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junho 30, 2006

CONFRARIA DO VINHO DO PORTO

A Confraria do Vinho do Porto foi constituída em 1982 com o objectivo de difundir, promover e consolidar o renome mundial do Vinho Porto.

A Confraria é constituída por pessoas que exercem a sua actividade profissional no comércio e exportação do Vinho do Porto, como comerciantes em nome individual, como administradores ou gerentes de sociedades.

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Aos Confrades é-lhes atribuído grau de Mestre, caso sejam administradores ou gerentes das sociedades ou, o grau de Experto, caso sejam empregados superiores das empresas comerciais de Vinho do Porto.
Os Mestres e os Expertos são os Confrades Efectivos que escolhem entre si a Chancelaria que é o orgão dirigente que administra e representa a Confraria do Vinho do Porto.

A Chancelaria é composta pelo Chanceler - figura máxima de representatividade dentro da Confraria do Vinho do Porto - pelo Almoxarife, pelo Copeiro-Mor, pelo Almotacé e pelo Fiel das Usanças.

Quando os Confrades se reunem, oficialmente, convocados pelo Chanceler, tem lugar um Capítulo, onde são tomadas todas as decisões relevantes para a Confraria, sendo anualmente efectuada a admissão de novos Confrades Efectivos ou Honorários.
Os Confrades Honorários são distinguidos pelos graus de Cancelário, Infanção e Cavaleiro.

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Os Cancelários são todos os Chefes de Estado que pela sua projecção emprestam notoriedade à Confraria e ao Vinho do Porto.
Os Infanções são todas as individualidades ou instituições de relevo que de forma significativa tenham contribuído para a divulgação, prestígio e dignificação do Vinho do Porto ou que pelo seu prestígio pessoal, ou pelas elevadas funções que desempenham, mereçam ser distinguidos com este grau.
Os Cavaleiros são todos os que, não estando abrangidos pelos graus anteriores, mereçam ser distinguidos pela sua dedicação e serviço ao Vinho do Porto.


Completam-se em 2006 vinte e quatro anos de existência da Confraria do Vinho do Porto. Mas o projecto da sua fundação é bem mais antigo, pois tendo estado na mente dos seus fundadores durante muitos anos, só não foi concretizado mais cedo por entraves vários, alguns dos quais nos parecem, vistos da perspectiva de hoje, quase incompreensíveis. O quadro institucional do sector do Vinho do Porto, de cariz corporativo, conferia a representação de todos os interesses nele envolvidos a instituições de inscrição obrigatória, o que desmotivava a criação de associações privadas. O próprio nome projectado para a instituição - Confraria - estava reservado, segundo as leis da época para associações de carácter religioso.

Mas graças às alterações políticas e à persistentededicação de algumas figuras de relevo no mundo do Vinho do Porto, foi possível constituir, por escritura de “9 de Novembro de 1982”, a Confraria.

Cabe aqui mencionar os membros da 1ª Chancelaria: Fernando Nicolau de Almeida e José António Rosas, Robin Reid, entusiástico impulsionador da criação da Confraria, Manuel Joaquim Poças Pintão que elaborou as Usanças e Michael Douglas Symington.

Foi escolhida como figura histórica inspiradora e primeiro Patrono da instituição o Infante D. Henrique. Ao lançar-se na epopeia das Descobertas, dando assim “novos mundos ao Mundo” este Príncipe de Portugal traçou um caminho seguido mais tarde pelo Vinho do Porto, vinho universalista por excelência que leva, tal como as naus do Infante, a imagem de Portugal aos quatro cantos da Terra. A ascendência inglesa do Infante - filho de Filipa de Lencastre - tem um paralelo feliz no nosso Vinho cuja “descoberta” se deve em boa medida ao espírito empreendedor dos comerciantes britânicos. Assim, nada mais natural, que tenha sido escolhido, como elemento da indumentária dos Confrades, o chapéu de aba larga com faixa pendente usado pelo Infante nos célebres painéis de S. Vicente do pintor Nuno Gonçalves.

Logo no primeiro ano da sua existência, a Confraria promoveu a primeira cerimónia solene de Entronização dos novos membros e a primeira Regata de Barcos Rabelos, realizadas no período das festas de S. João, Patrono da cidade do Porto. Estes dois acontecimentos adquiriram a partir de então um grande relevo na vida social e cultural da cidade.

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A Regata, disputada inicialmente por apenas quatro barcos, contribuiu decisivamente para a preservação deste tipo tão característico de embarcação que, durante séculos assegurou o transporte do Vinho do Porto, desde o Alto Douro até ao Porto.

Para além das realizações atrás referidas, a Confraria tem levado a cabo outras iniciativas entre as quais avultam:

- Cerimónias de Entronização em vários países: Japão, Brasil, Estados Unidos e Canadá, durante as quais foram homenageadas personalidades e instituições de grande relevo ou de particular dedicação à causa do Vinho do Porto.

- Cerimónias de Declaração do Vintage da Confraria sempre que se verifique uma declaração de uma determinada colheita, por parte da maioria das empresas do Sector. No ano de 2002, e pela primeira vez, a declaração do Vintage 2000 foi precedida de uma prova das 42 marcas declarantes que suscitou grande interesse.

- Participação em vários acontecimentos envolvendo o Vinho do Porto, nomeadamente em apoio a acções promovidas pelo Instituto do Vinho do Porto. Destacamos a prova dos Vintages do Século realizada em 12 de Junho de 1999.

Os Estatutos da Confraria fixam-lhe os objectivos de: "a difusão, promoção e consolidação do renome mundial do Vinho do Porto e da respectiva região de produção" .

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Traje da Confraria:

O traje dos Confrades é constituído por:

. Chapéu preto de grandes abas, de cuja copa sai uma fita larga de cor preta que pousa sobre os ombros.
Os Confrades que integram a Chancelaria usam fita creme enquanto ocupam o cargo, passando a fita bicolor - creme e preta - quando deixam de exercer funções.

. Capa grenat debruada a fita preta.

. Distintivo com o emblema da Confraria, colocado à altura do peito, sobre a capa do lado esquerdo.

. Fita colocada ao pescoço, verde rubra da qual pende tomboladeira de formato tradicional para Vinho do Porto, do século XVII.

Este trajo é usado obrigatoriamente pelos Confrades Efectivos.

Os Confrades Honorários com o Grau de Cavaleiro usam fita com as cores verde rubra da qual pende uma tomboladeira.

O uso do trajo da Confraria - texto do Sr. Manuel Pintão da firma Manoel D. Poças Júnior.

No início da nossa Confraria era visível que os Confrades, em público, tinham certa dificuldade em usar o nosso trajo.

Havia o receio de ficar numa situação de ridículo.

No entanto nunca presenciei nem tive conhecimento de qualquer caso em que um Confrade ao usar o trajo fosse vítima de qualquer apreciação menos respeitosa, bem pelo contrário.

Assim, por exemplo, quando da primeira declaração do Vintage Confraria, o de 1982, quando aguardávamos o embarque num Barco Rabelo, no cais da Ribeira, para atravessar o Rio Douro, um homem de meia idade chegou junto dum Grupo de Confrades e perguntou muito respeitosamente:
“Desculpem a curiosidade: Por que estão vestidos dessa maneira?”.
Esclarecemos e explicámos todo o trajo e significado de cada elemento. Fomos ouvidos atentamente e no final agradecidos.

