido que cambiar y liberalizar sus economías aún cuando el Partido Comunista sigue en el poder, por ejemplo Cuba y Vietnam.

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El gobierno cubano se empeña en mantener una economía estatalizada y blasona que la constitución garantiza los servicios de educación y salud gratuitos para todos. Nosotros sabemos que las escuelas y hospitales cubanos dejan mucho que desear. Lo que necesita nuestro pueblo es una constitución que de al cubano el derecho a tener escuelas y hospitales y fábricas y fincas sin que el gobierno pueda impedirlo. Y por supuesto que siempre harán falta escuelas y hospitales gratuitos para los más necesitados.

El sistema totalitario de economía cerrada ha causado enormes sufrimientos al pueblo cubano. Necesitamos que nuestra economía se liberalice.

Por defender estos derechos de forma pacífica hemos sido encarcelados.

Un saludo afectuoso a los liberales reunidos en Cancún, México.

Adolfo Fernández Saínz
Prisionero político y de conciencia cubano


(El pasado domingo 29 de abril se efectuó la videoconferencia de los liberales reunidos en México en la cual participé desde la Habana.

Con motivo de este encuentro mi esposo, Adolfo Fernández Saínz me hizo llegar desde la cárcel, vía telefónica, unas sencillas y breves palabras para que yo las leyera en ese momento lo cual no pudo ser posible lamentablemente por razones de tiempo.

A pesar de no tratarse de un escrito extenso o con intención de profundizacion en el tema, no quisiera que sus palabras se perdieran. Por ello me comunico con usted para hacérselo llegar a usted que es una figura paradigmatica del Movimiento Liberal Internacional.

Muchas gracias por su atención,

Julia Núñez Pacheco
Esposa del prisionero político y de conciencia Adolfo Fernández Saínz )

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NOTAS CURTAS (16)

Extraordinário o apego ao poder do Engº Carmona Rodrigues: agora até admite ser candidato pelo CDS!

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ÓBIDOS

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maio 15, 2007

Arnaldo Jabor - Carta a um meritíssimo juiz

Biografia

Carioca nascido em 1940, o cineasta e jornalista Arnaldo Jabor já foi técnico de som, crítico de teatro, roteirista e diretor de curtas e longas metragens. Na década de 90, por força das circunstâncias ditadas pelo governo Fernando Collor de Mello, que sucateou a produção cinematográfica nacional, Jabor foi obrigado a procurar novos rumos e encontrou no jornalismo o seu ganha-pão. Estreou como colunista de O Globo no final de 1995 e mais tarde levou para a TV Globo, no Jornal Nacional e no Bom Dia Brasil, o estilo irônico com que comenta os fatos da atualidade brasileira.

Arnaldo Jabor - Carta a um meritíssimo juiz


O Globo
1/5/2007

Como me defenderei se a Câmara dos Deputados me processar?

Sr. Juiz, ainda não sei se a Câmara dos Deputados vai me processar, como anunciou em plenário o presidente Arlindo Chinaglia. Mas, caso V. Ex.ª surja à minha frente de capa negra e cenho severo, quero que saiba exatamente do que me acusam, pois, nas palavras dos deputados e de seu presidente, eu teria insinuado que "os deputados são todos canalhas". Portanto, peço a V. Ex.ª que leia a íntegra de meu comentário na CBN, do dia 24 de abril de 2007:

"Amigos ouvintes,

Eu costumo colecionar absurdos nacionais que ouço, vejo ou leio nos jornais para fazer meus comentários aqui na CBN. Muito bem. Há dias em que não sei por onde começar. Há tantas vagabundagens neste país que só mesmo sorteando um assunto.

Eu sorteei um que saiu no jornal "Estado de São Paulo", e acho que foi um peixe grande.

O amigo ouvinte já deu a volta ao mundo? Não sei se sabe que são 44 mil quilômetros. Pois bem...

Todos sabemos que nossos queridos deputados têm o direito de receber de volta o dinheiro gasto em gasolina, seja indo para seus redutos eleitorais, ou para o motel com sua amante ou seu amante. Pois bem, a Câmara, ou melhor, você e eu, meu amigo, nós pagamos esse custo, desde que eles levem notas fiscais para comprovar o gasto de gasosa.

Muito bem, de novo. Vai prestando atenção.

Nos primeiros dois meses da atual legislatura, os deputados, em dois meses apenas, pediram o reembolso de 11 milhões e duzentos mil reais, pagos com a verba da Câmara.

Os repórteres do "Estadão" Guilherme Scarance e Silvia Amorim fizeram as contas e concluíram que, entre fevereiro e março, com dinheiro público, os deputados teriam gasto um milhão de litros de gasolina. Ou seja, essa quantidade de gasolina daria para dar a volta ao mundo 255 vezes.

São 255 vezes 44 mil quilômetros, que dá a distância de 11,2 milhões de quilômetros. E aí é que vem a resultante espantosa:

A distância da Terra à Lua é de 384 mil quilômetros, ou seja, senhores e senhoras ouvintes, daria para fazer a viagem de ida e volta à Lua 15 vezes.

Será que eu fiquei louco? Se algum matemático me ouve, verifique se estou errado. Mas acho que não. E o procurador-geral do Tribunal de Contas da União, sr. Lucas Furtado, denunciou-os dizendo que é uma "forma secreta de dar aumento de salários que eles não têm como justificar"... Será que o sr. Arlindo Chinaglia não vê isso ou só pensa no bem do PT?

E me digam, amigos, quando é que vão prender esses canalhas? Quando a PF vai encanar essa gente, com humilhação? Quando?