Houve, no entanto um episódio ligado ao nosso trajo, para mim inesquecível.
No seguimento duma Regata dos Barcos Rabelos, uma das primeiras, uma pequena lancha que transportava a Chancelaria deixou-nos no Cais da Estiva, no lado do Porto.

O Michael Symington e eu, com o trajo completo como é óbvio, caminhávamos pelo Muro dos Bacalhoeiros e conversávamos despreocupados.
De repente descendo a escada de um dos prédios, a grande velocidade um rapaz dos seus oito a dez anos quase esbarrou connosco.
Quando nos viu, arregalou os olhos, ficou espantado e imóvel e exclamou maravilhado: “Ah...D'Artacão!”.

Por breves momentos nós tínhamos realizada o imaginário daquela criança que tinha visto o herói duma série então passando na Televisão em que animais interpretavam “ Os três Mosqueteiros” e um cão o mais célebre deles todos, D'Artagnan que nessa série se chamava “D'Artacão”!

Michael e eu rimos da espontaneidade da reacção desse rapaz e eu acrescentei: “só por aquilo a que acabamos de assistir valeu a pena criar a nossa Confraria”.


Site: Confraria do Vinho do Porto

Publicado por João Carvalho Fernandes às 11:00 AM | Comentários (0)

junho 29, 2006

DIZ O ROTO AO NU....

A imprensa inglesa acusa a selecção portuguesa de ser violenta...

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Pois...

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Com a devida vénia à SIC online

Pauleta:

"Não temos medo de ninguém. Se lerem a História de Portugal podem comprová-lo. Respeitamos toda a gente e só queremos ser respeitados. Não admitimos é que nos faltem ao respeito, que venham com mentiras sobre os jogadores ou o país", afirmou o açoriano aos jornalistas, depois de ter sido questionado se Portugal tinha medo "da imprensa inglesa, dos adeptos ingleses ou da equipa inglesa".

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O jogador garantiu ainda que "é completamente falso que tenha dado qualquer entrevista". Pauleta foi citado no jornal inglês "The Sun" a afirmar que o guarda-redes inglês Paul Robinson era o "ponto débil" da selecção de "sua majestade" e que, como tal, iria "ser explorado" por Portugal.

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"Esta é mais uma prova que o futebol não se joga só dentro do campo. Infelizmente é assim, mas estamos preparados e preocupados exclusivamente connosco. Existem muitas pessoas contra, mas já é habitual quando Portugal começa a fazer boa figura", disse em tom de crítica Pedro Pauleta.

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Violência? Não....

Publicado por João Carvalho Fernandes às 12:00 PM | Comentários (3)

NO PAÍS DAS ROTUNDAS.... E DAS PEDRADAS?

As declarações de Fernando Ruas ("Corram os fiscais do Ministério do Ambiente à pedrada": a frase é do presidente da Câmara de Viseu e foi proferida durante uma reunião da Assembleia Municipal.) têm passado perfeitamente despercebidas entre a generalidade da classe política. Porque será?

Não sei porquê, lembrei-me deste artigo....

Publicado por João Carvalho Fernandes às 09:00 AM | Comentários (0)

junho 28, 2006

Balancê - Gal Costa

Ô balancê balancê
Quero dançar com você
Entra na roda morena pra ver
Ô balancê balancê

Quando por mim você passa
Fingindo que não me vê
Meu coração quase se despedaça
No balancê balancê

Refrão

Você foi minha cartilha
Você foi meu abc
E por isso eu sou a maior maravilha
No balancê balancê

Refrão

Eu levo a vida pensando
Pensando só em você
E o tempo passa e eu vou me acabando
No balancê balancê

Refrão

Marchinha de João de Barro e Alberto Ribeiro (Carnaval de 1937)

Publicado por João Carvalho Fernandes às 09:57 PM | Comentários (0)

junho 27, 2006

PORQUE SERÁ?

Porque razão terá o Portugal Diário colocado como notícia conexa à intitulada "não sou uma prostituta" uma outro que refere "Os deputados não se eximiram do seu trabalho, apenas mudaram o horário, que é aquilo que vai fazer todo o português de norte a sul. As pessoas detestam os deputados."


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Publicado por João Carvalho Fernandes às 03:16 PM | Comentários (0)

CUBA - OLA REPRESIVA

Denuncian acoso a prisioneros de conciencia recluidos en Guanajay

LA HABANA, Cuba - 26 de junio (Ernesto Roque Cintero, UPECI / www.cubanet.org) - El prisionero de conciencia del grupo de los 75 José Miguel Martínez Hernández, quien extingue una pena de 13 años de privación de libertad en la prisión de Guanajay al oeste de La Habana, denunció telefónicamente el pasado domingo el acoso que sufren los prisioneros de conciencia en esa cárcel.

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El reo político refiere que durante la visita familiar que recibiera el viernes 23 se le prohibió que pasara al área especial alimentos elaborados. "Se ha desatado una campaña de acoso contra los prisioneros de conciencia que estamos en esta prisión por parte del oficial de la policía política que se nombra Omar Evelio".

El prisionero de conciencia señaló que estas medidas se han comenzado a aplicar desde que asumiera la dirección del penal Daniel Pon Rodríguez. "Me impidieron pasar también la constitución de la República Bolivariana de Venezuela y otro libro de ejercicios espirituales de Ignacio de Loyola".

En el momento de su detención José Miguel Martínez Hernández era miembro del Partido Liberal Democrático de Cuba y director de la biblioteca independiente Juan Bruno Zayas.

Publicado por João Carvalho Fernandes às 11:00 AM | Comentários (0)

junho 26, 2006

ESTAVA A GASTAR A ENERGIA DO HOSPITAL - ou Portugal no seu pior....

A notícia que reproduzo (não encontrei uma outra mais completa que tinha visto), não reporta que o hospital instaurou o processo disciplinar porque com os aparelhos que o médico lá colocou, era gasta energia!

Via: JN

Hospital repreendido

A Inspecção-Geral de Saúde (IGS) arquivou o processo que a Administração do Hospital Sousa Martins, da Guarda, moveu contra um oftalmologista por ter comprado, do seu bolso, dois equipamentos cirúrgicos. A inspecção considera que o médico agiu de forma altruísta e repreendeu os gestores do hospital.

"Este processo nunca deveria ter existido. Aliás, já nasceu torto", considera o médico visado, Henrique Fernandes, satisfeito com o arquivamento do processo disciplinar movido pelo anterior Conselho de Administração (CA) do hospital, que não concordou com a oferta de dois aparelhos novos, de 40 mil euros, para realizar exames e intervenções cirúrgicas aos doentes, pondo cobro à dependência de outros hospitais, como o da Covilhã.

A "prenda" valeu ao benemérito a acusação de violação dos deveres gerais de zelo e de lealdade por ter colocado os equipamentos sem autorização prévia da Administração do hospital.

Passados dois anos, a IGS louva a atitude do médico e condena a atitude do CA anterior.

"O problema já está ultrapassado", refere o médico, adiantando ter garantias de que o hospital vai suportar os custos de manutenção dos equipamentos em troca da cedência da sua utilização na unidade. "Os aparelhos pertencem à cidade e são para ser utilizados pela população do distrito", sustenta Henrique Fernandes.

Luís Martins

Publicado por João Carvalho Fernandes às 01:00 PM | Comentários (0)

junho 25, 2006

NovaDemocracia aderiu ao EUD

Em cerimónia realizada em Lisboa, a NovaDemocracia formalizou a sua adesão ao EUD - European Union Democrats, Partido político recém criado que congrega movimentos e partidos que acreditam numa Europa das Nações e rejeitam o caminho Federalista.

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Entre outros, deslocaram-se a Lisboa o deputado europeu Jens Peter BONDE (ao centro na foto), líder do Grupo Parlamentar ID - Independência e Democracia que tem no Parlamento Europeu representantes de nove países da União Europeia e Dom Manoel Soto Ferreiro, Secretário - Geral do Partido Galeguista (à esquerda).

A palavra a Manuel Monteiro:

A adesão da Nova Democracia ao EUD abre, em definitivo, um novo ciclo para os Conservadores Liberais portugueses. Passamos a ter uma plataforma de relações ao nível europeu, o que nos permite ter outras expectativas quanto ao resultado do nosso trabalho. A partir de agora temos apoio sólido, e politicamente sustentado, por parte de um conjunto de deputados e partidos políticos que por essa Europa fora têm os nossos pontos de vista e ideias sobre o futuro da União Europeia. Mas se tal facto é por si irrefutável, importa ainda conhecer o alcance prático do acordo ontem estabelecido entre a Nova Democracia e a EUD:

· vamos enviar um jovem licenciado para fazer um estágio em Bruxelas, nos escritórios da EUD, para que conheça o funcionamento do Parlamento Europeu

· os deputados europeus da EUD/ID (Grupo Independência e Democracia) representarão em Bruxelas e em Estrasburgo a Nova Democracia. Poderemos assim questionar a Comissão Europeia sobre assuntos que consideremos relevantes, com particular destaque para as áreas das Pescas, da Agricultura, da Floresta e do Comércio. Os portugueses sabem assim que temos voz em Bruxelas e que connosco os seus problemas não cairão em saco roto.

· vamos convidar cidadãos portugueses a visitarem o Parlamento Europeu. Esses convites não seguirão a exclusiva lógica partidária e privilegiarão, também, representantes de sectores de actividade económica e social.

· vamos participar na campanha da EUD com perguntas ao Parlamento nacional, sobre o número de leis em vigor no nosso País e que são mera transposição das normas comunitárias. Visa esta campanha demonstrar quão distante se encontra o poder dos cidadãos, a despeito das promessas e ilusões das campanhas eleitorais legislativas.

Há ainda um aspecto político que nesta adesão ao EUD tem de ser sublinhado: somos os únicos com ligação a uma força política europeia democrática, que combate o Federalismo. Enquanto o PS, o PSD e o CDS se encontram filiados nos promotores da Europa Federal – o Partido Socialista Europeu e o Partido Popular Europeu – nós estamos, coerentemente, filiados num Movimento que defende os nossos pontos de vista. Este ponto é essencial. Não têm coerência quantos dizem combater a Constituição Europeia e se mantêm ao lado dos que a escreveram e desejam ver aprovada. Nós somos a favor de uma Europa de Nações livres e soberanas, mas tanto o somos no plano nacional como em Bruxelas.

Manuel Monteiro

Publicado por João Carvalho Fernandes às 11:17 PM | Comentários (0)

Bebé que morreu em Badajoz não vai ser trasladado para Portugal

É perfeitamente incrível que o mesmo Estado que encerrou a Maternidade de Elvas dando como alternativa a de Badajoz não assuma em todos os casos que venham a ocorrer os custos deste tipo de acontecimentos!

Via Público:

O corpo da recém-nascida de Elvas que morreu sábado após o parto em Badajoz, Espanha, não vai ser trasladado para Portugal por decisão da família, revelou hoje o Governo Regional da Extremadura espanhol.

Fonte da Junta da Extremadura espanhola explicou que a família portuguesa "decidiu que o feto não fosse trasladado para Portugal e ficasse em Espanha".

"Essa decisão foi tomada pela família, em conjunto com os médicos do Hospital Materno-Infantil de Badajoz", disse fonte dos Serviços de Saúde e Consumo do Governo Regional da Extremadura.

Quanto ao destino do cadáver, a fonte recusou adiantar quaisquer pormenores, garantindo tratar-se de uma questão "que apenas diz respeito à família" da criança. Sepultar, cremar ou doar o corpo para investigação são três das possibilidades, admitiu. "O destino a dar ao corpo é confidencial, em respeito pela privacidade dos pais. É uma matéria de índole privada", limitou-se a acrescentar.

O bebé, uma menina, morreu sábado no Hospital Materno-Infantil de Badajoz, poucas horas após ter nascido devido a malformações congénitas.

Este foi o segundo bebé de Elvas a nascer naquele hospital da raia espanhola depois da sala de partos da cidade alentejana ter sido encerrada dia 12, por decisão governamental, podendo as grávidas optar também pelos hospitais de Évora e Portalegre.

Na última segunda-feira, a Administração Regional de Saúde do Alentejo (ARSA) revelou que o Estado português suportaria os custos com o transporte do corpo para território nacional, embora tivesse esclarecido que essa era uma "decisão excepcional".

O porta-voz da ARSA, Mário Simões, justificou que a lei espanhola obrigava a que os cadáveres fossem embalsamados antes da trasladação, o que tornava o processo "mais caro".

O protocolo de assistência às grávidas assinado entre as autoridades de Saúde portuguesa e espanhola, para vigorar após o fecho da sala de partos alentejana, não contempla o pagamento, por parte do Estado português, de despesas relacionadas com a trasladação.

Publicado por João Carvalho Fernandes às 09:48 AM | Comentários (0)

junho 23, 2006

FUNCHAL

Já só falta um mês...

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MARINA E PORTO DO FUNCHAL

Publicado por João Carvalho Fernandes às 03:00 PM | Comentários (2)

junho 22, 2006

TECTO NAS PENSÕES

O Ministro das Finanças quer instaurar um tecto máximo para as pensões, segundo se fala de 4.500 euros/mês.

Sugiro antes 10.500 euros/mês, para evitar que haja portugueses de primeira (deputados, nomeadamente) e de terceira (os outros). Com o tecto em 10.500 euros, permitir-se-ia que com 36 anos de descontos houvesse pessoas a receber o triplo do que recebem os deputados ao reformar-se após 12 anos, cerca de 3.500 euros/mês.... Trabalhavam o triplo do tempo e recebiam o triplo.... Assim, trabalhar o triplo do tempo e poder receber apenas pouco mais do que quem só trabalhou 12, não vale!

Publicado por João Carvalho Fernandes às 05:30 PM | Comentários (0)

TIMOR no CAUSA NOSSA

Outro bom sítio para acmpanhar o que se passa em Timor (para além do PANTALASSA e do BLOGUÍTICA) é o blog onde escreve a Ana Gomes.

Leiam a entrada Malai Azul ou cor de bicho peçonhento ?

Publicado por João Carvalho Fernandes às 02:19 PM | Comentários (1)

BE HAPPY - BLOGUITICA

Uma excelente entrada do Paulo Gorjão, a propósito dos fundamentalistas que por aí andam que acham que por se votar em determinado partido ou político se tem de concordar com tudo o que fazem!

BLOGUITICA

Publicado por João Carvalho Fernandes às 11:00 AM | Comentários (0)

BINGO X2 !

Duas vezes bingo no mesmo dia!