Ah... desculpe... eles têm imunidades e também foro privilegiado...

É isso aí... amigos, otários como eu..."

Esse foi o meu "crime", sr. juiz. Irrefletidamente, escrevi "os deputados", talvez parecendo uma generalização; mas é óbvio que me referia aos autores da falsificação de notas fiscais das viagens interplanetárias e não a todos os parlamentares, principalmente porque há alguns que respeito profundamente - talvez não mais que uns 17, já que ultimamente cresceu o número dos 300 picaretas referidos uma vez por nosso "grande timoneiro".

Alem disso, sr. juiz, quero deixar claro que considero o Legislativo a maior conquista que nos legou o Império, há mais de 150 anos, fundamental instituição nestes tempos lulistas, bolivarianos, e equatorianos, para impedir que parlamentares sejam caçados nas ruas como ratazanas grávidas, como acontece na Venezuela e no Equador.

Sempre defendi o Legislativo, como aconteceu no episódio do petista Bruno Maranhão, milionário bolchevista que invadiu a Casa. Desafio meus denunciantes, Meritíssimo, a mostrar uma frase de meus comentários em que expresse desejo de que o Legislativo seja enfraquecido. Em 1996, pediram minha cabeça ao saudoso Luís Eduardo Magalhães, quando falei que "deputados do Centrão estavam sendo comprados como num "shopping center". Quiseram capar-me, Meritíssimo. Nove anos depois, vimos que eu não estava tão errado assim, com o advento épico do mensalão, das sanguessugas e dos dossiês, seguidos de esfuziantes absolvições de quase todos (os três últimos foram agora reeleitos e absolvidos pelo "povo"). Mas, em todos os meus uivos e ganidos, sempre ansiei pela pureza do Legislativo, contra os políticos que nele entram ou para fugir da polícia ou para viver num país paralelo, cheios de privilégios, sem pensar um minuto em nós, que eles deveriam representar.

Em meus devaneios românticos, sonho com Joaquim Nabuco, Tavares Bastos, Zacharias de Góes, Ruy Barbosa e, mais modernamente, em gente como San Thiago Dantas, Milton Campos, homens que, quando assomavam à tribuna, o vulto de Montesquieu brilhava no teto e invadia as galerias.

Meritíssimo juiz, nesses anos de comentarista nunca tive o sádico prazer de emporcalhar o nome do Congresso, nem mesmo por falta de assunto. Neste caso, quando denunciei, junto com o "Estadão", essa fraude intergaláctica, esperava candidamente que as notas fiscais fossem conferidas e os ladrões, punidos. Não imaginava que fossem processar o denunciante, como se fazia na Antigüidade, matando-se o mensageiro de más notícias.

E mais, Meritíssimo, se um dia os nobres deputados apresentarem projetos de lei para o bem dos brasileiros, condoídos com a miséria que nos rói, se um dia eu visse alegorias patrióticas, trêmulos oradores, polêmicas sagradas, gestos indignados pelo bem do Brasil, meus comentários virariam hinos de louvor, panegíricos à instituição.

Assim sendo, Meritíssimo, peço a V. Ex.ª que me absolva, com a mesma leniência concedida recentemente a grandes brasileiros como Waldemar da Costa Neto, Paulo Rocha, José Janene e tantos outros...

Agora, se V.Ex.ª se decidir por minha condenação, peço-lhe um único favor, humildemente:

Condene-me a serviços comunitários, como faxineiro da Câmara dos Deputados, e garanto a V. Ex.ª que varrerei a sujeira dos tapetes verdes, lustrarei bronzes e mármores com o mesmo zelo e empenho que tenho tido, nos últimos 15 anos, usando apenas as vassouras da ironia e as farpas do escovão.

Atenciosamente,

Arnaldo Jabor


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EU AINDA SOU DO TEMPO.... (IV)

.... em que Fernando Reboredo Seara era secretário-geral do CDS, coadjuvado por Tó-Zé Almeida e José Adelino Maltez (que fabuloso trio, vos garanto eu...) , sendo presidente Adriano Moreira.

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ÓBIDOS

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maio 14, 2007

EU AINDA SOU DO TEMPO.... (III)

.... em que José Sócrates era um promissor dirigente da JSD.

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EU AINDA SOU DO TEMPO.... (II)

... em que o Paulo Portas era da JSD e escrevia no jornal Tempo.

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E VIVA A DEMOCRACIA!

"Sarkozy foi eleito. Mas não creio que se possa considerar que haja uma aceitação geral sobre o seu programa ou que ele tenha legitimidade para fazer o que quer." Bernard Thibault CGT - Confederação Geral do Trabalhadores - França

Claro que não! Sõ teve 53% dos votos. Quem tem legitimidade para fazer o que quiser é o Fidel de Castro que ganha as eleições sempre com noventa e muitos por cento dos votos....

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maio 13, 2007

EU AINDA SOU DO TEMPO.... (I)

... em que a Zita Seabra era dirigente do PCP.

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maio 11, 2007

ÓBIDOS

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TODA A CARTA TEM RESPOSTA....

Foi esta uma das regras de boa educação que os meus pais me ensinaram...

E mais uma vez me lembrei disto ao ler as razões aduzidas pela Arq. Helena Roseta para sair do PS e se disponibilizar para candidatura independente em Lisboa....

É mais uma falha de carácter, de quem já nos habituou a isso!

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ÓBIDOS

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maio 10, 2007

IF - RUDYARD KIPLING

If you can keep your head when all about you
Are losing theirs and blaming it on you;
If you can trust yourself when all men doubt you,
But make allowance for their doubting too:
If you can wait and not be tired by waiting,
Or,