Há quem não tenha mais nada que fazer e passe o dia a analisar o que outros fazem ou dizem....

E agora chamas-te ahahahah? É algum espirro inacabado? É inata essa capacidade de nunca acabar nada....

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Publicado por João Carvalho Fernandes às 09:00 AM | Comentários (0)

junho 21, 2006

BINGO!

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Chave premiada: 81.193.4.35

Publicado por João Carvalho Fernandes às 11:20 PM | Comentários (1)

FILOSOFIA - 12º ano

John Locke, Stuart Mill e Alain no exame de filosofia do 12º!

Não, não é cá...

É em França.

(via: PUXAPALAVRA)

Publicado por João Carvalho Fernandes às 06:00 PM | Comentários (0)

TOURADA - ARY DOS SANTOS

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Não importa sol ou sombra
camarotes ou barreiras
toureamos ombro a ombro
as feras.
Ninguém nos leva ao engano
toureamos mano a mano
só nos podem causar dano
espera.

Entram guizos chocas e capotes
e mantilhas pretas
entram espadas chifres e derrotes
e alguns poetas
entram bravos cravos e dichotes
porque tudo o mais
são tretas.

Entram vacas depois dos forcados
que não pegam nada.
Soam brados e olés dos nabos
que não pagam nada
e só ficam os peões de brega
cuja profissão
não pega.

Com bandarilhas de esperança
afugentamos a fera
estamos na praça
da Primavera.

Nós vamos pegar o mundo
pelos cornos da desgraça
e fazermos da tristeza
graça.

Entram velhas doidas e turistas
entram excursões
entram benefícios e cronistas
entram aldrabões
entram marialvas e coristas
entram galifões
de crista.

Entram cavaleiros à garupa
do seu heroísmo
entra aquela música maluca
do passodoblismo
entra a aficionada e a caduca
mais o snobismo
e cismo...

Entram empresários moralistas
entram frustrações
entram antiquários e fadistas
e contradições
e entra muito dólar muita gente
que dá lucro as milhões.

E diz o inteligente
que acabaram as canções.

Ary dos Santos

Publicado por João Carvalho Fernandes às 09:00 AM | Comentários (1)

junho 20, 2006

MAS O QUE É QUE PORTUGAL TEM A VER COM O IRÃO? ***

*** Era esta a pergunta que um imbecil que por aí vegeta fazia há cerca de um ano e meio.... Agora já deve ter percebido. Nas outras questões, talvez perceba um dia, apesar das dificuldades de compreensão de português que mostra ter, confundindo tudo...

Via: Portugal Diário

Freitas não responde ao convite do Irão

O Irão voltou hoje a tentar seduzir a diplomacia portuguesa para ter um papel moderador na actual crise desencadeada pelo programa nuclear iraniano, mas o Ministério dos Negócios Estrangeiros português recusou comentar a alusão feita por Teerão.

«Acreditamos que se Portugal usar a sua influência junto de outros países, se transmitir a realidade da República Islâmica aos seus parceiros, se usar uma política moderada (...) então Portugal terá cumprido bem o seu papel», afirmou à Rádio Renascença o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Hamid Reza Assefi.

Para o Palácio das Necessidades esta afirmação não merece qualquer comentário, por carecer de contexto e ser apenas uma resposta genérica, disse à Lusa fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros português.

No entanto, não é o primeiro sinal de que Teerão está interessado em que Lisboa jogue um papel diplomático na actual crise e procura capitalizar as comemorações dos 500 anos das relações diplomáticas entre os dois países que se assinalam em 2007.

O programa das comemorações está a ser condicionado pela actual crise, como confirmou recentemente à Agência Lusa o embaixador português em Teerão, José Fernando Moreira da Cunha.

«Até ao momento, não existe uma programação de actividades de carácter cultural previstas para essa altura, que coincidirá com a Presidência portuguesa da União Europeia. Contudo, essa programação dependerá da evolução da problemática política que presentemente vive o Irão», referiu o embaixador.

O facto dos 500 anos das relações diplomáticas Portugal-Irão se assinalarem no ano em que Portugal assume a presidência da UE, a partir de Julho de 2007, parece ser visto por Teerão como uma ocasião propícia para envolver a diplomacia de Lisboa na gestão da actual crise.

A Embaixada do Irão está a promover até a criação de uma Associação de Amizade Portugal-Irão que deverá surgir ainda este ano.

Uma reunião para discutir o assunto estava marcada para 05 de Junho no Museu Nacional de Arqueologia, em Lisboa, cujo director, Luís Raposo, é um dos promotores da iniciativa.

Também no mês passado, o embaixador do Irão em Lisboa, Mohammad Taheri, reuniu-se com a ministra da Cultura portuguesa, Isabel Pires de Lima.

Na reunião, segundo fontes diplomáticas iranianas, a ministra terá dito que a criação da associação tinha o seu apoio, uma informação não confirmada por Lisboa.

Publicado por João Carvalho Fernandes às 11:00 AM | Comentários (1)

ALMADA NEGREIROS

"Os palermas que não percebem nada da vida são piores do que os malandros."

in capítulo XLV, da obra Nome de Guerra, de José de Almada Negreiros

Via: Aspirina B

Publicado por João Carvalho Fernandes às 09:30 AM | Comentários (0)

junho 19, 2006

FIM DE UM MONSTRO - JOAQUIM NAMORADO

No espelho dos dias imundos
reconhece a tua face verdadeira...
Olha nos teus olhos a fria cinza de tudo
que as tuas mãos tocaram
das flores, dos frutos, da terra,
do amor, da amizade,
da esperança,
das próprias palavras.

Apalpa nas tuas mãos o gesto do horror
que esmaga, que tortura e mata.
Sente no teu hálito a peste que respiras,
na tua boca o sabor apodrecido
de tudo o que é humano e tem grandeza,
realidade ou sonho,
alegria, tristeza, dor sentida,
entusiasmo, luta.

Em tudo o que nega o homem e a vida
reconhece a tua face verdadeira...
e vendo o que és na pura imagem do que somos
morre como um cão raivoso
da própria peçonha.

Joaquim Namorado

Publicado por João Carvalho Fernandes às 02:25 PM | Comentários (0)

CRÓNICAS DE NEVERLAND

Um novo blog, do Diogo Pacheco de Amorim, promete a habitual acutilância do seu autor!

Crónicas de Neverland

Publicado por João Carvalho Fernandes às 10:00 AM | Comentários (0)

junho 18, 2006

GREVILLEA

Há cerca de três anos coloquei aqui uma foto de uma árvore, que desconhecia. Pois quase três anos depois, surgiu o leitor mdlr a identificá-la: trata-se de uma grevillea. O meu agradecimento e duas fotos da mesma árvore, na semana passada.

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Publicado por João Carvalho Fernandes às 10:01 PM | Comentários (0)

junho 17, 2006

PORTUGUÊS DO DIA

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ehehehehehe..... Será que sabe o hino nacional?

Publicado por João Carvalho Fernandes às 09:56 PM | Comentários (3)

junho 16, 2006

COMEÇO - MIGUEL TORGA

Magoei os pés no chão onde nasci.
Cilícios de raivosa hostilidade
Abriram golpes na fragilidade
De criatura
Que não pude deixar de ser um dia.
Com lágrimas de pasmo e de amargura
Paguei à terra o pão que lhe pedia.

Comprei a consciência de que sou
Homem de trocas com a natureza.
Fera sentada à mesa
Depois de ter escoado o coração
Na incerteza
De comer o suor que semeou,
Varejou,
E, dobrada de lírica tristeza,
Carregou.

Miguel Torga

Publicado por João Carvalho Fernandes às 05:05 PM | Comentários (0)

BILL GATES - REFORMA DOURADA!

Via: Sector Zero

A Microsoft anunciou que Bill Gates vai afastar-se das suas tarefas do dia-a-dia na empresa, e que Ray Ozzie, que desenpenhava funções de Chief Technical Officer, assume de imediato o cargo de Chief Software Architect, posição ocupada anteriormente por Bill Gates.

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Até Julho de 2008 Bill Gates continuará ligado à Microsoft para garantir uma transição suave de forma a não afectar a empresa. Depois passará a dedicar-se a tempo inteiro à fundação Bill and Melinda Gates Foundation, mantendo no entanto o seu lugar como Chairman da Microsoft.

Publicado por João Carvalho Fernandes às 09:30 AM | Comentários (0)

junho 15, 2006

Relatives of arrested women rally outside Iran’s infamous prison

Via: IRAN FOCUS

Tehran, Iran, Jun. 14 – Relatives of several hundred people arrested during a peaceful anti-government demonstration by women on Monday gathered on Tuesday outside a court in Tehran and the city’s notorious Evin Prison demanding the release of their loved ones.

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One of the protests took place outside a court in Moalem Street.

At least 41 of the women arrested during Monday’s demonstration have been transferred to Evin Prison.

At least 400 people were arrested during the rally held in 7 Tir Square, according to a statement emailed to Iran Focus by one of the women’s groups that had originally sponsored the protest.

Iranian officials routinely play down the scope of anti-government protests and deflate the number of those arrested.

Evin Prison was built by the Shah’s regime as a maximum security prison to house political dissidents, but it became the Islamic Republic’s most dreaded gulag and the site of thousands of political executions.

Publicado por João Carvalho Fernandes às 04:08 PM | Comentários (0)

junho 14, 2006

EU SEI, EU SEI....

E na altura dos Santos Populares, nada como este popularucho "eu sei, eu sei", publicidade da Skip.

Cliquem em: SKIP

Em "a nossa música", a canção completa, em "os nossos vídeos" o primeiro é o actual anúncio da tv.

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Publicado por João Carvalho Fernandes às 12:58 PM | Comentários (7)

Cuba, la isla de los suicidas

Via: Unión Liberal Cubana

El mito de la isla paradisíaca ha gravitado sobre Cuba desde su descubrimiento hace más de 500 años. Alimentados por una realidad de bellos paisajes, tierras de fertilidad inusual, tabaco y música, los estereotipos contemporáneos convirtieron lo cubano en un territorio perenne del placer y la festividad. El sortilegio de la cubanidad se prolonga hasta nuestros días en una suerte de catálogo turístico donde las playas, el son y la calidez humana se entrelazan con las imágenes contrastantes del único bastión comunista en el hemisferio occidental.

Pero hay otra isla oculta y misteriosa de la que no suele hablarse: la Cuba de la autodestrucción. ¿Cómo un pueblo vigoroso, bullanguero y expansivo en sus afectos puede exhibir, al mismo tiempo, una de las más altas tasas de suicidio a lo largo de su historia? ¿Por qué se suicidan los cubanos? ¿A qué puede atribuirse esa disposición innata a matarse ante la adversidad o la desilusión?

El profesor Louis A. Pérez (Nueva York, 1943) intenta responder a esas interrogantes en un voluminoso libro de 493 páginas que tiene las credenciales de un clásico: To Die in Cuba, publicado por The University of North Carolina Press el pasado año y con creciente acogida en Estados Unidos, Canadá y Gran Bretaña. En estos momentos negocia una edición en español.

Por los últimos 10 años, Pérez se dedicó por entero a revisar archivos, consultar documentos, comparar estadísticas y entrevistar testimoniantes relacionados con el tema de su investigación. Durante ese período visitó Cuba al menos en 10 ocasiones para tener acceso a los materiales existentes en las principales bibliotecas de La Habana, así como en instituciones provinciales de Matanzas, Cienfuegos y Santiago de Cuba. Una labor que califica entre las más agotadoras de su prolongada trayectoria académica, avalada por varios títulos de obligada referencia para los estudios cubanos en Estados Unidos.

De padre cubano y madre venezolana, con una abuela puertorriqueña y un abuelo natural de la ciudad de Manzanillo, en el oriente de Cuba, Pérez se considera ''parte integrante del pueblo caribeño que habita Nueva York''. Hace 12 años que su vida transcurre en Chapel Hill, donde radica la Universidad Estatal de Carolina del Norte y es profesor de la Cátedra de Historia J. Carlyle Sitterson.

¿Cómo fue que surgió la idea de este libro?
Consultando papeles y publicaciones para otros de mis proyectos cubanos, me percaté de que el suicidio en Cuba era un tema palpitante desde la época de la colonia. En los últimos 20 años como investigador no he conocido a un cubano que no tenga referencias cercanas de al menos un conocido, un amigo o un familiar que se suicidó. Es algo verdaderamente impactante, porque además aflora como tema en múltiples disciplinas: la historia, la sociología, la literatura, la pintura...


Su estudio resulta desmitificador en la medida que rompe con ciertas fantasías occidentales sobre la isla caribeña de perenne alegría y vivencias desbordantes a ritmo de rumba. ¿Es este un propósito esencial del libro?
Sí. Es una propuesta a mirar la historia de Cuba como algo muy serio, más allá de las visiones de la ''isla-vacilón'', festiva y musical por todos los lados y a toda hora. Es algo que tiene un fuerte componente cultural y que se remonta al siglo XVI. En una de las leyendas cubanas recogidas en el libro Folklore de las Antillas [1909], Florence Jackson Stoddard relata que los aborígenes de la región, desde Bahamas a las islas del Caribe, se referían a Cuba como El Bello País de la Muerte.


Justamente entre los indios cubanos se registraron miles de suicidios. Usted llega a afirmar que esos pasajes de inmolación indígena han servido para conformar una cosmología cubana del suicidio.
El demógrafo Juan Pérez de la Riva sitúa en 30,000 el número de aborígenes que se suicidaron en la isla tras la llegada de la colonización española, lo que representa casi el 30 por ciento de la población nativa. La leyenda del Valle de Yumurí, donde un grupo de indios prefirieron lanzarse de un precipicio antes que entregarse a los españoles que los perseguían para esclavizarlos, ha pasado a convertirse en una metáfora histórica de la autodestrucción como salida digna opuesta a la rendición. Asimismo, puede interpretarse el incendio de la ciudad de Bayamo en 1870. La historia de Cuba comienza con el suicidio.


Desde las primeras estadísticas registradas, en 1854, las tasas de suicidio son altísimas entre los negros traídos como esclavos a la isla. ¿Tienen también estos suicidios un componente moral?
El suicidio entre los negros esclavos responde a una compleja combinación de factores religiosos y culturales. De acuerdo con rituales religiosos africanos, el suicidio está relacionado con la idea de una muerte que signifique la resurrección y el retorno a Africa en libertad. El suicidio era más frecuente, por ejemplo, entre esclavos de la cultura lucumí, por el sentido de la valentía y el amor a la libertad en ese pueblo. En en su viaje a Cuba en 1851, la escritora sueca Fredrika Bremen apunta el hecho de 11 lucumíes ahorcados en una mata de guásima. El suicidio entre ellos era además una manera de retar el poder de los dueños, que comenzaron a asumir estas muertes como golpes para sus intereses económicos, pues el negro era una inversión. De ahí los documentos relativos al tema desde fechas muy tempranas, como el estudio Reflexiones histórico físico naturales médico quirúrgicas: prácticos y especulativos entretenimientos acerca de la vida, usos, costumbres, alimentos, vestidos, color y enfermedades a que propenden los negros de Africa, venidos a las Américas, de Francisco Barrera y Domingo, de 1798.


¿Y entre los chinos que vinieron a Cuba como mano de obra en el siglo XIX?
Se mataron en cifras desconcertantes, incluso en porcentaje superior a los esclavos africanos. Las estadísticas del Censo de 1862 indican que en una población de unos 34,000 asiáticos, 173 se suicidaron, lo que sitúa en un rango de 500 por cada 100,000 el índice de autoaniquilación. Los culíes chinos venían a Cuba con la idiosincrasia de que el suicidio era una efectiva forma de venganza contra su antagonista.


Las cifras oficiales de la república estiman en unos 30,000 las muertes por suicidio entre 1902 y 1959. Los informes de prensa e incluso las caricaturas de la época dejan constancia de una inusitada propensión suicida entre la población cubana. ¿Cómo lo explica?
Hay que entenderlo como un fenómeno enraizado en la cultura cubana, en la idiosincrasia de la nación. La preocupación por el tema está desde el nacimiento de la república. En 1907, por ejemplo, el médico forense Jorge Le Roy Cassá publicó un estudio que revelaba la muerte por suicidio de 764 hombres y 355 mujeres en el primer quinquenio republicano. En 1912, otro médico forense, Antonio Barreras, realizó un estudio sobre el suicidio en La Habana, donde afirmaba que matarse prendiéndose fuego era muy común entre las mujeres de la época. Incluso fue una modalidad tan popular que llegó a garantizar mercado para un medicamento cicatrizante, cuya publicidad en el Diario de la Marina, en 1929, prometía alivio para los horribles dolores de aquellos que fallaban en el intento de morir abrasados tras rociarse alcohol en su cuerpo.

El índice de suicidio en la etapa revolucionaria alcanza también los máximos peldaños a nivel internacional. Entre 1970 y el 2000 el porcentaje de muertes por esta vía ha estado siempre por encima de 11.8 por cada 100,000 y ha llegado incluso a 23.2, en 1982. Las más recientes estadísticas de la Organización Panamericana de la Salud (OPS) reafirman a Cuba en el primer lugar del hemisferio, con la mayor tasa de suicidios hasta el 2005: 18.1.


¿Qué influencia han tenido las condiciones sociopolíticas bajo el régimen de Fidel Castro?
Atribuir estas cifras a causas solamente políticas es una simplificación tendenciosamente política. Está claro que la desesperación y la falta de alternativas juegan su rol. Pero otras sociedades tienen también esos factores contenidos y no experimentan la disposición al suicidio de los cubanos. Por ejemplo, los mexicanos se comportan en sentido opuesto. El homicidio es un fenomeno mexicano, no así el suicidio. Es lógico que las estadísticas se hayan disparado en los años más severos de la crisis económica del período especial, en los años 90. Algo similar ocurrió durante el crack de 1929, que disparó las cifras de suicidios en toda la isla. La situación se reproduce con índices similares entre la comunidad exiliada. Los cubanos de Miami-Dade tienen una tasa de suicidios muy superior (era de 14.6 en 1981) a la de otras comunidades hispanas.


Muchas veces se ha insistido en que emigrar en una balsa es una forma de suicidio. ¿Qué piensa usted?
Lanzarse al mar es una especie del suicidio, no exactamente, porque el balsero no se lanza con el propósito de matarse. Salen con la esperanza de una nueva vida. Pero también es obvio que muchos de ellos han llegado a la conclusión de que morirse en el mar es preferible que vivir en la isla.


¿Tuvo dificultades para acceder a la información en Cuba?
En Cuba las cifras de suicidios no se publican como parte de las estadísticas del Estado, pero uno puede llegar a ellas a través de los médicos y las entidades de Salud Pública, que sí las manejan internamente, aunque con cautela. Lamentablemente, no tuve acceso a los documentos sobre los suicidios en las cárceles, ni en la época actual ni en los años anteriores a la revolución.


¿Qué fue lo que más le impactó durante su investigación?
El suicidio de las mujeres al darse candela, que es un fenómeno singular en Cuba y muy extendido entre las mulatas y negras. No hay un motivo coherente para explicarlo, pero pudiera vincularse con el papel purificador que tiene el fuego en la mitología popular.


Aunque las formas de matarse en Cuba han sido cambiantes según la época, ¿hay algún patrón de conducta que pudiera identificar en el caso cubano?
Los métodos varían de acuerdo al género. Los hombres suelen ahorcarse o darse un tiro. Las mujeres se envenenan o se pegan candela. Cada quien lo hace con el recurso que mayor familiaridad tiene.


Dedica un capítulo a los casos de inmolación patriótica como modo de enaltecer el honor. ¿Cómo podemos hoy, desde la perspectiva del siglo XXI, valorar esas maneras de morir?
Como un elemento del nacionalismo cubano. Es la disposición de morir por la patria que comporta el sentido de ser cubano, y que tiene sus raíces en el paradigma del esclavo que se inmola, en los chinos renuentes a servir al amo, en el discurso de la muerte honorable que recorre la obra de José Martí. Y que mantiene absoluta vigencia en la definición de lo cubano.

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junho 13, 2006

OPORTUNIDADES PERDIDAS?

António Torres coloca o dedo na ferida....

Será que a área não socialista se consegue organizar?

Oportunidades perdidas?

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AS PALAVRAS - EUGÉNIO DE ANDRADE

São como um cristal,
as palavras.
Algumas, um punhal,
um incêndio.
Outras,
orvalho apenas.

Secretas vêm, cheias de memória.
Inseguras navegam:
barcos ou beijos,
as águas estremecem.

Desamparadas, inocentes,
leves.
Tecidas são de luz
e são a noite.
E mesmo pálidas
verdes paraísos lembram ainda.

Quem as escuta? Quem
as recolhe, assim,
cruéis, desfeitas,
nas suas conchas puras?

Eugénio de Andrade

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junho 12, 2006

1ª FEIRA DE STOCKS DE TOMAR

É já no próximo fim-de-semana.

Dr. Boavida, trate bem as raparigas, que é de empreendorismo que este país precisa!

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DIÁRIO DE NOTÍCIAS 1 - PÚBLICO - 0

Público hoje com futebol até à página 15!

BOLAS!

(Sim, não sou maluco da bola, só do SPORTING!)

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MUSEU DE GEODESIA - VILA DE REI

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Museu de Geodesia - Vila de Rei - 2006

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MUSEU DE GEODESIA - VILA DE REI

Via: Câmara Municipal de Vila de Rei

Único no país localiza-se exactamente no Centro Geodésico de Portugal, sito no cume da Serra da Milriça.

Resultado de um acordo de colaboração entre a Câmara Municipal de Vila de Rei e o Instituto Geográfico Português, que organizou o respectivo conteúdo museológico, o Museu de Geodesia dispõe de uma zona de acolhimento aos visitantes com venda de objectos alusivos à Geodesia e ao concelho de Vila de Rei, um bar, sala de exposições e pequeno auditório multimédia.

Horário: Quarta, Quinta, e Sexta-feira 13.00h - 17.00h; Sábado e Domingo 10.00h - 12.00h e 13.00h - 17.00h (encerra 2ª feira, 3ª Feira e feriados) - GRATUITO
Localização: Centro Geodésico de Portugal - Vila de Rei
Contacto: 274 890 010

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CENTRO GEODÉSICO DE PORTUGAL - VILA DE REI

Via: Câmara Municipal de Vila de Rei

Saindo de Vila de Rei em direcção à Sertã, 1800m depois, encontrará devidamente assinalado o desvio para o Picoto da Milriça. 900m depois e encontrar-se-à no Centro Geodésico de Portugal o que significa estar no centro do país.

Com uma altitude de 600 m, este local permite ao seu visitante uma visão de 360º sobre um horizonte vastíssimo, em que se destaca a Serra da Lousã e, com tempo limpo, a Serra da Estrela - esta quase a 100 kms.

Neste local existe o Museu da Geodesia. Sala de exposição temática, pequeno auditório, loja de recordações e bar, enriquecem este espaço num local que é uma das referências do concelho.

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junho 11, 2006

CENTRO GEODÉSICO DE PORTUGAL (III)

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Centro Geodésico de Portugal - Vila de Rei - 2006

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CENTRO GEODÉSICO DE PORTUGAL (II)

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Centro Geodésico de Portugal - Vila de Rei - 2006

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junho 10, 2006

CENTRO GEODÉSICO DE PORTUGAL

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Centro Geodésico de Portugal - Vila de Rei - 2006

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junho 09, 2006

CUBA: En prisión preventiva periodista independiente

Com a devida vénia à CUBANET

CAMAGUEY, Cuba - 7 de junio (Marilyn Díaz Fernández, Lux Info Press / www.cubanet.org) - El periodista independiente camagüeyano Armando Betancourt Reyna fue conducido a la cárcel Cerámica Roja para cumplir prisión preventiva el pasado 5 de junio. La disposición fue dictada por la fiscalía municipal de Camagüey, según informaron agentes de la 3ra. Unidad de la Policía Nacional Revolucionaria (PNR).

armandobetancourt.jpg

Armando fue detenido el 23 de mayo mientras presenciaba un intento de desalojo a un grupo de familias en el reparto La Guernica, en la ciudad de Camagüey. Está acusado de un supuesto delito de desorden público. El periodista permaneció incomunicado en la 3ra. Unidad de la policía hasta el 31 de mayo, día en que recibió la visita de sus familiares.

Guillermina Reyna, de 71 años, madre de Armando, de 45, dijo al salir del encuentro con su hijo que está bien de salud y firme en sus principios. La visita se realizó en presencia de los policías, quienes impidieron la libre comunicación entre madre e hijo, según expresó a Lux Info Press Ernesto Corría, opositor pacífico camagüeyano.

Las personas que fueron detenidas junto a Armando Betancourt en el incidente del 23 de mayo fueron puestas en libertad hasta el juicio, mientras el periodista independiente tendrá que esperar en la mencionada penitenciaría hasta que sea llevado ante los tribunales.

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junho 08, 2006

BLOGOSFERA EM PORTUGAL

Publicado no número 3 da Revista Nova Vaga

Apesar de existirem alguns blogs portugueses com mais de seis anos, foi há cerca de três que se deu o verdadeiro arranque da difusão no nosso país desta nova forma de comunicação. Datam dessa altura blogs como “A Coluna Infame”, sobre política ou “Janela Indiscreta”, na área da cultura. No espaço de cerca de um ano que se seguiu, todos os dias surgiam novos blogs, com nova temáticas, tendo-se formado uma verdadeira comunidade de troca de opiniões e de informação. Mas sempre de forma semi-clandestina, para o público em geral. Havia um ou outro artigo nos jornais, mas a generalidade das pessoas continuava a desconhecer o que era um blog.

É nessa altura, que começa a mediatização com o surgimento do “Abrupto” do político Pacheco Pereira, que com a divulgação que passou a ter na generalidade dos meios de comunicação, tornou os blogs conhecidos de todos aqueles que seguem minimamente a actualidade. Mas apesar dessa divulgação, nota-se que a audiência deste meio nunca cresceu substancialmente, o que desencorajou muitos dos”pioneiros”, assistindo-se nos últimos meses ao encerramento de muitos blogs com dois ou três anos de existência. Mas paralelamente assiste-se à chegada de autores conhecidos, quer da política, quer dos jornais (como por exemplo “O Espectro“ de Constança Cunha e Sá e Vasco Pulido Valente).

O que é que isto significa? Será o alargamento da difusão deste meio de comunicação? Acabarão por surgir em Portugal “bloggers” profissionais, como já ocorreu noutros países? Teremos a resposta, decerto, nos próximos meses…

JOÃO CARVALHO FERNANDES


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http://abrupto.blogspot.com/
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DEZ LEIS DO ABRUPTO SOBRE OS DEBATES NA BLOGOSFERA
(Versão 2.0)

NOTA INICIAL: As Leis aqui transcritas não são nem Mandamentos, nem Regras, nem Instruções Morais, nem Ordens de Serviço, são Constatações, descrevem o modo como os debates na blogosfera se desenrolam. São genéricas e universais. Como todas as Leis dão origem a Excepções, que são elas próprias outras Leis que regulam as Excepções.

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QUARTA LEI DO ABRUPTO : A blogosfera tem horror ao vazio.

NOTA 1: Na blogosfera está sempre a maior parte de cada um, o seu ego, que costuma ocupar um grande espaço. Ainda cabe o Super Ego e o Id. Logo, não há espaço para mais nada.

NOTA 2: A blogosfera é compulsiva. A blogosfera é obsessiva. Pode-se ficar doente de uma longa exposição à blogosfera.

NOTA 3: Os blogues colectivos morrem por implosão, os individuais por cansaço.

NOTA 4: A nota anterior é enganadora. Os blogues nunca morrem, são fechados e abertos logo a seguir com outro nome. Um lugar de um blogue é sempre preenchido por outro do mesmo autor, quando é individual, ou do mesmo tipo quando é colectivo.

NOTA 5: Quando um blogue deixou de ter sucesso na opinião do seu autor, é morto por ele e aberto outro logo a seguir. O objectivo da morte anunciada é dar oportunidade ao seu autor de ler as necrologias em vida e saber a falta que faz. As necrologias em vida funcionam como massagem do ego.

NOTA 6: Separações, zangas, divórcios, saídas intempestivas, infidelidades, traições, violações da "lealdade orgânica", seguem nos blogues as mesmas regras das bandas de música rock. Faz-se fama em conjunto, quer-se logo fazer um disco a solo.


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http://o-espectro.blogspot.com/
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UMA "SANTANETE"

A hipotética "dra." Clara Ferreira Alves (chegou com dificuldade ao actual 12º ano), crítica literária que leu (jura ela) "os clássicos", especialista do último escritor inglês com quem almoçou, autora de um romance anunciado em 1984 e nunca até agora publicado, dona de uma coluna ilegível (e bem escondida) na "revista" do Expresso, foi um dia arvorada directora da "Casa-Museu Fernando Pessoa" pela conhecida irresponsabilidade de Pedro Santana Lopes, de quem ela tinha sido uma entusiástica partidária. Daí em diante, a importantíssima Ferreira Alves e o "Pedro", como ela dizia, ficaram muito amigos. Tão amigos que a "dra." Clara apareceu um dia presuntiva directora do "Diário de Notícias", coisa que me levou a sair antes que ela entrasse. Felizmente, não entrou, porque teve medo de cair na rua entre o "Expresso" e o DN, com a reputação de uma "santanete" obediente. Agora, morto o seu patrono, não perde uma para o maltratar, supondo que demonstra "independência". Ontem, a propósito de um "Audi", que o homem comprou, despejou em cima da cabeça dele todo o lixo do mundo. Santana não aprendeu que a certa espécie de pessoas não se fazem favores.
Se a "dra." Clara me quiser responder, sugiro que me responda em inglês e não meta na conversa a sua célebre descrição do pôr-do-sol no Cairo. Muito obrigado.

vpv (Vasco Pulido Valente)

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junho 07, 2006

BASTAVA - TORQUATO DA LUZ

Bastava que dissesses a palavra exacta,
que tens aprisionada na garganta.
Bastava que pendurasses
na porta do teu quarto um lenço branco.

Bastava que enfeitasses o chapéu
com as flores que o fim da tarde
põe sedentas da luz dos teus cabelos.

Bastava que me olhasses uma vez ainda.

Torquato da Luz

Publicado por João Carvalho Fernandes às 08:30 AM | Comentários (0)

junho 06, 2006

IRMÃOS MARX

"I have nothing but confidence in you. And very little of that."

Publicado por João Carvalho Fernandes às 09:00 AM | Comentários (0)

junho 05, 2006

CARA TERESA...

Cara colega,

Custa-me muito que vá para outra área e deixe de trabalhar comigo. Mas já que decidiu oferecer um almocinho aos colegas ainda antes de se ir embora, proponho que todas as semanas até à partida repita a dose:


Galito.jpg

D_MARTINHO.jpg

Publicado por João Carvalho Fernandes às 04:30 PM | Comentários (0)

DEITEMOS O ECOPONTO DOMÉSTICO PARA O LIXO!

Publicado no: Democracia Liberal

A pretexto da defesa do meio ambiente e da ecologia, andam por aí a impingir-nos uns mini-ecopontos, transformando cada um, seja operário, professor, doutor, engenheiro ou simples estudante em especialista na triagem selectiva de lixo!

Dizem-nos que com esse comportamento, poderemos poupar o abate de algumas árvores, contribuindo para a defesa das florestas. E o custo? Qual o custo do espaço utilizado por esses caixotes (bem maiores) e o tempo gasto por cada pessoa em sua casa a separar? Fazendo um cálculo, muito por alto, permitiria plantar muito mais árvores do que aquelas que poderíamos salvar durante toda a vida com o ecoponto doméstico! Então para quê gastar um bem escasso como o tempo, em nome de uma quimera?

Acresce a este facto o de que em muitos casos em Portugal o transporte desse lixo que foi dividido em casa se faz em condições tais que necessita de nova triagem no final!

Para quê insistir neste processo? Para ter boa consciência ecológica? Podem sempre militar pela privatização da floresta da Amazónia e pela sua devolução aos Índios. Decerto que seria uma atitude de muito maior alcance, porque com a privatização, os donos passariam a preocupar-se com a manutenção dos seus activos, ao contrário do que se passa hoje, em que a exploração desenfreada é uma realidade, dado que aqueles que o fazem não são donos da floresta, mas apenas concessionários.

Publicado por João Carvalho Fernandes às 11:00 AM | Comentários (2)

junho 04, 2006

VOU LEVAR-TE COMIGO - DUO OURO NEGRO

Menina bonita
Com tranças de trigo
Sorrindo à janela
Vem cantar comigo

Os homens fizeram
Um acordo final
Acabar com a fome
Acabar com a guerra, viver em amor

{Refrão}:
Vou levar-te comigo
Vou levar-te comigo
Vou levar-te comigo meu irmão
Vou levar-te comigo

{Refrão}


Olá companheiro
Do fato rasgado
Não estendas a mão
Foge do passado

Que os homens fizeram
Um acordo final
Acabar com a miséria
Acabar com a guerra, viver em amor

{Refrão} 2x

Olá avozinha
Colegas, pastores
Estudantes, ministros
Rameiras, doutores

Os homens fizeram
Um acordo final
Acabar com a fome
Acabar com a guerra, viver em amor

Publicado por João Carvalho Fernandes às 05:54 PM | Comentários (2)

junho 02, 2006

ATRÁS DOS TEMPOS - FAUSTO

Letra e música: Fausto
In: "Fausto - atrás dos tempos vêm tempos", 1996;


Eu pego na minha viola
e canto assim esta vida a correr
eu sei que é pouco e não consola
nem cozido à portuguesa há sequer
quem canta sempre se levanta
calados é que podemos cair
com vinho molha-se a garganta
se a lua nova está para subir

que atrás dos tempos vêm tempos
e outros tempos hão-de vir

Eu sei de histórias verdadeiras
umas belas outras tristes de assombrar
do marinheiro morto em terra
em luta por melhor vida no mar
da velha criada despedida
que enlouqueceu e se pôs a cantar
e do trapeiro da avenida
mal dormido se pôs a ouvir

que atrás dos tempos vêm tempos
e outros tempos hão-de vir

Sei vitórias e derrotas
nesta luta que vamos vencer
se quem trabalha não se esgota
tem seu salário sempre a descer
olha o polícia olha o talher
olha o preço da vida a subir
mas quem mal faz por mal espere
o tirano fez janela p´ra fugir

que atrás dos tempos vêm tempos
e outros tempos hão-de vir

Mas esse tempo que há-de vir
não se espera como a noite espera o dia
nasce da força de braços e pernas em harmonia
já basta tanta desgraça
que a gente tem no peito a cair
não é do povo nem da raça
mas do modo como vês o porvir

Publicado por João Carvalho Fernandes às 11:00 AM | Comentários (1)

junho 01, 2006

LEVADA DO RISCO

MADEIRA165.jpg
LEVADA DO RISCO - RABAÇAL - MADEIRA - 2003

Publicado por João Carvalho Fernandes às 09:30 PM | Comentários (1)

A TURQUIA E A EUROPA

O que é a Europa?

É um mero conceito geográfico, um lugar, com limites e fronteiras relativamente bem definidas? Então a Turquia não lhe pertence, nem poderá vir a pertencer...

Ou é uma ideia, um conceito? Um espaço de Liberdade, primeiramente, e de partilha de determinados valores comuns? Se for este o caso, a Turquia pode aspirar a vir-lhe a pertencer...

Mas apenas depois de resolver determinados problemas graves que subsistem na Turquia, esta poderá aderir à União Europeia:

• Reconhecimento do genocídio arménio e garantias claras de que nada se voltará a repetir;
• Reconhecimento pleno do Estado Cipriota;
• Cumprimento claro dos Direitos do Homem e (principalmente) da Mulher
• Estabelecimento de um Estado de Direito, com Liberdades e Garantias bem determinadas.

Se cumprir estes requisitos, a Turquia estará em condições de solicitar a sua adesão a uma União espaço de Liberdade e de ideais democráticos.

Publicado por João Carvalho Fernandes às 09:00 AM | Comentários (0)